21/03/13

primavera e saldos no CERAS‏


Chegou a primavera! e o SALDOS ao CERAS!! desde hoje (20 de Março) até o 12 de Abril, 
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Quercus A.N.C.N.
R. Dr. João Frade Correia Lote 7, loja direita,
6000-352 Castelo Branco
• Transferência bancária,
NIB: 003502220004601703083
Banco: Caixa Geral de Depósitos
*O comprovativo deve ser enviado para o e-mail acima referido.
Mais informações:

20/03/13

Nota de Imprensa 20 de Março de 2013



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21 de Março de 2013, o primeiro “Dia Internacional das Florestas”

Problemas da floresta persistem sem serem resolvidos


O Dia da Árvore ou Dia Mundial da Floresta, 21 de março, estava instituído na sociedade há décadas, mas agora a ONU lançou mais uma iniciativa visando chamar a atenção para a problemática das florestas no Mundo: a partir deste ano, 21 de março será o Dia Internacional das Florestas. A questão que várias organizações não-governamentais colocam é se esta iniciativa vai ajudar a contribuir para a conservação da floresta, dada a falta de medidas efetivas dos diversos governos para conseguir travar a destruição das florestas ao nível mundial.

A Quercus alerta para a necessidade de melhorar o ordenamento e gestão da floresta portuguesa

A Quercus tem alertado há vários anos para a persistência de diversos problemas da floresta portuguesa que passam essencialmente pela falta de ordenamento e de gestão sustentável, com consequências evidentes na propagação dos incêndios e na falta de controlo de doenças como o Nemátodo da Madeira do Pinheiro, a qual está a provocar uma elevada mortalidade do pinhal-bravo em algumas áreas e também o declínio dos povoamentos de sobreiro e azinheira.

A Quercus, para além da arborização com espécies portuguesas, defende a promoção da gestão da regeneração natural das espécies autóctones bem adaptadas aos nossos solos e clima, como o pinheiro-bravo, o pinheiro-manso, o carvalho-alvarinho, o carvalho-negral; o carvalho-português, o sobreiro, a azinheira, a cerejeira-brava, o freixo, entre outras, e o seu incremento através da sua plantação, de forma a diversificar a nossa floresta e as atividades económicas associadas ao sector florestal.

Suspensão dos Planos Regionais de Ordenamento Florestais contraria ordenamento

No passado dia 19 de fevereiro foi publicada a Portaria n.º 78/2013, a qual identifica a ocorrência de factos relevantes que impõem uma revisão dos Planos Regionais de Ordenamento Florestal (PROF) em vigor em Portugal continental, bem como a suspensão parcial desses Planos, com efeitos retroativos a 7 de Fevereiro.

Para a Quercus, a questão principal é que não existem factos relevantes que viabilizem a suspensão de alguns artigos dos PROF, como seriam o planeamento e execução em zonas críticas na Defesa da Floresta Contra Incêndios ou a edificação em zonas de elevado risco de incêndio, também previstos noutra regulamentação específica.

O que é facto é que foram suspensas as “metas de arborização” que, após estudos e discussão nas comissões de acompanhamento dos PROF, tinham sido estabelecidas pelos serviços da Autoridade Florestal Nacional, as únicas normas que verdadeiramente condicionavam o aumento de arborizações com eucalipto em determinadas áreas do território, ou impunham mesmo o seu decréscimo. Neste contexto, só fará sentido que as mesmas tenham sido suspensas apenas para dar cobertura aos interesses das celuloses e da fileira do eucalipto, até porque praticamente todas as outras espécies florestais não tiveram crescimento acentuado e, portanto, as metas poderiam e deveriam ter sido mantidas, com revisão pontual fundamentada para cada situação.

Apenas o surgimento de novas unidades de transformação de biomassa para produção de energia é uma tendência mais recente, mas este ocorre sem a devida integração na Estratégia Nacional para as Florestas e resulta de uma incorreta política de incentivos à produção de energia com origem na biomassa por parte do Ministério da Economia.

O Conselho Diretivo do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) e o Governo, ao pretenderem promover uma revisão geral dos PROF, numa conjuntura em que o Estado não tem recursos humanos e financeiros para o efeito, acabam apenas por levar a cabo uma tentativa de ludibriar os cidadãos para uma questão que não é prioritária em matéria de política florestal.

Desafectações do Regime Florestal em diversos Perímetros Florestais

O Governo tem promovido desafectações do Regime Florestal em diversos Perímetros Florestais no País e o caso do núcleo do Monte do Prado, em 46 hectares no interior do perímetro florestal das Serras do Soajo e Peneda, em Melgaço, com cerca de 1 Km da margem do Rio Minho é preocupante.

O Governo através do Decreto n.º 2/2013 de 19 de Fevereiro, argumenta que os baldios do perímetro florestal das Serras do Soajo e Peneda foram devolvidos ao uso e fruição dos compartes, a assembleia de compartes dos baldios da freguesia do Prado, a qual deliberou, por unanimidade, extinguir uma parcela de terreno baldio com a área de 462750m2, situado no Monte do Prado, passando a integrar o domínio privado da freguesia de Prado, após desafectação do Regime Florestal.

Estas desafectações estão relacionadas com a especulação imobiliária e neste caso do Monte do Prado visa a execução de uma unidade operativa de planeamento e gestão para viabilizar uma proposta na revisão do PDM de Melgaço, tendo o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas dado parecer favorável, o que é manifestamente incongruente.

A Quercus espera que o primeiro Dia Internacional da Floresta ajude na reflexão sobre a necessidade de implementação de uma estratégia florestal que adote medidas regulamentares para conservar as espécies da nossa floresta autóctone e que o Governo não aprove a nova proposta de regime de arborização e rearborização, a qual apenas promove a expansão desregrada das monoculturas de eucaliptal.

Lisboa, 20 de Março de 2013

A Direção Nacional da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza

19/03/13

QUERCUS ALERTA PARA PERIGO DE EXTINÇÃO A CURTO PRAZO DO LOBO-IBÉRICO NO PARQUE NATURAL DO ALVÃO


NOTA DE IMPRENSA
19 de Março de 2013
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A Quercus vem alertar para possibilidade de virmos a assistir, a muito curto prazo, à extinção da população de lobos no Sítio de Importância Comunitária Alvão-Marão e no Parque Natural do Alvão, dado que a espécie está em iminente risco de desaparecer nestas duas áreas.

Neste momento, as alcateias sobreviventes no SIC Alvão-Marão e no PN do Alvão estão isoladas e o seu sucesso reprodutivo tem sido praticamente nulo. Esta situação teve como principal causa a proliferação de infraestruturas, como vias de comunicação, parques eólicos e seus acessos, as quais provocaram a fragmentação do habitat da espécie e a sua perturbação, através do aumento da presença humana e de veículos automóveis nos seus territórios de caça e de reprodução.

Nova estrada no Parque Natural do Alvão agravará ainda mais a situação

A construção de mais uma nova estrada no Parque Natural do Alvão, promovida pelo Município de Vila Real, é mais uma infraestrutura que trará efeitos negativos nas já ameaçadas alcateias, com a previsível passagem de milhares de carros por ano em locais que atualmente têm uma intensidade quase nula de tráfego automóvel.

Apesar da Lei de Proteção do lobo-ibérico referir que cabe ao Estado “adotar uma política de ordenamento que não desfigure os habitats da espécie e possibilite a recuperação onde ela for possível…” e proibir “a destruição ou deterioração do respectivo habitat” e mesmo a sua “perturbação”, a verdade é que a existência de legislação em nada impede que o Estado Português continue a promover a construção de novas estradas dentro de áreas protegidas, neste caso através de um Município que se apresenta publicamente como grande defensor da conservação da biodiversidade no Alvão-Marão, nomeadamente da acarinhada borboleta-azul.

Talvez por ironia do destino, esta estrada atravessará também uma área de ocorrência da borboleta-azul (Phengaris alcon), pelo que poderá afetar significativamente uma população destas raras borboletas.

Esta estrada acabará ainda com o último percurso pedestre entre Lamas de Olo e Fisgas do Ermelo, o qual é possível fazer atualmente sem a presença significativa de trânsito automóvel. Por outro lado, passará praticamente por cima de um local muito apreciado para a prática balnear, junto à ponte de pedra sobre o Rio Olo.

Deste modo, a Quercus apela ao Município de Vila Real que escolha a proteção da Biodiversidade e que anuncie publicamente o cancelamento do projeto de construção da nova estrada em questão.

Lisboa, 19 de Março de 2013
A Direção Nacional da Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza

15/03/13

Comunicado | Dia Internacional de Luta pelos Rios e Contra as Barragens: organizações alertam para impacto social, económico e ambiental se Portugal insistir na construção de barragens‏

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Dia Internacional de Luta pelos Rios e Contra as BarragensOrganizações signatárias alertam para impacto social, económico e ambiental se Portugal insistir na construção de barragens


Lisboa, 14 de Março de 2013: No Dia Internacional de Luta pelos Rios e Contra as Barragens, as organizações signatárias alertam para as consequências sociais, económicas e ambientais inerentes à construção de novas barragens, que os sucessivos governos têm vindo a ignorar, ao insistir na promoção de barragens caras e comprovadamente inúteis.

No âmbito do Programa Nacional de Barragens têm sido muitos os atentados ambientais já denunciados e comunicados ao Governo, que insiste em ignorar o impacte ambiental irreversível provocado pelas novas grandes barragens: degradação da qualidade da água, destruição de solos agrícolas, alteração de paisagens únicas e de ecossistemas raros. 

Não obstante as supostas vantagens alegadas pela EDP, principal beneficiária deste Programa, este representará um acréscimo mínimo de 10% na factura da electricidade do consumidor. Do ponto de vista energético, o resultado é irrelevante: acrescenta somente 0,5% à energia já produzida no país, a um custo 10 vezes superior ao de medidas equivalentes de eficiência energética. Com os reforços de potência já aprovados, sem nenhuma nova barragem, ultrapassa-se a meta de potência de hidroeléctrica instalada: 7000 MW.

O Programa de Barragens pressupunha um crescimento de consumo por tempo indeterminado, de cerca de 2% ao ano; mas o actual contexto económico e o início da aplicação de medidas de eficiência fizeram com que o consumo de electricidade de 2012 igualasse o de 2007; só em 2012 o consumo caiu 3% e esta tendência persiste em 2013.

Impõe-se destacar a construção da barragem de Foz Tua e o iminente despovoamento da região, já de si empobrecida. Se esta barragem avançar, serão destruídos valores com um potencial turístico e patrimonial inestimável, nomeadamente no Vale e linha do Tua. Parar a construção da barragem de Foz Tua agora é 30 (trinta) vezes mais barato do que deixá-la avançar e pagar à posteriori os custos de uma electricidade inútil e caríssima. Se a construção de barragens trouxesse de facto desenvolvimento, a região Norte e o Alto Douro seriam já hoje uma das regiões mais desenvolvidas no país. 

Neste dia de luta, as Associações signatárias anunciam um conjunto de acções que visam parar a construção da barragem de Foz Tua:  


- Intentar uma acção em tribunal reafirmando a inutilidade deste investimento e o atentado ambiental directo desta obra;

- Renovar o pedido de audiência com o Primeiro-Ministro;

- Demonstrar perante a UNESCO que o Estado português não vai cumprir os compromissos no caso de Foz Tua e do Alto Douro Vinhateiro;

- Submeter as petições em curso às instituições nacionais e comunitárias;

- Realizar uma actividade de canoagem/rafting nos rios Sabor e Tua, entre 25 e 28 de Abril.

10/03/13

Comunicado | Hidrofluorcarbonos: Emissões aumentarem quase 20 vezes, Quercus quer regulamentação europeia forte



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Hidrofluorcarbonos: Quercus quer regulamentação europeia forte

Emissões em Portugal aumentaram quase 20 vezes entre 1995 e 2010



Os gases fluorados, ou “gases F” como são habitualmente designados, têm tido um contributo crescente, na Europa, para as emissões de gases com efeito de estufa causadoras do aquecimento global. Os poluentes em causa correspondem, na sua maioria, aos hidrofluorcarbonos (HFCs), que são fluidos refrigerantes utilizados principalmente em equipamentos de frio e ar condicionado.

Em Portugal, entre 1995 e 2010, verificou-se um aumento de emissões de 66 para 1232 milhares de toneladas de CO2 equivalente, ou seja quase 20 vezes. Mesmo representando apenas cerca de 2% do total de emissões de gases com efeito de estufa, é uma tendência que deverá ser invertida com urgência.

Está atualmente em discussão na União Europeia, ao nível do Parlamento Europeu e Conselho Europeu, uma proposta de revisão da legislação europeia sobre gases fluorados, tendo por base uma proposta da Comissão Europeia (1) que as organizações não governamentais de ambiente consideraram abaixo do possível e necessário.

O projeto de relatório apresentado pelo eurodeputado holandês Verde Bas Eickhout ultrapassa a falha na proposta da Comissão, sugerindo banir a colocação no mercado de equipamentos baseados em HFCs, super gases de efeito estufa com um potencial de aquecimento global centenas ou milhares de vezes maior do que o do dióxido de carbono. No mercado existem já alternativas seguras, custo-eficazes e eficientes em termos energéticos. O relatório insere a proibição de novos equipamentos baseados em HFC em todos os setores principais, incluindo refrigeração, ar condicionado e espumas – sempre que haja alternativas que possam atender plenamente à procura do mercado.

O relator propõe também apertar o cronograma de retirada do mercado que a Comissão tinha proposto para reduzir gradualmente a quantidade de HFC vendidos na União Europeia, a fim de acabar com a alocação excessiva de licenças HFC dadas a empresas. Além disso, os produtores e importadores serão obrigados a pagar uma taxa de alocação para as licenças de emissão de HFC que necessitarem - em consonância com o princípio do poluidor pagador.

Susanna Ala-Kurikka, Diretora de Política de Energia e Clima do European Environment Bureau (EEB) reagiu afirmando que "os direitos ao uso de HFCs são um bem valioso e não deve ser distribuído gratuitamente. O produto pode ser usado para ajudar os governos que precisam de dinheiro para implementar a legislação e para apoiar as pequenas empresas nos seus esforços de conformidade."

Ala-Kurikka acrescenta ainda que “depois da dececionante proposta da Comissão, a proposta do relator proporciona uma boa base para o arranque do debate no Parlamento. Os deputados devem agora usar os próximos meses no sentido de promover a ambição necessária para a regulamentação garantir que a Europa pode colher os benefícios económicos e as vantagens para o clima de uma indústria forte de substâncias alternativas”.

Para Francisco Ferreira, coordenador das áreas de energia e clima da Quercus, “este é um dossier muito importante onde quer o Governo, quer os eurodeputados portugueses, quer a indústria portuguesa comercializadora e utilizadora de hidrofluorcarbonos podem dar passos importantes na prevenção das alterações climáticas”.


Lisboa, 10 de Março de 2013

A Direção Nacional da Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza

07/03/13

Caminhada CorrAC pelo Castanheiro, 23 de Março Sabugal

O Fórum Florestal irá dar arranque ao calendário de actividades da Iniciativa CorrAC 2013, com uma caminhada em defesa e promoção do castanheiro, a realizar no dia 23 de Março, no Sabugal. Esta iniciativa aproveita a celebração do dia da árvore e o inicio da primavera.

O castanheiro é uma essência florestal que ao longo das últimas décadas tem perdido o seu espaço nos territórios da raia, muito por força da doença da tinta, contudo esta espécie é um ex-líbris para a biodiversidade é assume cada vez maior importância na balança económica dos produtos florestais.

Esta iniciativa conta com a co-organização da Câmara Municipal do Sabugal e da Sabugal+ e o apoio Institucional do Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), da Quercus e do Serra Shopping, onde iremos estar a promover esta iniciativa na semana de 18 a 24 de Março de 2013.

A caminhada terá inicio às 10h junto à Câmara Municipal do Sabugal e terminará na Colónia Martim Rei, onde se dará lugar a um almoço de convivio. Teremos à disponibilização de todos os participantes um autocarro de volta para a Câmara Municipal do Sabugal, de utilização gratuita.

Haverá ainda entrega de prémios e outras surpresas, Não deixem de aparecer!


14º Encontro Nacional de Ecologia SPECO - Encontro da Primavera APEP 2013

14º Encontro Nacional de Ecologia SPECO
Encontro da Primavera APEP 2013

A Ecologia e os novos desafios da gestão de ecossistemas e paisagens

Instituto Politécnico de Bragança
Bragança
17-19 de junho de 2013

SPECO, APEP, e CIMO/IPB
 

O 14º Encontro Nacional de Ecologia e Encontro da Primavera APEP 2013 é
uma organização conjunta da Sociedade Portuguesa de Ecologia (SPECO) e da
Associação Portuguesa de Ecologia da Paisagem (APEP).

O evento terá lugar em Bragança onde a SPECO organiza pela primeira vez o
seu encontro bianual e onde a APEP repete os encontros anuais de 2000 e
2008, dando assim sequência aos objetivos de descentralização e
promoção de novas parcerias de investigação ao nível nacional que
ambas as associações desde sempre promoveram.

A abordagem integrada dos contributos de todas as áreas específicas de
ecologia, quer terrestre quer aquática, e das suas múltiplas interfaces,
são essenciais para a análise dos problemas e procura de soluções
apontando novas direcções de investigação. Tal reveste de importância
adicional no contexto de alterações globais em curso com eventuais
efeitos nos ecossistemas e paisagens e nos serviços que eles proporcionam
à sociedade.

A realização conjunta dos Encontros é ainda uma oportunidade para nos
conhecermos melhor enquanto comunidade científica e para potenciarmos o
desenvolvimento de sinergias tão importantes para o desenvolvimento da
ciência ecológica.

O 14º Encontro Nacional de Ecologia e Encontro da Primavera APEP 2013
decorrerá no formato clássico, incluindo apresentações orais e de
painéis e terá a duração total de 3 dias, sendo uma das tardes dedicada
à realização de um visita de estudo ao Monte Morais e à Paisagem
Protegida da Albufeira do Azibo.

Áreas Temáticas

* Agroecologia
* Biogeoquímica
* Conservação, gestão e restauro de ecossistemas e paisagens
* Dinâmica da paisagem
* Dinâmica de populações
* Ecologia e sociedade
* Ecologia molecular e genética da paisagem
* Ecologia urbana
* Ecotoxicologia e monitorização ambiental
* Funcionamento de ecossistemas e paisagens
* Serviços de ecossistema

Calendário

* Submissão de resumos: até 21 de Abril
* Notificação de aceitação: até 19 de Maio
* Inscrição a preço bonificado: até 31 de Maio
* Inscrições: até ao dia do início do evento

Publicação
Os trabalhos apresentados podem ser submetidos para publicação na revista
Ecologi@, publicação online de acesso livre e gratuito, editada pela
SPECO para divulgação do conhecimento científico em todos os domínios
da Ecologia e das suas interfaces. A data limite para submissão dos
manuscritos é o início do Encontro (17 de Junho), devendo estes ser
enviados à SPECO (speco@fc.ul.pt), em Word. As normas para publicação
poderão ser consultadas em:
http://speco.fc.ul.pt/revistaecologia_normasparapublicacao.html

 
Mais informações no site da conferência[1].

SPECO: http://speco.fc.ul.pt
APEP: http://www.apep.pt/

05/03/13

Comunicado | Minuto Verde da Quercus na RTP completa amanhã
 7 anos e quase 1800 conselhos por um melhor ambiente


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Minuto Verde da Quercus na RTP completa amanhã
 7 anos e quase 1800 conselhos por um melhor ambiente
Rubrica regressa a África em 2013 para gravações em Angola e S. Tomé e Príncipe


 
mvAmanhã, dia 6 de Março de 2013, assinalam-se sete anos de emissão do “Minuto Verde”, rubrica ambiental produzida pela Quercus e exibida todos os dias úteis, um pouco antes das 8h, 9h e 10h, no Bom Dia Portugal, programa informativo das manhãs da RTP1, mas também transmitido na RTP Informação, RTP África e RTP Internacional.
 
Desde a sua estreia, em 2006, foram emitidos quase 1800 episódios, que apresentam, em 60 segundos, conselhos ambientais práticos nas mais diversas áreas e divulgam locais ou práticas de interesse natural e ecológico. O programa é um caso único de sucesso na área da sensibilização ambiental não apenas em Portugal, mas também no resto da Europa, onde tem sido apresentado como exemplo de educação e formação ambiental em várias conferências e até como modelo no apoio ao ensino da língua portuguesa.
 
Sete anos depois, a rubrica alargou o âmbito dos temas abrangidos, complementando conselhos domésticos e urbanos com a divulgação de locais prioritários em termos de conservação da natureza ou boas práticas de empresas e autarquias.
 
O Minuto Verde é assegurado voluntariamente pela Quercus através dos apresentadores Francisco Ferreira, Susana Fonseca e Sara Campos, responsáveis pela preparação e seleção dos temas, assegurando a RTP os custos associados à produção. A Quercus recebe também sugestões do público e comentários ou pedidos de informação enviados principalmente através de correio eletrónico, a que tem procurado dar sempre resposta em tempo útil.
 
Gravações em PALOPS continuam em 2013

Em 2012, o Minuto Verde realizou as suas primeiras gravações internacionais em Cabo Verde e Moçambique, após comprovar-se a audiência significativa do programa nestes países, através da RTP África e RTP Internacional. O crescente investimento dos governos locais e empresas em práticas de sustentabilidade estiverem em destaque nos cerca de 20 episódios gravados em cada um desses países.

Em 2013, o Minuto Verde continuará o seu percurso pelos PALOPs, desta vez com deslocações a Angola e S. Tomé e Príncipe, que contarão novamente com o apoio financeiro da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), do Programa Ambiente da Fundação Gulbenkian e de empresas portuguesas. Os temas a abordar resultarão de um diálogo que a Quercus tem mantido com os Ministérios do Ambiente de Angola e de S. Tomé e Príncipe e também com os mecenas que apoiarão o projeto. Procurar-se-á refletir sobre os desafios e boas práticas ambientais nestes países, projetos de sustentabilidade já implementados nas diversas áreas e ainda valores naturais de grande relevo.

Todos os episódios do Minuto Verde ficam disponíveis online em www.rtp.pt/play/p55/minuto-verde, no próprio dia da sua emissão televisiva. Os telespectadores poderão continuar a colocar as suas dúvidas ou sugestões pelo endereço de correio eletrónico quercus@quercus.pt.


Lisboa, 5 de Março de 2013

A Direção Nacional da
 Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza


Comunicado | Quercus e Ergosfera promovem energias renováveis: ENERGY FOOTPRINT 0 permite compensar consumo energético não renovável‏



NOTA DE IMPRENSA

5 de Março de 2013
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Quercus e Ergosfera promovem energias renováveis

ENERGY FOOTPRINT 0 permite compensar consumo energético não renovável

O projeto ECOCASA da QUERCUS e a ENERGY FOOTPRINT 0, marca da ERGOSFERA, empresa nacional de know-how tecnológico na resolução de questões ambientais e de energias renováveis, estabeleceram uma parceria com vista a promover uma maior sustentabilidade no consumo de energia elétrica.



Através da ENERGY FOOTPRINT 0, é possível associar todo o consumo elétrico de uma habitação, serviço ou indústria, a fontes de energia renováveis, compensando a parcela de energia produzida por fontes não renováveis. Para tal, uma família, ou uma entidade pública ou privada compra um certificado de eletricidade produzida por uma fonte renovável. Isto é garantido pelo Renewable Energy Certificate System (RECS), um sistema internacional através do qual os produtores de energias renováveis têm direito a emitir um certificado de energia renovável por cada MWh de eletricidade produzido e injetado na rede elétrica e que também certifica que não há dupla contabilização da produção da eletricidade renovável.

Estima-se que uma família média portuguesa consome cerca de 3500 kWh/ano, dos quais uma parte é já de origem renovável. Para compensar a parcela não renovável da sua fatura anual, pode adquirir certificados de energia renovável que, para esse consumo, equivaleria a um gasto não superior a 10 Euros/ano.

Deste modo, é possível garantir um consumo de energia 100% limpa. A ENERGY FOOTPRINT 0 fornece ainda serviços para obtenção de uma maior eficiência energética, obtida através de um plano de racionalização de energia.

A promoção das energias renováveis e eficiência energética é o principal objetivo do projeto EcoCasa da Quercus, que trabalha diariamente junto dos cidadãos, sensibilizando para uma gestão mais racional do consumo de energia no sector doméstico.
 
A associação à ENERGY FOOTPRINT 0 vem, assim, reforçar a concretização destes objetivos, mostrando que é possível reduzir a pegada de carbono e também associar esse investimento a uma poupança económica, uma vez que quanto menor for o consumo energético, menor será parcela de eletricidade não renovável a compensar.
 

Para mais informações contactar:

Pedro Magalhães | Rui Gomes, Ergosfera | +351 936 898 082 | 919 284 431| geral@ergosfera.pt

Ana Rita Antunes, Quercus | +351 934 794 359 | ritaantunes@quercus.pt

Comunicado | Green Project Awards reforça presença nos países lusófonos


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Green Project Awards reforça presença nos países lusófonos

A pensar nos cinco países de expressão portuguesa em que está presente, o Green Project Awards criou, em parceria com a CPLP, uma nova distinção para o fomentar o desenvolvimento sustentável nos países de expressão portuguesa.

Lisboa, 5 de Março 2013 – A criação de pontes entre os países de expressão portuguesa, através do apoio da CPLP, e o desenvolvimento do empreendedorismo juvenil são os temas em destaque na 6.ª edição do Green Project Awards Portugal (GPA), uma co-organização da Agência Portuguesa do Ambiente, da Quercus e da GCI. 

Para fomentar a cooperação económica, criar sinergias e promover o desenvolvimento sustentável no espaço lusófono, o GPA conta com o apoio institucional da CPLP - Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, que acolheu hoje, na sua sede em Lisboa, o lançamento da edição de 2013 da iniciativa. A apresentação contou, entre outros convidados, com as presenças do do Secretário de Estado do Ambiente e do Ordenamento do Território, Paulo Lemos, do Secretário de Estado do Mar, Manuel Pinto de Abreu, e do Secretário de Estado do Desporto e Juventude, Alexandre Mestre.

Fruto da parceria estabelecida com a CPLP, foi hoje anunciada a criação da “Distinção Green Project Awards – CPLP”, a atribuir no final de 2013 com o objetivo de distinguir, anualmente, um projeto de entre os vencedores de cada edição do Green Project Awards nos cinco países de língua portuguesa em que está a decorrer: Portugal, Brasil, Moçambique, Cabo Verde e Angola. 

Esta distinção pretende marcar a excelência na partilha de boas práticas e do seu potencial valor para os países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa onde o GPA está presente ou em futuros países onde o projeto possa ser uma mais-valia. Simultaneamente, contribuirá para a divulgação de projetos que possam ser replicados entre os países da CPLP, fomentando o desenvolvimento sustentável nos países de expressão portuguesa.

Para José Manuel Costa, Presidente da GCI e um dos principais mentores do Green Project Awards, «a presença do GPA em vários países é a prova de como o projeto pode funcionar como plataforma para o desenvolvimento sustentável, promover a partilha de boas práticas e projetos de cidadãos, empresas, academia, instituições e organizações não governamentais, tanto nacionais como dos países da comunidade lusófona».

Além-fronteiras, as apresentações do Green Project Awards no Brasil, em Moçambique e em Cabo Verde terão também lugar em março. Até ao final do ano, Angola será palco do lançamento da primeira edição no projeto naquele país africano. 

Educar para a sustentabilidade

Os projetos de sustentabilidade, empreendedorismo e cidadania desenvolvidos por jovens, com idades entre os 13 e os 17 anos, são outro dos destaques da 6ª edição do GPA Portugal. 

Esta aposta deu origem à categoria Iniciativa Jovem – Projeto 80, a qual vai premiar as Associações de Estudantes das Escolas do Ensino Básico e do Ensino Secundário que desenvolvam projetos que promovam a gestão eficiente de recursos, a diminuição da pegada carbónica e hídrica, a biodiversidade, o empreendedorismo, a economia verde e a inovação social ou, entre outras formas de cidadania e participação pública, o voluntariado.

Os alunos terão de apresentar os seus projetos através das associações de estudantes das suas escolas, formalmente constituídas ou em fase formal de constituição.

Além da categoria Iniciativa Jovem – Projeto 80, estão abertas as candidaturas para outras seis categorias: Agricultura, Mar e Turismo, para premiar projetos que contribuam para dinamizar o interior em desertificação, as atividades ligadas ao mar e projetos de turismo sustentável; Investigação & Desenvolvimento, na área do ambiente, tecnologia e inovação; Information Technology, que visa demonstrar como a tecnologia pode contribuir de forma relevante para a otimização na utilização dos recursos; Produto e Serviço, para distinguir produtos e serviços já implementados nas áreas de desenvolvimento social, economia, ética e ambiente; Gestão Eficiente de Recursos, que pretende premiar a gestão inovadora como fator fundamental para atingir uma utilização eficaz dos recursos;  e Iniciativa de Mobilização Sic Notícias, destinada a Campanhas de Comunicação e Acções de Sensibilização e Informação. Os projetos poderão ser apresentados até 31 de Maio. 

Ao longo das suas cinco edições, o Green Project Awards já distinguiu 43 projetos em Portugal, num total de 800 candidaturas. Em 2013 continuará a promover a partilha de boas práticas que contribuam para fomentar o empreendedorismo, a inovação e a economia verde. 

O GPA Portugal conta com o Alto Patrocínio da Presidência da República e é apoiado pelo Ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território, Ministério da Economia, Ministério das Finanças, Ministério da Solidariedade e da Segurança Social e pela Secretaria de Estado do Desporto e da Juventude. 

Caixa Geral de Depósitos, Sociedade Ponto Verde, Dalkia, ADENE e LIPOR são os patrocinadores da 6ª edição do Green Project Awards.



Sobre o Green Project Awards

O GREEN PROJECT AWARDS (GPA) é uma iniciativa da Consultora de Comunicação GCI organizada em parceria com a Agência Portuguesa do Ambiente e a Quercus. Lançado em 2008, teve em 2012 uma das melhores edições de sempre ao arrecadar 200 candidaturas de entre sete categorias com foco para a inovação e empreendedorismo, recursos naturais, agricultura, mar e turismo. O reconhecimento da importância do papel do GPA para a sociedade portuguesa surgiu através do Alto Patrocínio da Presidência da Republica.

No final de 2011, o GPA chegou ao Brasil numa co-organização com o Instituto Nacional de Tecnologia e contando com o apoio institucional do Governo brasileiro.
Neste ano, o GPA vai estar presente também em Moçambique, Cabo Verde e Angola, contando com o apoio institucional da CPLP – Comunidade Países de Língua Portuguesa

Para mais informações consulte: www.greenprojectawards.pt

Sobre o Projeto 80 
O Projeto 80, promovido pelo Governo de Portugal em parceria com a Agência Portuguesa do Ambiente, a Direção-Geral da Educação e o Instituto Português do Desporto e Juventude, bem como com a Quercus e o Green Project Awards, e apoiado pela ADENE, Amb3E e Sociedade Ponto Verde, é um projeto de âmbito nacional que visa dinamizar o movimento associativo nas Escolas e promover a educação para a sustentabilidade, empreendedorismo e cidadania democrática.

Os alunos têm que apresentar os seus projetos através das AE´s das suas escolas, formalmente constituídas ou em fase formal de constituição, podendo apresentar projetos desenvolvidos nos anos letivos 2011-2012 ou 2012-2013. As candidaturas estão abertas até 31 de maio.

www.projeto80.pt e http://www.facebook.com/Projeto80

04/03/13

Encontro de agricultura de 3 de março

Realizou-se hoje o segundo encontro de agricultura dedicado à técnica de poda. O frio e a chuva que se fizeram sentir acabaram por condicionar um pouco o nosso trabalho mas mesmo assim foi possível aprender com o Sr. Diamantino algumas regras.





Estes encontros de agricultura são abertos a todos os cidadãos que mostrem interesse na agricultura, valorizando assim os seus terrenos ao mesmo tempo que produzem os seus próprios alimentos.

28/02/13

Concurso de recolha de rolhas de cortiça 2013 | ESCUTEIROS


Amigos da cortiça,

Este ano o concurso de recolha de rolhas de cortiça é dirigido aos ESCUTEIROS. Em 2012, através da iniciativa Rolhas que Dão Folhas o Continente premiou escolas pela recolha de rolhas de cortiça. Em 2013, a Quercus está a promover um concurso entre os escuteiros.

Por cada 1 kg de rolhas entregue pelos escuteiros, a Quercus dá em troca uma 1 árvore autóctone, para plantar no Campo Nacional de Actividades Escutistas de Idanha-a-Nova (CNAE), em Novembro de 2013. O Agrupamento de Escuteiros que recolher mais rolhas ganha um Acampamento em EcoCamping com visita guiada à fantástica Herdade do Freixo do Meio nos dias 28 e 29 de Setembro.

Se tiverem escuteiros entre vós ou existir um agrupamento de escuteiros por perto incentivem-nos a participar e colaborem com eles na recolha de rolhas de cortiça!

Todas as atividades do Green Cork Escolas mantêm-se e as rolhas de cortiça podem continuar a ser entregues nas lojas Continente, no Dolce Vita ou através da Biological (para cafés, restaurantes e hotéis).

Boas recolhas,
A equipa Green Cork | Quercus

19/02/13

2 sábados 2 workshops




O Núcleo Regional da Guarda da Quercus vai realizar nos sábados 9 e 16 de março 2 workshops de sensibilização ambiental.

O primeiro (workshop de introdução à cosmética natural) marcado para 9 de março (14h00-1730) tem por objetivo incentivar os participantes a criarem produtos cosméticos a partir de produtos naturais e de procedimentos simples. Pretende-se que no final do workshop os participantes sejam capazes de elaborar e saber aplicar cosméticos naturais básicos. Este workshop tem um custo de 15€ e já inclui os materiais a utilizar na formação.

O segundo workshop (cozinha vegetariana) marcado para 16 de março (14h30-21h00) permitirá aos participantes confecionarem dois pratos vegetarianos ao mesmo tempo que poderão esclarecer todas as dúvidas sobre este tema com a formadora. O workshop tem um custo de 12,50€ e já inclui todos os alimentos necessários.

Ambos os workshops realizam-se na Quinta da Maunça. As inscrições ou pedido de informações podem ser feitos através do tlm. 931 104 568 ou e-mail guarda@quercus.pt.



16/02/13

Encontro de agricultura de 16 de fevereiro

Realizou-se hoje a primeira sessão prática de agricultura promovida pelo Núcleo Regional da Guarda, em João Bragal, destinada ao grupo de cidadãos que têm mostrado interesse no regresso à agricultura, valorizando assim os seus terrenos ao mesmo tempo que produzem os seus próprios alimentos. Esta sessão contou com a valiosa colaboração da professora Ludovina.


Todos os interessados em fazer parte do grupo deverão contactar o Núcleo através dos contactos habituais (guarda@quercus.pt ou 931 104 568).