Depois da primeira etapa concluída, é já esta sexta-feira às 7h30 (cedinho!), que decorrerá a segunda etapa de colocação de um ninho de cegonhas no Rochoso.
Esta etapa consistirá no transporte dos 2 postes para o Rochoso. E contaremos com a colaboração da Câmara Municipal da Guarda no transporte.
No entanto toda a ajuda é bem vinda para carregar e descarregar os postes.
Data: 30/08/2013
Horas: 7h30 – 9h00
Local de encontro: junto às bombas de gasolina na estrada que vai do Outeiro de São Miguel até à Brigada de Trânsito
Mais informações/inscrições através do e-mail guarda@quercus.pt ou do tlm. 931 104 568.
28/08/13
20/08/13
Ação de voluntariado - recuperação de um ninho de cegonhas do Rochoso
É já este sábado, a partir das 9h30 até sensivelmente as 12h30, que o Núcleo Regional da Guarda da Quercus A.N.C.N. vai promover a primeira de três etapas de colocação de um ninho de cegonhas no Rochoso.
Esta primeira etapa consistirá no arranque de 2 postes de comunicações, atualmente sem utilidade, que se encontram ainda de pé dentro do perímetro da Portugal Telecom na Guarda (próximo do Seminário). Esta foi a opção encontrada para substituir a estrutura que atualmente sustem o ninho.
É bom referir que as cegonhas partiram em julho provavelmente para zonas mais quentes e o seu regresso, à semelhança dos anos anteriores, está previsto para fevereiro.
Se gostava de colaborar nesta ação de voluntariado não perca esta oportunidade.
Material de apoio: pá, enxada, cordas, luvas. Se tiver algum deste material e puder trazer agradecíamos.
Em breve mais informações sobre as restantes etapas.
Inscrições/Informações através do e-mail guarda@quercus.pt ou do tlm. 931 104 568.
Inscrição obrigatória por uma questão de fazermos um seguro.
Esta primeira etapa consistirá no arranque de 2 postes de comunicações, atualmente sem utilidade, que se encontram ainda de pé dentro do perímetro da Portugal Telecom na Guarda (próximo do Seminário). Esta foi a opção encontrada para substituir a estrutura que atualmente sustem o ninho.
É bom referir que as cegonhas partiram em julho provavelmente para zonas mais quentes e o seu regresso, à semelhança dos anos anteriores, está previsto para fevereiro.
Se gostava de colaborar nesta ação de voluntariado não perca esta oportunidade.
Material de apoio: pá, enxada, cordas, luvas. Se tiver algum deste material e puder trazer agradecíamos.
Em breve mais informações sobre as restantes etapas.
Inscrições/Informações através do e-mail guarda@quercus.pt ou do tlm. 931 104 568.
Inscrição obrigatória por uma questão de fazermos um seguro.
19/08/13
Comunicado | Quercus exige proibição já este ano da caça à Rola-brava, uma espécie em risco de extinção
COMUNICADO DE IMPRENSA
Caça à Rola-brava
Quercus exige proibição já este ano
da caça desta espécie em risco de extinção
A Rola-brava (Streptopelia turtur) é uma espécie migradora que está a desaparecer a um ritmo galopante em Portugal e na Europa. A situação da espécie na Europa é muito grave, estimando-se que a sua população tenha decrescido 70% nos últimos 10 anos.
Acresce que, na data prevista para a abertura da caça à rola, ainda durante o mês de Agosto, é provável a existência de muitas rolas em nidificação ainda com crias no ninho e, pontualmente, ovos de posturas tardias ou segundas posturas. Conjugada com a quantidade e a extensão dos incêndios florestais que têm ocorrido em Portugal, esta situação provocará uma quebra ainda maior nas já debilitadas populações selvagens de Rola-brava.
A Quercus considera que a irresponsabilidade e insensibilidade demonstrada nesta matéria pelos sucessivos governos pode contribuir para a extinção da Rola-brava em Portugal a muito curto prazo. Todos os anos as associações ambientalistas e algumas organizações do setor cinegético têm alertado publicamente os responsáveis políticos pelo problema premente do risco de extinção da Rola-brava.
Não podemos esquecer o triste destino do Pombo-viajante americano, que foi considerado a ave mais abundante do mundo e cujo último exemplar morreu num jardim zoológico em 1914. A extinção é para sempre.
A Quercus apela, assim, à Ministra da Agricultura e ao novo Ministro do Ambiente que proíbam, com carácter de urgência, a caça à Rola-brava, de modo a prevenir a extinção desta magnífica espécie.
Lisboa, 16 de Agosto de 2013Acresce que, na data prevista para a abertura da caça à rola, ainda durante o mês de Agosto, é provável a existência de muitas rolas em nidificação ainda com crias no ninho e, pontualmente, ovos de posturas tardias ou segundas posturas. Conjugada com a quantidade e a extensão dos incêndios florestais que têm ocorrido em Portugal, esta situação provocará uma quebra ainda maior nas já debilitadas populações selvagens de Rola-brava.
A Quercus considera que a irresponsabilidade e insensibilidade demonstrada nesta matéria pelos sucessivos governos pode contribuir para a extinção da Rola-brava em Portugal a muito curto prazo. Todos os anos as associações ambientalistas e algumas organizações do setor cinegético têm alertado publicamente os responsáveis políticos pelo problema premente do risco de extinção da Rola-brava.
Não podemos esquecer o triste destino do Pombo-viajante americano, que foi considerado a ave mais abundante do mundo e cujo último exemplar morreu num jardim zoológico em 1914. A extinção é para sempre.
A Quercus apela, assim, à Ministra da Agricultura e ao novo Ministro do Ambiente que proíbam, com carácter de urgência, a caça à Rola-brava, de modo a prevenir a extinção desta magnífica espécie.
A Direção Nacional da Quercus-Associação Nacional de Conservação da Natureza
13/08/13
Caminhada pela Quercus de agosto | 17 de agosto | 16h30 | Seia
Devido às elevadas temperaturas que se têm feito sentir nos últimos dias o Núcleo Regional da Guarda da Quercus A.N.C.N. decidiu alterar o dia da caminhada de Agosto. Assim o dia escolhido é dia 17, sábado, após as horas de maior incidência solar.
O ponto de encontro está marcado para as 16h30 no CISE (Centro de Interpretação da Serra da Estrela) em Seia.
E a caminhada será feita numa parte da mata do Desterro.
Venha conhecer a fauna e a flora desta zona.
Informações/Inscrições através do e-mail guarda@quercus.pt ou tlm. 931 104 568.
O ponto de encontro está marcado para as 16h30 no CISE (Centro de Interpretação da Serra da Estrela) em Seia.
E a caminhada será feita numa parte da mata do Desterro.
Venha conhecer a fauna e a flora desta zona.
Informações/Inscrições através do e-mail guarda@quercus.pt ou tlm. 931 104 568.
08/08/13
Nota de Imprensa | Quercus envia queixa à Procuradoria Geral da República denunciando falta de medidas de Defesa da Floresta Contra Incêndios
COMUNICADO DE IMPRENSA
Incêndios Florestais
Quercus envia queixa à Procuradoria Geral da República
A Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza enviou, no passado dia 2 de Agosto, uma queixa à Procuradoria Geral da República, apelando ao apuramento de responsabilidades pelo incumprimento das ações de prevenção e fiscalização previstas na legislação nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios (DFCI).Incêndios Florestais
Quercus envia queixa à Procuradoria Geral da República
Nas atribuições da legislação do Sistema Nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios (SNDFCI), o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) é responsável pela coordenação das ações de prevenção estrutural, nomeadamente o planeamento com a gestão de aceiros e a organização do território florestal, situação atualmente descurada.
Os municípios, por seu lado, têm a obrigação legal de elaborar e fazer cumprir o Plano Municipal de Defesa de Florestas Contra Incêndios (PMDFCI) e o Plano Operacional Municipal (POM), o que tem sido claramente negligenciado na maioria dos municípios nacionais.
A Quercus considera que o deficiente cumprimento da legislação de DFCI, bem como o laxismo das administrações locais e central relativamente a este tema, tem agravado o problema da propagação dos fogos florestais em Portugal, com elevados prejuízos ambientais, materiais e humanos pelo que, a bem da justiça, se julga ser fundamental o apuramento de responsabilidades.
Lisboa, 6 de Agosto de 2013
A Direção Nacional da Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza
30/07/13
Novo Código da Estrada Ilegalidades na sucata automóvel vão continuar!
O novo Código da Estrada, aprovado no passado dia 24 de Julho (com votos a favor do PSD, PS, CDS-PP, BE e com a abstenção do PEV), continua a permitir o cancelamento de matrícula de viaturas sem a apresentação do respetivo Certificado de Destruição, obrigatório perante legislação comunitária e nacional.
O Código da Estrada agora aprovado não teve em consideração as preocupações da Quercus (que há mais de 7 anos anda a alertar o Estado para o problema), da Valorcar e de outras entidades, nomeadamente a Inspeção-Geral da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, que transmitiram, por parecer escrito e em Audiência, as alterações que a proposta de lei do Código da Estrada deveria incluir para ser eliminada a possibilidade de VFV – Veículos em Fim de Vida poderem ser abandonados ou entregues em sucatas ilegais.
Primeiro que tudo, como se pode permitir o cancelamento da matrícula e a viatura continuar a existir? Ora, com o cancelamento da matrícula deixa de existir o Imposto Único de Circulação (IUC) e, sendo o IUC um imposto gerado pela propriedade do veículo há aqui uma clara contradição dado que o novo Código da Estrada confere essa possibilidade.
Em particular, em relação às situações em que o novo Código da Estrada, no seu artigo 119.º, fomenta a gestão ilegal de VFV devemos destacar as seguintes 6:
1) “O veículo haja desaparecido, sendo a sua localização desconhecida há mais de seis meses”: Esta disposição possibilita a entrega dos veículos em sucatas ilegais ou o seu abandono na via pública. Assim, propõe-se o alargamento do prazo para aumentar a responsabilização do proprietário e garantir pelo menos o pagamento de um ano de IUC;
2) “O veículo deixe de ser utilizado na via pública, passando a ter utilização exclusiva em provas desportivas ou em recintos privados não abertos à circulação”: Este motivo não deve constituir fundamento para cancelamento da matrícula, dado que o veículo continua a existir. Com esta redação viabiliza-se a entrega dos veículos em sucatas ilegais ou o seu abandono na via pública, dado que os serviços não terão capacidade de fiscalizar a veracidade das informações prestadas;
3) “O veículo falte à inspeção referida no n.º 2 do artigo 116.º, sem que a falta seja devidamente justificada.”:A punição pela falta injustificada a inspeção já se encontra prevista no art. 116.º do Código da Estrada. Este motivo não deve constituir fundamento para cancelamento da matrícula, dado que o veículo continua a existir (se tal acontecer está-se a beneficiar o infrator porque o proprietário deixa de pagar o IUC e pode entregar o veículo a uma sucata ilegal ou abandona-lo);
4) “Quando o veículo fique inutilizado ou atinja o seu fim de vida mediante apresentação da documentação legalmente exigida nos termos do disposto no Decreto-Lei n.º 196/2003, de 23 de agosto”: Deve ser explicitamente mencionado o certificado de destruição, dado que se trata do documento comunitário criado para este efeito no âmbito da Diretiva 2000/53/CE;
5) “Quando o veículo deixe de ser utilizado na via pública, mediante apresentação de requerimento justificando os motivos e o local onde o mesmo é utilizado ou guardado”: Ver justificação mencionada no Ponto 2);
6) “Assume ainda caráter temporário o cancelamento de matrícula previsto nas alíneas e) e g) do n.º 1 do artigo 119.º, pelo prazo máximo de cinco e um ano respetivamente, ficando os seus proprietários obrigados à entrega da documentação dos veículos nos serviços competentes, onde o processo de cancelamento da matrícula tiver lugar.”: Estes motivos não devem constituir fundamento para cancelamento da matrícula, mesmo que temporária, dado que o veículo continua a existir. Tal como está, esta disposição viabiliza a entrega dos veículos em sucatas ilegais.
Devemos reforçar que faz agora precisamente um ano que a Quercus, em conjunto com a Valorcar, apresentou junto da Comissão Europeia uma queixa contra o Estado Português por este estar a ignorar a legislação comunitária sobre esta matéria. Se se vier a confirmar a publicação no Diário da Republica do actual texto agora aprovado do Código da Estrada este Governo e os partidos que viabilizaram a sua aprovação na Assembleia da República estão conscientemente a condenar Portugal a 3 situações gravíssimas:
A) Punição com multas e/ou outras sanções pesadas pelo não cumprimento de legislação Comunitária em matéria de gestão de resíduos perigosos, que é a classificação atribuída aos VFV;
B) Perda de importantes receitas (ex.: impostos, contribuições para a segurança social, etc.) económicas ligadas à actividade legal da gestão de VFV, nomeadamente por centros de abate licenciados e por empresas de venda de peças em 2.ª mão. Está confirmado o potencial de criação de emprego por parte deste tipo de empresas;
C) Poluição grave do ambiente (por resíduos perigosos, como são o caso os óleos minerais e outros fluídos) e ameaça da saúde e segurança pública, pois a intervenção ilegal de VFV é muito poluente e inclusive perigosa, são comuns as notícias de incêndios e acidentes neste tipo de instalações.
Por fim, a Quercus tem conhecimento que muitos dos VFV, principalmente viaturas com poucos anos, com origem em acidentes de viação estão a ser, com participação ativa das seguradoras, encaminhados para leilões, promovidos por empresas especializadas. Os VFV com mais valor, por exemplo viaturas mais recentes, são licitados por empresas que se dedicam à comercialização de peças mas que não têm licenciamento para gerirem VFV.
Estas empresas conseguem fazer licitações mais elevadas do que os centros de abate licenciados já que não têm quaisquer custos relacionados com a boa gestão de um VFV, nomeadamente transporte adequado, descontaminação e tratamento dos resíduos perigosos (óleos e outros resíduos) e pagamento de taxas e licenças que são exigidas aos centros de abate licenciados. Somente as viaturas não licitadas nos leilões diários são propostas aos centros de abate licenciados, a preços avultados e sem qualquer interesse do ponto de vista comercial.
Perante isto, a Quercus e a VALORCAR vão aguardar pela publicação do novo Código da Estrada no Diário da República com a promessa de voltar reagir de acordo com a gravidade da situação, caso se venha a confirmar que o texto publicado corresponda 100%, em relação ao Cancelamento de Matrícula, ao conteúdo do texto aprovado no passado dia 24 de julho.
Lisboa, 30 de Julho de 2013
A Direcção Nacional da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza e a Valorcar – Sociedade de Gestão de Veículos Em Fim de Vida, Lda
Contactos:
Quercus: António Gomes – 919302277; Pedro Carteiro - 934285343; Rui Berkemeier - 934 256 581;
Valorcar: Ricardo Furtado - 963653365
Atividade na praia fluvial de Valhelhas | 27, 28 e 29 de julho
No
fim-de-semana de 27 e 28 de julho o Núcleo Regional da Guarda da Quercus
A.N.C.N. esteve presente na praia fluvial de Valhelhas para uma atividade de demonstração
de fornos solares no âmbito das atividades da Bandeira Azul e a convite da
Câmara Municipal da Guarda.
Infelizmente
a meteorologia não ajudou muito. Mesmo assim no sábado ainda foi possível cozinhar
o almoço, através dos fornos solares, no entanto no domingo já não conseguimos
devido ao sol muito enublado e há presença inclusive de alguns chuviscos.
Fica um
obrigado à Escola Superior de Tecnologia e Gestão do Instituto Politécnico da
Guarda pela cedência dos fornos solares.
De referir que a praia fluvial de Valhelhas obteve pela
primeira vez o reconhecimento de “praia com qualidade de ouro”. Este galardão é
concedido com base na informação da Agência Portuguesa do Ambiente para as
praias que cumpram três requisitos nos últimos cinco anos: ter tido boa qualidade
da água entre 2008 e 2009, qualidade excelente em 2010 e 2012 e um desempenho
excelente em todas as análises realizadas na época balnear anterior.
De referir também o hastear da bandeira “Praia + Acessível” na
praia fluvial de Valhelhas que decorreu na manhã do dia 29 de julho.
24/07/13
Atividades nas praias fluviais Valhelhas e Aldeia Viçosa
O núcleo da Quercus Guarda, vai fazer uma demonstração de fornos solares nas praias fluviais.
Dias 27 e 28 de julho em Valhelhas
e dias 3 e 4 de agosto na Aldeia Viçosa
entre as 9h e as 17h.
Comunicado | ORGANIZAÇÕES LANÇAM APELO PÚBLICO AOS DEPUTADOS DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA PELA SUSPENSÃO DO DIPLOMA DE ACÇÕES DE ARBORIZAÇÃO E REARBORIZAÇÃO
É NECESSÁRIO TRAVAR A DESREGULAMENTAÇÃO RADICAL DAS PLANTAÇÕES INTENSIVAS NA FLORESTA!
ORGANIZAÇÕES LANÇAM APELO PÚBLICO AOS DEPUTADOS DA ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA PELA SUSPENSÃO DO DIPLOMA DE ACÇÕES DE ARBORIZAÇÃO E REARBORIZAÇÃO
As organizações signatárias desta carta lançam um apelo público a todos os deputados da Assembleia da República para que exijam uma Apreciação Parlamentar do Decreto-Lei 96/2013, publicado na passada 6ª feira, dia 19 de Julho, relativo às acções de arborização e rearborização.
Perante este diploma, que aprova alterações inaceitáveis para o ambiente, paisagem e floresta no país, reforçando o desordenamento territorial e agroflorestal através da desregulamentação da plantação de espécies exóticas, apelamos a que pelo menos 10 deputados solicitem a Apreciação Parlamentar de um diploma potencialmente desastroso para o nosso país.
Perante o quadro já existente, em que as espécies exóticas predominam avassaladoramente a paisagem florestal no país, com o eucalipto à cabeça, a decisão do Governo de aprovar em Conselho de Ministros um diploma desta importância é inaceitável. A tutela escolheu não acolher os contributos das organizações e associações feitos há um ano, quando o diploma foi apresentado na sua versão original. Perante esta decisão estão colocados em causa vários planos estratégicos de importância decisiva para o futuro do país, nomeadamente a Programa de Acção Nacional de Combate à Desertificação, a Estratégia Nacional de Adaptação às Alterações Climáticas, a Estratégia Nacional de Conservação da Natureza e da Biodiversidade, a Estratégia Europeia da Protecção dos Solos ou a Estratégia Nacional para a Gestão Integrada da Água. Por outro lado, o novo diploma retira competências aos Municípios, ao nível do ordenamento do seu território florestal, o que é incompatível com as obrigações dos mesmos no que diz respeito à Defesa da Floresta Contra Incêndios.
O potencial impacto ambiental da entrada em vigor deste diploma não foi calculado nem será sequer contabilizado, estando previstas isenções desta ferramenta legal pelo deferimento tácito de acções de arborização e rearborização para áreas inferiores a 2 hectares. A estrutura fundiária do país, em particular no Norte onde proliferam as pequenas propriedades, aumenta ainda mais o potencial impacto negativo deste diploma. O impacto cumulativo da entrada em vigor desta lei é incalculável pelos seus efeitos paisagísticos, sobre a qualidade dos solos e das águas, com um potencial de destruição comparável a poucas iniciativas na história recente do país, como a campanha do trigo nos anos 40. Além disso, de um volume de cerca de 43 milhões de m3 de eucalipto já em crescimento no território nacional, cerca de 13 milhões correspondem a povoamentos irregulares (povoamentos mistos, coberto inferior a 50%, baixas densidades e idades superiores à idade de corte ideal), pelo que é na melhoria do que tem sido a má gestão do eucalipto e não no aumento da área plantada que se pode investir, se se pretende apoiar esta indústria, apesar da tendência clara de redução do mercado mundial da celulose.
As organizações subscritoras – LPN, Quercus, GEOTA, FAPAS, Oikos, Gaia, A Rocha, Flamingo e SPEA – apelam aos representantes da Nação no Parlamento que exijam a revisão e suspensão imediata deste diploma, que deverá ser explicado publicamente e cujos efeitos catastróficos não poderão ser ignorados. O princípio da precaução e a defesa do território nas suas componentes social, ambiental e paisagística devem imperar sobre a perspectiva desregulamentadora que assistiu a esta tomada de decisão.
23 de Julho de 2013
MAIS INFORMAÇÕES:
João Camargo: 964656033
João Camargo: 964656033
21/07/13
Comunicado | Quercus requer à Comissão Europeia cumprimento da legislação e não financiamento comunitário do Parque de Ciência e Inovação (PCI) na Coutada – Ria de Aveiro
Quercus requer à Comissão Europeia cumprimento da legislação e não financiamento comunitário do Parque de Ciência e Inovação (PCI) na Coutada – Ria de Aveiro
Em causa está um projeto da Universidade de Aveiro, que mais não é do que uma nova zona industrial a implantar nas margens da Ria de Aveiro e que, por isso mesmo, tem vindo a ser questionado pela QUERCUS, devido á localização escolhida - Zona de Protecção Especial (Rede Natura 2000) - e falta de ponderação de alternativas.
A instalação do PCI na Coutada, se concretizada, terá um enorme impacto negativo na conservação da natureza e da paisagem tradicional da Ria de Aveiro, e destruirá solos da Reserva Agrícola Nacional, da melhor qualidade ao nível de aptidões agrícolas.
A Parceria Público-Privada formada para a sua gestão é também uma fórmula que já deu resultados bastante negativos para o erário público e, como tal, indefensável.
A queixa nesta data apresentada pela Quercus à Comissão Europeia alerta para o incumprimento da legislação nacional que transpõe as Directivas relativas à conservação das aves selvagens e à preservação dos habitats naturais e da flora e fauna selvagens, facto impeditivo do financiamento comunitário do projecto, orçado em 28 milhões de euros, num total estimado de 35 milhões de euros.
Para além das instâncias comunitárias, a Quercus continuará a contestar o projecto por todos os meios ao seu alcance, nomeadamente através dos tribunais nacionais.
Também a nível local, através do seu Núcleo Regional de Aveiro, terá lugar já na próxima sexta-feira, dia 26, em Aveiro, um debate aberto a toda a população, com a presença do Dr. Paulo Morais, da Associação Integridade e Transparência, e do Dr. Pedro Bingre do Amaral, especialista em Planeamento Regional e Urbano.
Aveiro, 20 de Julho de 2013
A Direcção Nacional da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza
A Direcção do Núcleo Regional de Aveiro da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza
19/07/13
Comunicado | Governo entregou floresta às celuloses - Novo regime de arborização favorece apenas a plantação de eucaliptos
Governo entregou floresta às celuloses
Novo regime de arborização favorece apenas a plantação de eucaliptos
O Governo aprovou um novo regime de arborização e rearborização para favorecer unicamente as celuloses e a fileira do eucalipto, prejudicando a diversidade da floresta portuguesa e comprometendo outras fileiras económicas, como o montado de sobro ou o pinho.
A desregulação das arborizações das espécies florestais de rápido crescimento produzidas em regime intensivo, como é o caso dos eucaliptais, é preocupante, dado que a sua crescente expansão promove um mau ordenamento do território florestal e favorece a propagação dos incêndios, com graves consequências para a defesa da floresta, e de pessoas e bens.
Eucaliptais simplex – Floresta autóctone complex
O novo regime também passa a penalizar a plantação de espécies autóctones, conferindo-lhes legalmente o mesmo impacte ambiental que uma plantação intensiva de eucaliptos, que não só é uma concepção errada mas também acaba por criar uma burocracia até agora desnecessária. Mais, com aplicação do mecanismo de comunicação prévia até 2 hectares de área a plantar, situação que se aplica à maior parte das propriedades a norte do rio Tejo, fica facilitada a plantação de eucaliptos com o aumento das monoculturas, e, ao invés, torna-se mais complicada a plantação de sobreiros, carvalhos, cerejeiras, freixos e outras árvores autóctones com elevado valor, as quais agora vão necessitar de comunicação prévia e, nas áreas acima dos 2 hectares, necessitam de autorização.
Incapacidade do ICNF em fiscalizar, papel das autarquias negligenciado
Por outro lado, a centralização das competências de autorização no ICNF – Instituto da Conservação reas classificadasdentes dificuldades que tem em fazer cumprir o que quer que seja nas se consideravam pagda Natureza e das Florestas (ICNF), e a irrelevância do papel atribuído aos municípios, que apesar das suas responsabilidades ao nível do ordenamento do território e da defesa da floresta contra incêndios vão apenas emitir pareceres não vinculativos, constitui uma orientação que vai ser trágica para a floresta portuguesa.
Pretender que uma entidade cada vez mais centralizada, como o ICNF, com as evidentes dificuldades que tem em fazer cumprir as suas atribuições nas áreas classificadas, passe agora a fiscalizar adequadamente todo o território nacional é não só não ter qualquer consciência das limitações e das implicações das ausência de resposta atempada (caso os serviços do ICNF não respondam no prazo de 45 dias, tal configura deferimento tácito dos pedidos de autorização), assim como a retirada das competências municipais no procedimento de autorização, promove o desinteresse pela fiscalização.
Existem proprietários que estão já a plantar ilegalmente centenas de hectares com eucalipto sem que haja qualquer pedido de autorização às autoridades competentes, o que revela que o ICNF e o SEPNA da GNR não tem conseguido fiscalizar e conter o problema.
Pretender fazer crer e normalizar que uma silvicultura de baixa intensidade com espécies florestais autóctones seja idêntica aos sistemas intensivos como no caso dos eucaliptais, com os impactes ambientais associados, não é de modo nenhum aceitável.
Quercus acusa serviços da Administração e Governo de insensibilidade e falta de competência
Apesar de em junho do ano passado a Quercus ter manifestado a sua oposição aos termos da proposta apresentada, a versão agora aprovada é pouco pior do que a inicial.
O novo regime revoga importante legislação florestal, ao nível das condicionantes, desregulando atividades com elevados impactes sobre os recursos naturais, como a floresta autóctone, o solo e a água, constituindo um retrocesso nunca verificado em toda a história dos serviços florestais portugueses.
Mais, revogar as condicionantes de salvaguarda das espécies de rápido crescimento às nascentes e terrenos agrícolas de cultivo, sem regular novamente configura o desprezo pelos pequenos agricultores e por um correcto ordenamento florestal.
De salientar que existem duas petições públicas contra a aprovação do novo regime de arborização e expansão dos eucaliptais, com milhares de assinaturas que o Ministério da Agricultura Mar, Ambiente e Ordenamento do Território pura e simplesmente ignorou.
A Quercus alertou para a problemática os serviços do ICNF, bem como o Secretário de Estado das Florestas de Desenvolvimento Rural e própria Ministra da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território, os quais não tiveram infelizmente a sensibilidade e a competência necessária, e acabaram por criar as condições necessárias à aprovação do novo regime, contrariando várias posições de entidades ligadas à floresta.
Novo regime de arborização e rearborização deve ser revogado
Posto isto, a Quercus apela aos diversos partidos representados na Assembleia da República que promovam a revogação deste Decreto-Lei, evitando o aumento do desordenamento florestal e a consequente promoção da propagação dos incêndios que destroem a nossa floresta, afectam o Ambiente, o património e a vida das pessoas nas áreas rurais.
Lisboa, 19 de Julho de 2013
A Direcção Nacional da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza
17/07/13
Comunicado | Eletricidade produzida no primeiro semestre de 2013 foi 72% de origem renovável e com menos 25% de emissões de CO2
1º semestre 2013: 72% de eletricidade de fontes renováveis, queda de 25% nas emissões de CO2
Aposta nas renováveis ajuda sustentabilidade energética em Portugal
Aposta nas renováveis ajuda sustentabilidade energética em Portugal
A produção total de energia elétrica a partir de fontes renováveis atingiu níveis recorde no primeiro semestre de 2013, chegando a 72% (um aumento absoluto de 34% em relação aos 38% verificados no período homólogo de 2012). Esta é uma das conclusões do balanço feito pela Quercus da produção de eletricidade em Portugal Continental no primeiro semestre de 2013, com base nos dados da REN – Redes Energéticas Nacionais.
Este aumento deveu-se, por um lado, à significativa potência instalada de renováveis, mas principalmente às condições climáticas verificadas, num ano que até agora tem sido mais húmido do que o normal, permitindo um maior recurso à utilização de energia hídrica, e também mais ventoso, resultando numa maior produção eólica. A produção da eletricidade de origem renovável em regime especial (a PRE-FER, que representa toda a produção renovável exceto a grande hídrica) aumentou, tendo sido responsável por 49% de toda a eletricidade produzida em Portugal Continental entre Janeiro e Junho de 2013.
Menor uso do carvão e mais renováveis levam a redução de emissões
Na eletricidade de origem fóssil, houve um recuo no uso de carvão da ordem dos 22%, o que, aliado ao muito maior peso da produção renovável, conduziu a uma redução de emissões entre os dois primeiros semestres de 2012 e 2013 de cerca de 1,9 milhões de toneladas de dióxido de carbono (25% inferior em 2013 comparando com os primeiros seis meses de 2012). Apesar das centrais a carvão apresentarem baixos níveis de eficiência energética e elevadas emissões de dióxido de carbono (CO2) por kWh produzido, o elevado excedente de licenças de emissão de CO2 à escala europeia, resultante em parte da crise económica, traduz-se num preço do carbono muito mais baixo do que seria expectável.
Tal diminui os custos de utilização destas centrais, infelizmente favorecendo-as em relação às centrais de ciclo combinado a gás natural, muito mais eficientes, com menores impactes ambientais e quase paradas nos últimos meses.
De destacar ainda que Portugal exportou mais 50% de eletricidade do que importou, o que é uma situação completamente contrária à verificada em 2012.
Consumo de eletricidade diminui mas não tanto como PIB
Enquanto ao longo de 2012 houve uma redução do consumo de eletricidade da ordem de 2,8% em relação ao ano anterior, no primeiro semestre de 2013 a redução foi menos acentuada (-1,7%, por comparação com igual período de 2012), estando o produto interno bruto (PIB) a recuar 2,7% de acordo com as estimativas mais recentes para o ano de 2013. Tal é um sinal preocupante, pois um dos objetivos em termos de eficiência energética é assegurar que a intensidade energética na eletricidade diminui, isto é, a energia elétrica necessária para gerar uma unidade de riqueza é cada vez menor, estando Portugal atualmente com a tendência inversa.
Aposta nas renováveis e na eficiência energética é caminho a seguir
A Quercus considera que Portugal tem um enorme potencial para o aproveitamento das energias renováveis, em particular aquelas com menor impacte ambiental como é o caso da energia solar, um recurso abundante no nosso país, e cujos custos de investimento e exploração têm vindo a descer de forma lenta. Tal facto, aliado a uma eficiência e poupança energéticas significativas que devem ser incentivadas em setores como o dos transportes, serviços e residencial, podem assegurar um menor dependência do exterior e uma maior sustentabilidade. A Quercus quer Portugal com 100% de eletricidade de fontes renováveis até ao ano de 2050.
Lisboa, 14 de julho de 2013
A Direção Nacional da Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza
Este aumento deveu-se, por um lado, à significativa potência instalada de renováveis, mas principalmente às condições climáticas verificadas, num ano que até agora tem sido mais húmido do que o normal, permitindo um maior recurso à utilização de energia hídrica, e também mais ventoso, resultando numa maior produção eólica. A produção da eletricidade de origem renovável em regime especial (a PRE-FER, que representa toda a produção renovável exceto a grande hídrica) aumentou, tendo sido responsável por 49% de toda a eletricidade produzida em Portugal Continental entre Janeiro e Junho de 2013.
Menor uso do carvão e mais renováveis levam a redução de emissões
Na eletricidade de origem fóssil, houve um recuo no uso de carvão da ordem dos 22%, o que, aliado ao muito maior peso da produção renovável, conduziu a uma redução de emissões entre os dois primeiros semestres de 2012 e 2013 de cerca de 1,9 milhões de toneladas de dióxido de carbono (25% inferior em 2013 comparando com os primeiros seis meses de 2012). Apesar das centrais a carvão apresentarem baixos níveis de eficiência energética e elevadas emissões de dióxido de carbono (CO2) por kWh produzido, o elevado excedente de licenças de emissão de CO2 à escala europeia, resultante em parte da crise económica, traduz-se num preço do carbono muito mais baixo do que seria expectável.
Tal diminui os custos de utilização destas centrais, infelizmente favorecendo-as em relação às centrais de ciclo combinado a gás natural, muito mais eficientes, com menores impactes ambientais e quase paradas nos últimos meses.
De destacar ainda que Portugal exportou mais 50% de eletricidade do que importou, o que é uma situação completamente contrária à verificada em 2012.
Consumo de eletricidade diminui mas não tanto como PIB
Enquanto ao longo de 2012 houve uma redução do consumo de eletricidade da ordem de 2,8% em relação ao ano anterior, no primeiro semestre de 2013 a redução foi menos acentuada (-1,7%, por comparação com igual período de 2012), estando o produto interno bruto (PIB) a recuar 2,7% de acordo com as estimativas mais recentes para o ano de 2013. Tal é um sinal preocupante, pois um dos objetivos em termos de eficiência energética é assegurar que a intensidade energética na eletricidade diminui, isto é, a energia elétrica necessária para gerar uma unidade de riqueza é cada vez menor, estando Portugal atualmente com a tendência inversa.
Aposta nas renováveis e na eficiência energética é caminho a seguir
A Quercus considera que Portugal tem um enorme potencial para o aproveitamento das energias renováveis, em particular aquelas com menor impacte ambiental como é o caso da energia solar, um recurso abundante no nosso país, e cujos custos de investimento e exploração têm vindo a descer de forma lenta. Tal facto, aliado a uma eficiência e poupança energéticas significativas que devem ser incentivadas em setores como o dos transportes, serviços e residencial, podem assegurar um menor dependência do exterior e uma maior sustentabilidade. A Quercus quer Portugal com 100% de eletricidade de fontes renováveis até ao ano de 2050.
Lisboa, 14 de julho de 2013
A Direção Nacional da Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza
15/07/13
Noite Europeia das Borboletas Nocturnas 2013
No dia 12 de Julho fomos até aldeia dos Trinta para a realização de uma pequena atividade sobre Borboletas. O título teve como base: “As noites Europeias das Borboletas Noturnas 2013”. Este género de atividades é realizado em toda a Europa, todos os anos, podendo ser na Primavera ou no Verão, quando o número de borboletas é maior.
Começámos por falar um pouco sobre a quantidade de espécies existentes em Portugal e os nomes de cada uma delas (Notodontidae, Tricópio, Pantheidae, etc …). São cerca de 2600 as espécies de borboletas existentes no nosso país. Por cada ano de realização de atividades deste género, são descobertas cerca de mais de 30 novas espécies.
Depois de sabermos um pouco mais sobre este género de atividade, começamos por colocar o equipamento necessário para poder atrair as borboletas. O material usado foi um tripé, uma lâmpada e um lençol branco e uma máquina fotográfica. Feito este passo foi só esperar que as borboletas começassem a aparecer para as podermos fotografar.
As primeiras a aparecerem foram as espécies mais pequenas, aparecendo mais tarde espécies maiores. Foram fotografadas cerca de 50 ou mais géneros de borboletas. A olho nu a perceção dos pormenores de cada espécies é quase nula. Fotografadas algumas das espécies, conseguimos ver os detalhes mais minuciosos.
Foi a minha primeira vez que participei numa atividade deste género e, sem dúvida, gostei bastante. Torna-se uma experiencia diferente e muito agradável que irei repetir numa próxima oportunidade. Penso que há muita gente que não sabe da existência deste género de atividades, o que é uma pena, pois é uma experiencia fantástica.
[Obrigado João pelo artigo de imprensa]
Começámos por falar um pouco sobre a quantidade de espécies existentes em Portugal e os nomes de cada uma delas (Notodontidae, Tricópio, Pantheidae, etc …). São cerca de 2600 as espécies de borboletas existentes no nosso país. Por cada ano de realização de atividades deste género, são descobertas cerca de mais de 30 novas espécies.
Depois de sabermos um pouco mais sobre este género de atividade, começamos por colocar o equipamento necessário para poder atrair as borboletas. O material usado foi um tripé, uma lâmpada e um lençol branco e uma máquina fotográfica. Feito este passo foi só esperar que as borboletas começassem a aparecer para as podermos fotografar.
As primeiras a aparecerem foram as espécies mais pequenas, aparecendo mais tarde espécies maiores. Foram fotografadas cerca de 50 ou mais géneros de borboletas. A olho nu a perceção dos pormenores de cada espécies é quase nula. Fotografadas algumas das espécies, conseguimos ver os detalhes mais minuciosos.
Foi a minha primeira vez que participei numa atividade deste género e, sem dúvida, gostei bastante. Torna-se uma experiencia diferente e muito agradável que irei repetir numa próxima oportunidade. Penso que há muita gente que não sabe da existência deste género de atividades, o que é uma pena, pois é uma experiencia fantástica.
[Obrigado João pelo artigo de imprensa]
14/07/13
Exposição Natureza em risco na BMEL
Está presente na BMEL (Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço da Guarda) a exposição “Natureza em risco” até ao final de julho.
A exposição é composta por 29 painéis contendo desenhos ilustrativos e informações didáticas, com destaque para as espécies em vias de extinção em Portugal, como lobo ibérico, cabra montês, lince ibérico, coelho bravo, bufo real, coruja do nabal, gralha-de-bico-vermelho, águia-real, falcão peregrino, entre outras.
Se puderem visitem.
13/07/13
Comunicado | Quercus exige apuramento de responsabilidades sobre incêndios em Alfândega da Fé, Mogadouro e Moncorvo
COMUNICADO DE IMPRENSA
Quercus exige apuramento de responsabilidades
Incêndios em Alfândega da Fé, Mogadouro e Moncorvo
Incêndios em Alfândega da Fé, Mogadouro e Moncorvo
Durante esta semana a zona do vale do rio Sabor e a sua envolvente nos concelhos de Alfândega da Fé, Mogadouro, Freixo de Espada à Cinta a Torre de Moncorvo (Distrito de Bragança) foram atingidas por fogos que destruíram floresta e áreas agrícolas, no total de mais de 14 000 hectares, provocando avultados prejuízos.
Os fogos que tiveram início em Picões, no concelho de Alfândega da Fé, e na Quinta das Quebradas, concelho de Mogadouro, no passado dia 9 de Julho, afetaram mais de 14.000 hectares no vale do rio Sabor e encostas envolventes, integradas na Zona de Protecção Especial para aves selvagens e Sítio de Importância Comunitária – Rios Sabor e Maçãs - ambos constituintes da Rede Natura 2000, onde estão a avançar as obras da albufeira e barragem do Baixo-Sabor, promovida pela EDP.
Dado que existe a afetação desta importante área classificada com habitats prioritários para a conservação, a Quercus exige que seja elaborado e divulgado um relatório detalhado da ocorrência, referindo as diversas questões ligadas à definição da estratégia de atuação e de prioridades de combate para defesa dos valores existentes.
Sem prejuízo desta avaliação, é já evidente que estamos na presença de uma clara falha de todo o sistema de prevenção e de combate aos incêndios, em que as autoridades responsáveis demostraram a sua total inoperância em situações deste género.
Esta ocorrência é também a prova indesmentível do desinvestimento e das políticas erradas de ordenamento florestal, prevenção e combate promovidas pelos últimos governos.
É pois urgente apurar responsabilidades, pelo que há várias questões no ar que deverão ser respondidas por quem de direito:
- Os municípios implementaram o Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra incêndios (obrigatório por lei) e executaram as ações de prevenção nele previsto?
- Como foi organizada a supressão do fogo nas diferentes fases?
- Que análise ao comportamento do fogo foi realizada e quais as estratégias delineadas?
- Como e por quem foram definidas as prioridades de defesa em termos de habitats prioritários a salvaguardar?
- Qual a integração nas estratégias de combate?
- Porque falharam as diversas oportunidades para parar a propagação do fogo nas estradas a norte da Quinta das Quebradas e sobretudo na N225?
- Quais os fatores que determinaram a forma final do perímetro do incêndio, o qual não parece corresponder nem à meteorologia, nem à orografia?
- Existiram manobras de uso de fogo de supressão? Quem foram os responsáveis pela sua execução, onde foram executadas e quais os resultados obtidos?
- Não deveriam existir equipas especializadas permanentes em áreas protegidas sensíveis para prevenção e combate, com conhecimentos técnicos e do território que facilitassem as decisões e as intervenções nestas situações?
A Quercus considera necessária uma estratégia de longo prazo com melhores políticas agro-florestais, que promova o investimento público na floresta autóctone , com recurso a diversas espécies mais resistentes ao fogo, como os carvalhos, sobreiros e outras adaptadas ao território.
Lisboa, 13 de julho de 2013
A Direção Nacional da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza
Os fogos que tiveram início em Picões, no concelho de Alfândega da Fé, e na Quinta das Quebradas, concelho de Mogadouro, no passado dia 9 de Julho, afetaram mais de 14.000 hectares no vale do rio Sabor e encostas envolventes, integradas na Zona de Protecção Especial para aves selvagens e Sítio de Importância Comunitária – Rios Sabor e Maçãs - ambos constituintes da Rede Natura 2000, onde estão a avançar as obras da albufeira e barragem do Baixo-Sabor, promovida pela EDP.
Dado que existe a afetação desta importante área classificada com habitats prioritários para a conservação, a Quercus exige que seja elaborado e divulgado um relatório detalhado da ocorrência, referindo as diversas questões ligadas à definição da estratégia de atuação e de prioridades de combate para defesa dos valores existentes.
Sem prejuízo desta avaliação, é já evidente que estamos na presença de uma clara falha de todo o sistema de prevenção e de combate aos incêndios, em que as autoridades responsáveis demostraram a sua total inoperância em situações deste género.
Esta ocorrência é também a prova indesmentível do desinvestimento e das políticas erradas de ordenamento florestal, prevenção e combate promovidas pelos últimos governos.
É pois urgente apurar responsabilidades, pelo que há várias questões no ar que deverão ser respondidas por quem de direito:
- Os municípios implementaram o Plano Municipal de Defesa da Floresta Contra incêndios (obrigatório por lei) e executaram as ações de prevenção nele previsto?
- Como foi organizada a supressão do fogo nas diferentes fases?
- Que análise ao comportamento do fogo foi realizada e quais as estratégias delineadas?
- Como e por quem foram definidas as prioridades de defesa em termos de habitats prioritários a salvaguardar?
- Qual a integração nas estratégias de combate?
- Porque falharam as diversas oportunidades para parar a propagação do fogo nas estradas a norte da Quinta das Quebradas e sobretudo na N225?
- Quais os fatores que determinaram a forma final do perímetro do incêndio, o qual não parece corresponder nem à meteorologia, nem à orografia?
- Existiram manobras de uso de fogo de supressão? Quem foram os responsáveis pela sua execução, onde foram executadas e quais os resultados obtidos?
- Não deveriam existir equipas especializadas permanentes em áreas protegidas sensíveis para prevenção e combate, com conhecimentos técnicos e do território que facilitassem as decisões e as intervenções nestas situações?
A Quercus considera necessária uma estratégia de longo prazo com melhores políticas agro-florestais, que promova o investimento público na floresta autóctone , com recurso a diversas espécies mais resistentes ao fogo, como os carvalhos, sobreiros e outras adaptadas ao território.
Lisboa, 13 de julho de 2013
A Direção Nacional da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza
12/07/13
Noites Europeias das Borboletas Noturnas 2013
As Noites Europeias das Borboletas Noturnas 2013 começam já esta semana.
Este amplo evento tem vindo a crescer há vários anos e visa promover o conhecimento sobre este grupo de borboletas.
Estamos apoiar a organização de 3 noites na região da Guarda e de Manteigas, organizadas pelo Fernando Romão.
Deixamos o convite para participar nesta iniciativa
Este amplo evento tem vindo a crescer há vários anos e visa promover o conhecimento sobre este grupo de borboletas.
Estamos apoiar a organização de 3 noites na região da Guarda e de Manteigas, organizadas pelo Fernando Romão.
Deixamos o convite para participar nesta iniciativa
09/07/13
Comunicado | Conheça os automóveis mais eficientes no mercado português em Topten.pt
Quercus quer dados de consumo de combustível e emissões mais próximos da realidade
Conheça os automóveis mais eficientes no mercado português em Topten.pt
Os consumidores portugueses podem conhecer em www.topten.pt a lista atualizada de automóveis energeticamente mais eficientes do mercado português, sendo esta uma das categorias de produtos mais procuradas pelos consumidores portugueses nesta ferramenta online gerida pela Quercus.
No total foram selecionados 68 modelos, distribuídos por sete categorias, sendo a Toyota, a Ford e a Volkswagen as marcas com mais modelos representados, com 11, 8 e 6 respetivamente. Esta seleção com base na análise de parâmetros como as emissões de dióxido de carbono e de outros poluentes atmosféricos, o nível de ruído produzido e os recursos utilizados na produção dos veículos.
O Topten.pt está inserido no Euro-Topten Max, um projeto europeu financiado pelo Intelligent Energy Europe, que reúne 21 parceiros de 18 países com o intuito de mostrar aos consumidores que estes têm um papel ativo no combate às alterações climáticas, através das escolhas que fazem no seu dia-a-dia em termos de impacto ambiental. Esta pretende ser também uma ferramenta de pressão junto dos fabricantes, para incentivar a uma melhoria contínua dos equipamentos à venda no mercado. Em Portugal, o projeto é gerido pela Quercus e apoiado pela ADENE – Agência para a Energia, podendo ser consultado em www.topten.pt.
Quercus exige mais transparência na divulgação de dados de consumo de combustível
De acordo com um estudo recente realizado pela Federação Europeia para os Transportes e Ambiente (T&E), existe uma discrepância entre os dados relativos ao consumo de combustível e emissões de CO2 divulgados por vários fabricantes europeus de automóveis e aqueles que se verificam depois em condições reais de condução(1).
Marcas automóveis como a BMW, Audi, Vauxhall/Opel (GM) e a Mercedes (Daimler) são as que apresentam maiores diferenças, tipicamente entre os 25% e os 30%. Outras marcas, como a Renault, a Peugeot Citroen (PSA) e a Toyota são as que apresentam menores diferenças, em média 15%. O estudo mostra ainda que os fabricantes automóveis com melhor desempenho ambiental (mais eficientes e com menores emissões poluentes) das suas frotas manipulam menos os resultados.
Em média, apenas 55% das melhorias obtidas em testes em laboratório resultaram em reduções efetivas de emissões poluentes e de consumo de combustível em condições reais de condução, comparando a evolução do mercado entre 2005 e 2011, com consequências ao nível da transparência e confiança dos consumidores nas marcas.
Indústria automóvel pode ajudar a criar mais de 1 milhão de postos de trabalho
A inovação da indústria automóvel pode ajudar a criar entre 500.000 e 1.1 milhões de novos empregos na União Europeia até 2030. É o que mostra outro estudo europeu, realizado recentemente por várias consultoras e especialistas na área dos transportes(2).
O setor poderá também contribuir para revitalizar a economia europeia através do desenvolvimento e da implementação de novas tecnologias para reduzir o consumo de combustível e de emissões de CO2 nos veículos. Esta melhoria tecnológica poderá ajudar a reduzir as importações de combustíveis fósseis para a Europa, com uma poupança que pode variar entre 58 e 83 mil milhões de euros por ano, dando um forte contributo para a mitigação das alterações climáticas.
Lisboa, 7 de julho de 2013
A Direção Nacional da Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza
1 - Estudo publicado pela Federação Europeia para os Transportes e Ambiente (T&E) (março de 2013):
http://www. transportenvironment.org/ publications/mind-gap-why- official-car-fuel-economy- figures-don%E2%80%99t-match- reality
2 - Estudo “Fuelling Europe’s Future: How auto innovation leads to EU jobs”, elaborado pela Cambridge Econometrics, em colaboração com as consultoras Ricardo-AEA, Element Energy e a participação de vários especialistas da área dos transportes (junho 2013): http://www.camecon.com/Europe/ EnergyEnvironment/ FuellingEuropesFuture.aspx
Para mais esclarecimentos contactar:
Francisco Ferreira, Grupo de Energia e Alterações Climáticas | (+351) 937788470 | franciscoferreira@quercus.pt
Ana Rita Antunes, Grupo de Energia e Alterações Clim&aa cute;ticas | (+351) 934794359 | ritaantunes@quercus.pt
No total foram selecionados 68 modelos, distribuídos por sete categorias, sendo a Toyota, a Ford e a Volkswagen as marcas com mais modelos representados, com 11, 8 e 6 respetivamente. Esta seleção com base na análise de parâmetros como as emissões de dióxido de carbono e de outros poluentes atmosféricos, o nível de ruído produzido e os recursos utilizados na produção dos veículos.
O Topten.pt está inserido no Euro-Topten Max, um projeto europeu financiado pelo Intelligent Energy Europe, que reúne 21 parceiros de 18 países com o intuito de mostrar aos consumidores que estes têm um papel ativo no combate às alterações climáticas, através das escolhas que fazem no seu dia-a-dia em termos de impacto ambiental. Esta pretende ser também uma ferramenta de pressão junto dos fabricantes, para incentivar a uma melhoria contínua dos equipamentos à venda no mercado. Em Portugal, o projeto é gerido pela Quercus e apoiado pela ADENE – Agência para a Energia, podendo ser consultado em www.topten.pt.
Quercus exige mais transparência na divulgação de dados de consumo de combustível
De acordo com um estudo recente realizado pela Federação Europeia para os Transportes e Ambiente (T&E), existe uma discrepância entre os dados relativos ao consumo de combustível e emissões de CO2 divulgados por vários fabricantes europeus de automóveis e aqueles que se verificam depois em condições reais de condução(1).
Marcas automóveis como a BMW, Audi, Vauxhall/Opel (GM) e a Mercedes (Daimler) são as que apresentam maiores diferenças, tipicamente entre os 25% e os 30%. Outras marcas, como a Renault, a Peugeot Citroen (PSA) e a Toyota são as que apresentam menores diferenças, em média 15%. O estudo mostra ainda que os fabricantes automóveis com melhor desempenho ambiental (mais eficientes e com menores emissões poluentes) das suas frotas manipulam menos os resultados.
Em média, apenas 55% das melhorias obtidas em testes em laboratório resultaram em reduções efetivas de emissões poluentes e de consumo de combustível em condições reais de condução, comparando a evolução do mercado entre 2005 e 2011, com consequências ao nível da transparência e confiança dos consumidores nas marcas.
Indústria automóvel pode ajudar a criar mais de 1 milhão de postos de trabalho
A inovação da indústria automóvel pode ajudar a criar entre 500.000 e 1.1 milhões de novos empregos na União Europeia até 2030. É o que mostra outro estudo europeu, realizado recentemente por várias consultoras e especialistas na área dos transportes(2).
O setor poderá também contribuir para revitalizar a economia europeia através do desenvolvimento e da implementação de novas tecnologias para reduzir o consumo de combustível e de emissões de CO2 nos veículos. Esta melhoria tecnológica poderá ajudar a reduzir as importações de combustíveis fósseis para a Europa, com uma poupança que pode variar entre 58 e 83 mil milhões de euros por ano, dando um forte contributo para a mitigação das alterações climáticas.
Lisboa, 7 de julho de 2013
A Direção Nacional da Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza
1 - Estudo publicado pela Federação Europeia para os Transportes e Ambiente (T&E) (março de 2013):
http://www.
2 - Estudo “Fuelling Europe’s Future: How auto innovation leads to EU jobs”, elaborado pela Cambridge Econometrics, em colaboração com as consultoras Ricardo-AEA, Element Energy e a participação de vários especialistas da área dos transportes (junho 2013): http://www.camecon.com/Europe/
Para mais esclarecimentos contactar:
Francisco Ferreira, Grupo de Energia e Alterações Climáticas | (+351) 937788470 | franciscoferreira@quercus.pt
Ana Rita Antunes, Grupo de Energia e Alterações Clim&aa cute;ticas | (+351) 934794359 | ritaantunes@quercus.pt
08/07/13
Visita ao viveiro florestal da serra da Malcata
No dia 28 de Junho, pelas 15 horas, o Presidente da direcção
e três voluntários da Quercus visitaram o Viveiro Florestal da Reserva Natura
da Serra da Malcata, situado no concelho do Sabugal.
Antes da visita ao viveiro, tivemos a oportunidade de
visitar a zona da Malcata, onde se encontra a Reserva Natural e apreciar a
magnitude extraordinária que a beleza da Natureza tem para nos oferecer e
respirar todo o ar puro que só as árvores nos podem proporcionar.
No terreno do Viveiro, podemos ver a Estufa - o «Jardim de
Infância» onde as plantas conseguem crescer num ambiente controlado e seguro-,
o Túnel - a «Escola Primária» onde as plantas conseguem "viver" fora
da zona de conforto e lidar com algumas "agressões" ambientais-, a
Casa da Sombra - aqui as plantas já estão numa fase "adulta" -, e ,
por fim, o “Atemponamento” - onde as plantas acabam por ficar, uma vez que se
encontram no seu último estágio.
O Viveiro colhe também algumas sementes para semear ; quem
estiver interessado em obter as árvores/plantas podem adquiri-las no próprio
Viveiro, por um preço bastante acessível.
O Viveiro Florestal possui um espaço de horticultura - a
Horta Pedagógica - onde escolas, organizações, entidades podem trazer as suas
crianças para que estas possam cultivar e, mais tarde ver o resultado final.
Costumamos ver as árvores grandes e adultas e adoramos a sua
sombra, a sua tranquilidade e a sua grandiosidade e, esquecemos-nos de que são
Vida, são o Ar que respiramos e há pessoas que dedicam a sua vida a criá-las, a
amá-las! E cabe a cada um de nós saber valorizar e respeitar mais a Mãe
Natureza e, para isso, a Quercus é o melhor sítio para te informares e te
consciencializares!
Convém salientar que o Viveiro Florestal se encontra no
Centro de Educação Ambiental da Sra. da Graça, freguesia de Aldeia de Santo
António e concelho de Sabugal (junto à barragem).
Agradecemos a disponibilidade de toda as pessoas presentes
e, esperamos por outras iniciativas!
[Obrigado Natasha Fernandes pelo artigo de imprensa]
4.ª Caminhada pela Quercus 14 de Julho 2013 Fornos de Algodres [cancelada]
Olá,
Devido ao calor excessivo que se tem verificado nos últimos dias, com aviso laranja e com risco de incêndio muito elevado, a caminhada prevista para 14 de julho em Fornos de Algodres está cancelada.
Pedimos desculpas pelo incómodo.
P'la Direção do Núcleo Regional da Guarda da Quercus.
Devido ao calor excessivo que se tem verificado nos últimos dias, com aviso laranja e com risco de incêndio muito elevado, a caminhada prevista para 14 de julho em Fornos de Algodres está cancelada.
Pedimos desculpas pelo incómodo.
P'la Direção do Núcleo Regional da Guarda da Quercus.
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