10/12/11

Exposição de Eco Efeites de Natal


O verdadeiro espírito de transformação do Natal

O nosso “lixo” não é jogado “fora”: ele permanece “dentro” do planeta.

O Natal é uma época mágica, uma festa que empolga as pessoas e contamina o os seres humanos. A comemoração inspira-nos à confraternização, ao desejo de felicidade, votos de alegria e, aproveitando isso, é um ótimo momento de reflexão sobre meio ambiente. Uma tradição do Natal é a decoração de casas, edifícios, escolas, ruas, prédios comerciais e o que mais a imaginação ditar com enfeites que representam a data, como guirlandas e a tradicional árvore de Natal.

Neste sentido a Quercus – Núcleo Regional da Guarda aceitou um desafio do Município da Guarda, pretendia-se confeccionar enfeites natalício através utilização de materiais recicláveis. Assim, matérias-primas descartadas não irão para o lixo e o meio ambiente é preservado.

Com este objetivo, através de diversos workshops em diversas instituições de solidárias, Ana Pinheiro, voluntaria da Quercus, orientou a conceção enfeites de natal.

Garrafas pets, garrafas de vidro, jornal, tampinhas de garrafas e outros materiais foram utilizados com criatividade e transformados em peças natalinas. As peças, além de enfeitar, também chamam atenção por estimular a conscientização sobre a importância de preservar o meio ambiente. O resultado desta iniciativa está patente no Município da Guarda.

Importa realçar que a ideia de decoração natalina com materiais recicláveis está cada vez mais difundida. É uma alternativa que une criatividade, baixo custo e, principalmente, consciência ecológica. Existem muitas ideias de enfeites natalinos que podem ser executadas por qualquer pessoa para enfeitar a casa, a rua, o ambiente de trabalho de forma única e especial.

Com este trabalho, A QUERCUS pretende despertar um novo olhar sobre as coisas que estão ao nosso redor, valorizando a perceção que materiais, como a garrafa e o jornal, não são “lixo”, mas uma possibilidade de transformação.

A QUERCUS deixa aqui a mensagem de que nosso “lixo” não é jogado “fora”: ele permanece “dentro” do planeta.