24/12/14

sosvespa.pt

Já está disponível uma plataforma online onde podem ser inseridos os dados relativos à deteção ou a suspeita de existência de ninho ou de exemplares de Vespa velutina nigrithorax.
O portal tem o endereço www.sosvespa.pt, e está também acessível a partir dos portais da Direção Geral de Veterinária e Alimentação, do Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária, do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas, das Direções Regionais de Agricultura e Pescas, do SEPNA/Guarda Nacional Republicana e das Câmaras Municipais respetivas.

A comunicação poderá igualmente ser efectuada mediante preenchimento via Smartphone disponível no portal www.sosvespa.pt ou através de contacto para a linha SOS AMBIENTE (808 200 520). 
Mais informação aqui:

23/11/14

1.º concurso de cozinhas solares Quercus/IPG

Estão abertas as inscrições para Escolas do 3.º ciclo e secundárias do distrito da Guarda para o 1.º concurso de cozinhas solares Quercus/IPG.

As inscrições podem ser feitas através do blog do concurso ou através dos contatos habituais guarda@quercus.pt ou 931 104 568. 
http://cozinha-solar-quercus.blogspot.pt/
Continue a acompanhar as novidades deste concurso.


22/11/14

"Quercus à conversa" de Novembro

Próxima segunda-feira, dia 24 de Novembro, pelas 21h na loja n.º12 da Central de Camionagem da Guarda

No mês em que se realizam várias acções de reflorestação pelo país inteiro o Núcleo Regional da Guarda da Quercus convidou este mês o Eng. António Borges do ICNF para nos falar das acções de reflorestação desenvolvidas por este organismo.

A entrada é livre.


04/08/14

Biologia no Verão "À Descoberta da Biodiversidade"

Começa já amanhã e repete-se todas as terças feiras deste mês a atividade  Biologia no Verão À descoberta da Biodiversidade.
Faça a sua inscrição.... Começa amanhã às 9:00h
Não perca tempo.... Adquira mais conhecimentos...





02/06/14

WORKSHOP DE INICIAÇÃO À OBSERVAÇÃO DE AVES


WORKSHOP DE INICIAÇÃO À OBSERVAÇÃO DE AVES



SERRA DA MALCATA (SABUGAL)
7 e 8 de Junho 2014


 
Foto - Fernando Romão


A grande diversidade paisagística da Reserva Natural da Malcata, a existência de diferentes ecossistemas, nomeadamente zonas ribeirinhas, bosques, albufeiras, zonas agrícolas, entre outras, levou a TRANSCUNDÂNIA a organizar um Workshop de Iniciação à Observação de Aves, nos dias 7 e 8 de Junho.

Neste contexto, pretende-se ainda promover a reflexão sobre as potencialidades turísticas que os recursos ornitológicos representam, valorizam e promovem o património natural em benefício das comunidades, dos operadores económicos e da experiência proporcionada aos visitantes.

Esta formação de iniciação à observação de aves aborda temas como a identificação de grupos específicos de aves, comportamentos e biologia, e outros assuntos como a fotografia ou a ilustração de aves.

Este workshop compreende uma parte prática e uma parte teórica; esta última incide essencialmente em aplicar técnicas de detecção e observação de aves, quer visualmente quer através dos seus cantos e vocalizações.

Este workshop tem a duração de um dia e meio (cerca de 3 horas de parte teórica e cerca de 9 horas de parte prática).

Com o objetivo de obter um elevado nível de aprendizagem e de participação, o workshop é limitado a 20 participantes.


PROGRAMA
1º dia (7 Junho – Sábado):
14:00 - Recepção e parte teórica (Sabugal)
17:00 - Saída para a parte prática (ao longo do rio Côa, no Sabugal)
19:00 - Final

2º Dia (8 Junho - Domingo):
08:30 - Saída para a parte prática (Barragem do Sabugal, Praia Fluvial de Quadrazais)
12:30 - Almoço (Praia Fluvial de Quadrazais)
14:00 - Continuação da parte prática (Fóios, Nascente do Côa)
17:30 - Final da parte prática e regresso ao Sabugal


PREÇO:
20 Euros Sócios
35 euros Não sócios
Inclui
- Acompanhamento técnico permanente do formador/guia
- Manual de apoio
- Software para treino auditivo das vocalizações das aves
Checklist das espécies a observar
- Certificado de Participação
- Disponibilização de binóculos e guias de campo

- Seguro de acidentes pessoais por cada participante

Inscrição e informações: transcudania@gmail.com

18/04/14

Algum dia terá fim a poluição no rio Noéme?



No dia 23 de Março o Núcleo Regional da Guarda da Quercus – A.N.C.N. em parceria com vários presidentes de Juntas de Freguesia por onde o rio Noéme passa assinalou o dia Mundial da Água (dia 22 de Março) com uma caminhada de protesto pela situação de poluição que o rio Noéme se encontra. Tratou-se de um percurso circular com início e fim na aldeia da Gata. Ao longo do percurso foi possível passar por vários pontos do rio Noéme antes de após a descarga poluente que ocorre na ponte da Gata. Na caminhada estiveram presente mais de 100 pessoas. Fica um agradecimento especial ao Clube de Montanhismo da Guarda pela sua participação.

Até ao final de Maio decorrerá um abaixo-assinado que pretende reunir o máximo de assinaturas por parte da população afectada directamente pela situação de poluição em que o rio se encontra e por todos os outros que estejam solidários com a causa. Estão a decorrer em simultâneo recolha de assinaturas na sede do Núcleo Regional da Guarda da Quercus e nas Juntas de Freguesia da Guarda, Casal de Cinza, Vila Garcia, Vila Fernando, Rochoso/Monte Margarida, Cerdeira, Amoreira/Parada e Cabreira e Malhada Sorda. Os interessados deverão contactar directamente os presidentes das Juntas de Freguesia.

Na semana seguinte à caminhada fomos convidados para reunir com a empresa Águas do Zêzere e Côa, responsáveis pela ETAR de S. Miguel (solução encontrada para o encaminhamento do efluente industrial da Fábrica Tavares). Foi-nos dito que desde 2010 há reuniões entre as 3 entidades – Serviços Municipalizados de Água e Saneamento da Câmara Municipal da Guarda; empresa Águas do Zêzere e Côa e Fábrica Tavares. Foi-nos dito também que a última reunião entre as três entidades foi a 28 de Fevereiro de 2014 na sequência da questão que a Câmara Municipal da Guarda fez às Águas do Zêzere e Côa, a qual os Deputados Municipais do Bloco de Esquerda divulgaram pelos seus meios.

“(…) foi solicitado à empresa Águas do Zêzere e Côa que informasse esta autarquia sobre a data de início para a recepção das águas residuais nos colectores afluentes à ETAR de S. Miguel (…)”

Na mesma reunião a empresa Águas do Zêzere e Côa justificaram o porquê de ainda não estarem a receber o efluente industrial da Fábrica Tavares. A Fábrica nunca confirmou o caudal e a carga poluente que o efluente contém à saída da Fábrica, valores apresentados pela empresa Águas do Zêzere e Côa na sequência da reunião que houve em 2010.

538 m3/dia de caudal máximo
CBO – 150 mg/l
CQO – 750 mg/l
SST – 200 mg/l
Azoto – 65 mg/l
Fósforo – 5 mg/l


Neste momento aguarda-se que a Fábrica comunique o caudal e a carga poluente que o efluente industrial apresenta à saída da Fábrica. Até ao dia em que o Núcleo Regional da Guarda teve a reunião com a empresa Águas do Zêzere e Côa, dia 27 de Março, a Fábrica ainda não tinha respondido. É caso para perguntar, algum dia terá fim a poluição do rio Noéme? 

Iniciativa Quercus à Conversa 28 de Abril


A iniciativa “Quercus à conversa” pretende debater problemas da actualidade e reunir a sociedade para discutir assuntos ligados ao meio ambiente, chamando desta forma a atenção para algumas questões mais graves. Esta iniciativa tem lugar uma vez por mês, regra geral na última segunda-feira do mês, e num lugar público na cidade da Guarda e aberto à população em geral.

O Núcleo Regional da Guarda da Quercus pretende também com esta iniciativa envolver cada vez mais a população e leva-las a interagir com o Núcleo. O primeiro “Quercus à conversa” foi muito participativo e o tema abordado foi a Agricultura familiar, a convidada foi a professora Ludovina. O segundo foi sobre a água e contou com a presença do professor Pedro Rodrigues da Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico da Guarda. Tal como no primeiro este também foi bastante participativo.

No dia 28 de Abril a Reserva da Faia Brava será o próximo convidado.


Até ao final do ano mais “Quercus à conversa” serão realizados mensalmente. Se quiser propor algum tema que queira ver debatido envie-nos a sua sugestão através dos contactos habituais do Núcleo (guarda@quercus.pt ou 931 104 568). 

CURSO DE RAPINAS 20, 21 e 22 de Junho


Figueira de Castelo Rodrigo
Marque na sua agenda o fim-de-semana de 20, 21 e 22 de Junho. A ATN, em colaboração com o CERVAS e a SPEA, organiza a VII edição do Curso de Identificação, Conservação e Biologia de Aves de Rapina. O curso vai contar com a participação de Carlos Pacheco, Ricardo Brandão e José Jambas.
Em breve daremos mais detalhes.

03/03/14

Curso de Identificação de Aves de Montanha (em parceria com a Associação Quercus)



Parte prática: Parque Natural da Serra da EstrelaParte teórica: Hotel dos Carqueijais (Serra da Estrela, Covilhã)Data: 21 e 22 de JunhoNível: Iniciação/IntermédioPreço: 70 euros (uma inscrição); 60 euros (cada inscrição, no caso de duas ou mais inscrições)PROGRAMA E OUTRAS INFORMAÇÕES

08/02/14

Formação Arcgis, Gestão florestal sustentável, Planos de gestão florestal, e Ecologia, florestal

O Núcleo Regional da Guarda em parceria com a Regibio vai promover 4 ações de formação do programa PRODER no Instituto Politécnico da Guarda a saber:

- Arcgis (14h): 1 e 8 de Março;
- Gestão Florestal Sustentável (30h): 07 a 18 de Março;
- e Planos de Gestão Florestal (25 horas): 19 a 27 de Março.

Os documentos necessários são os seguintes:
- fotocópia do cartão do cidadão ou do BI e cartão de contribuinte;
- certificado de habilitações;
- currículo;
- NIB (onde conste o nome do titular);
- e ficha de inscrição (em anexo).

Os formando têm direito a:
- certificado profissional;
- manuais de formação;
- subsídio de alimentação;
- e subsídio de transporte.

Os interessados devem formalizar a sua inscrição para o email guarda@quercus.pt ao cuidado de Patrícia Gonçalves.
Para mais informações e/ou dúvidas podem contactar através do mesmo e-mail.





A rolha de cortiça é o vosso vedante preferido?



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Um voto a favor da rolha de cortiça!
Cleveland.com é um jornal online do estado de Ohio nos EUA. Recentemente editou umartigo sobre as vantagens e desvantagens de todos os vedantes de vinho conhecidos. O artigo está em inglês e descreve brevemente a rolha de cortiça, a de plástico ou de aglomerado, e os vedantes de metal.
Com o artigo estão a realizar uma sondagem para descortinar se o consumidor está ou não receptivo a beber vinho engarrafado com o vedante artificial screwcap ou tampa de rosca.
A questão que colocam é: Are you disappointed when the bottle of wine you ordered at a restaurant comes with a screw cap?
Neste sentido, apelamos a todos para clicarem aqui para acederem ao artigo e votarem na opção1 - Yes, it ruins the presentation.
Contamos convosco para não sermos surpreendidos com vinhos que não venham tapados com rolha de cortiça.

Comunicado | Quercus denuncia abate de milhares de árvores devido a receio do temporal

Abate de milhares de árvores devido a receio do temporal



A Quercus tem recebido várias denúncias relatando o abate de milhares de árvores que tem ocorrido nos últimos dias junto de diversas estradas, alegadamente por razões de proteção civil, devido ao receio de agravamento das condições meteorológicas.

Estradas de Portugal abatem árvores no litoral alentejano

A empresa Estradas de Portugal está a promover o corte de centenas de pinheiros-mansos de grande dimensão na Estrada Nacional 261 entre Melides e Santiago do Cacém, no litoral alentejano, sem que as árvores apresentassem problemas fitossanitários. O risco de queda de árvores para a Estrada Nacional 261 era reduzido, o que se confirma por aquilo que aconteceu no último inverno dado que, mesmo com as condições meteorológicas adversas que se registaram, as árvores resistiram.

A Quercus questiona qual a fundamentação técnica para a decisão do abate de tantas árvores em bom estado fitossanitário, sem que estas estivessem a pender para a estrada, e apela ao bom senso com a suspensão do abate indiscriminado. 

Corte de árvores também em estradas municipais
 
Existem diversos casos de abates de árvores junto também a estradas municipais, pelo País. A situação que preocupa mais ocorre na Quinta do Conde, município de Sesimbra onde estão a cortar milhares de pinheiros alegadamente por motivos de protecção civil, mas que constitui um exagero dada a falta de fundamentação.

Também na Estrada Nacional 356 junto da Zona Industrial do Casal dos Frades, no concelho de Ourém foram cortados cerca de uma dezena de choupos-brancos e pinheiros-bravos de grande porte, alguns que não apresentavam risco evidente, mas que foram abatidos apenas por prevenção.

A Quercus alerta para a necessidade de ponderação da decisão de abate de árvores públicas com a necessária fundamentação técnica relativa ao estado fitossanitário e análises de risco, por parte das entidades gestoras, sejam as Estradas de Portugal, concessionárias ou municípios, dado que o argumento da protecção civil não justifica decisões sem a devida fundamentação.


Lisboa, 7 de fevereiro de 2014

A Direção Nacional da Quercus – ANCN
A Direção do Núcleo Regional do Litoral Alentejano da Quercus


Para mais esclarecimentos contactar:

Domingos Patacho - Coordenador do Grupo de Trabalho das Florestas da Quercus
Telm: 937 515 218

Dário Cardador - Presidente do Núcleo Regional do Litoral Alentejano da Quercus
Telm: 925 403 833 

07/02/14

Comunicado | Quercus exige a suspensão imediata da construção das barragens nos Rios Tua, Tâmega, Mondego e Vouga

COMUNICADO DE IMPRENSA


Prejuízos no Litoral – Efeitos Nefastos das Barragens
Quercus exige a suspensão imediata da construção das barragens nos Rios Tua, Tâmega, Mondego e Vouga



A Quercus, bem como numerosos especialistas, vêm alertando ao longo dos anos para o efeito negativo das barragens na perda de areia no litoral arenoso e consequente erosão costeira. Infelizmente, os acontecimentos das últimas semanas no litoral português vieram comprovar que é bem visível na costa marítima portuguesa o avanço do processo de erosão. Esta erosão é provocada, em grande parte, pela retenção dos sedimentos (principalmente areias) nas barragens que existem nos nossos rios, impedindo o seu normal curso até ao mar.(1)

Portugal tem já centenas de barragens nos seus rios e a situação actual resulta dos efeitos cumulativos destas barragens que retiveram as areias durante décadas. Na opinião de especialistas, uma parte significativa do litoral arenoso está a entrar num processo de ruptura, pois é insuficiente a quantidade de sedimentos transportados pelos rios, de modo a compensar a areia que é levada pelo mar. Este fenómeno é público e notório e é confirmado pela diminuição drástica dos areais e pelos muitos milhões de euros que têm sido gastos pelo Estado Português a repor artificialmente as areias nas situações mais críticas ou de maior impacto mediático. Nesse sentido, a construção de novas barragens só vai fazer com que a quantidade de areia que chega ao litoral ainda vá diminuir mais.

Os sucessivos governos têm ignorado os avisos dos peritos(2) e dos ambientalistas e defendido os interesses das companhias eléctricas, como a EDP e a IBERDROLA. Se o problema não for atacado pela base, ou seja, se não forem travadas as construções de novas barragens - previstas ou em construção – nos rios Tua, Tâmega, Mondego e Vouga, em apenas uma década o valor gasto na minimização da erosão do litoral ultrapassará de longe os valores das indemnizações a pagar pela não construção das mesmas barragens. Nos últimos três anos, Portugal gastou centenas de milhões de euros na defesa costeira, mas, por outro lado, os resultados operacionais da exploração das barragens continuam apenas a reflectir os lucros imediatos das empresas e a não acomodarem os prejuízos que causam ao país e os custos em que oneram as contas públicas e os contribuintes.

A Quercus advoga pois que seja aumentada de forma significativa a taxa de recursos hídricos para os produtores de energia hidroeléctrica das barragens já existentes, actualmente situada em 0,00002 euros/metro cúbico, de forma a que o Estado possa acomodar o aumento das despesas com a mitigação dos impactes associados à erosão costeira e possa devolver faseadamente pela EDP, pela IBERDROLA e pela ENDESA os valores pagos pelas concessões de novas barragens.

O Governo também está longe de contabilizar as perdas no turismo e no comércio das economias locais de certos municípios, nem está a contabilizar o custo de reparação de edificações e infra-estruturas destruídas pelo mar ao longo de toda a costa.

A Quercus apela aos autarcas e cidadãos dos municípios afectados pela escassez de areia nas praias que façam pressão sobre o Governo de Portugal e exijam o cancelamento imediato da construção das barragens dos Rios Tua, Tâmega, Mondego e Vouga, já que o turismo balnear é gerador de um incremento económico anual de grande relevância local, e mesmo nacional, que não pode ser destruído ao sabor dos interesses das empresas produtoras de energia.

Face à gravidade da situação e ao valor das perdas e prejuízos - já verificados e futuros -, a Quercus exige ao Governo de Portugal a suspensão imediata de todas as barragens previstas ou em construção.

Lisboa, 7 de fevereiro de 2014

A Direção Nacional da Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza


Para mais informações contactar:
Carla Graça – Vice-presidente da Direção Nacional da Quercus | 93 16 03 256
João Branco – Vice-presidente da Direção Nacional da Quercus | 93 77 88 472


Notas para os editores:

(1) Existe um vídeo produzido pela Quercus, onde se aborda o problema da erosão costeira.
Link: http://vimeo.com/85561849

(2) Avisos dos peritos:
a.    Já em 2009 foi publicado um estudo encomendado pela Comissão Europeia a especialistas internacionais, denominado “Final Report - Technical assessment of the Portuguese National Programme for Dams with High Hydropower Potential (PNBEPH) Phase I and II” (conhecido por relatório ARCADIS), que refere claramente que a construção das novas barragens pode “contribuir significativamente para o processo de erosão costeira”.
Link: http://pt.scribd.com/doc/62703615/Relatorio-da-ARCADIS-sobre-o-Programa-Nacional-das-Barragens

b.    Em declarações à Lusa, o professor Adriano Bordalo e Sá, do Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar (ICBAS) da Universidade do Porto, referiu que "o rio Douro tem na sua bacia hidrográfica em Portugal e em Espanha mais de 50 barragens. Há 60 anos estima-se que a quantidade de areia transportada era na ordem dos dois milhões de toneladas por ano e agora, 60 anos depois, com mais de 50 grandes barragens, o caudal sólido está reduzido a 250 mil toneladas. Falta-nos areia vinda de terra para o mar", acrescentou, explicando que as barragens "interrompem o caudal natural da água, mas também dos sedimentos" e que, "ao contrário do que tentam vender, a hidro-electricidade não é verde".
Link: http://www.dn.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=3214992&page=-1

c.    Em declarações à Antena 1, o cientista Filipe Duarte Santos, da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, apontou as barragens como grande causa do avanço do mar: “A erosão costeira que afecta grande parte da costa portuguesa e que obriga todos os anos a grandes investimentos públicos, é provocada, essencialmente, pelas barragens. Só 20 por cento desse fenómeno é atribuído à subida do nível do mar e às alterações climáticas.”
Link: http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=635754&tm=8&layout=123&visual=61

d.    Mais recentemente Carlos Coelho, investigador do Departamento de Engenharia Civil da Universidade de Aveiro referiu que: “as alterações climáticas agravam a erosão em apenas cerca de 10%. O principal problema prede-se com a falta de areias por redução de transporte fluvial. A causa não são tanto os molhes, mas as barragens que retêm as areias que vêm dos rios.”
in Jornal de Leiria - 23 de Janeiro de 2014