"À descoberta da Serra de S. Mamede" - Marvão, 10 de Novembro de 2012
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Os Núcleos Regionais de Castelo Branco e de Portalegre da Quercus vão organizar, no próximo dia 10 de Novembro, uma saída de campo no Parque Natural da Serra de S. Mamede. Com esta actividade pretende-se tomar contacto com a beleza e diversidade das paisagens deste Parque Natural, bem como observar e identificar a sua diversidade florística e faunística.
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Pretende-se também descobrir algumas das particularidades geológicas da região e comprovar a tipicidade das suas povoações e respectivas tradições culturais e históricas.
Inscreva-se e participe na iniciativa!
Consulte o programa e ficha de inscrição em anexo. Preços e Inscrições (até 8 de Novembro): - 5 euros (sócios da Quercus); poderá tornar-se sócio aquando da inscrição na actividade. - O preço inclui o seguro e o percurso guiado. - Limite máximo de 20 inscrições Notas: - As refeições ficam a cargo dos participantes. - O transporte ficará a cargo dos participantes, sendo a organização responsável por coordenar os meios, de forma a rentabilizá-los ao máximo; - Os participantes devem levar binóculos, roupa e calçado confortável, adequado às condições atmosféricas e à natureza da actividade. Contactos para mais informações:
Núcleo Regional de Portalegre da Quercus
E-mail: portalegre@quercus.pt Núcleo Regional de Castelo Branco da Quercus E-mail: castelobranco@quercus.pt |
04/11/12
À descoberta da Serra de S. Mamede - Marvão, 10 de Novembro de 2012
Comunicado | Quercus apoia novas metas para reciclagem de 70% das embalagens em 2020
Quercus apoia novas metas para reciclagem de 70% das embalagens em 2020
As novas metas de reciclagem de embalagens urbanas propostas pela Sociedade Ponto Verde apontam para um valor de 70% em 2020, objetivo este também apoiado pela Quercus.
Este apoio deve-se, por um lado, ao facto de uma maior taxa de reciclagem ter inegáveis vantagens ambientais e sociais, mas também porque esta meta é exequível, tendo em conta o cada vez maior envolvimento da população na recolha seletiva, os novos sistemas de recolha (como o porta-a-porta), assim como as novas tecnologias de triagem de embalagens entre as quais se destaca a do Tratamento Mecânico e Biológico de resíduos urbanos.
A proposta também aponta para a clara existência de metas de reciclagem separadas para as embalagens urbanas (de origem doméstica) e para as não urbanas (de origem industrial ou comercial), posição que a Quercus apoia como forma de tornar todo o processo mais transparente.
Esta proposta está agora a ser avaliada pelo Ministério do Ambiente, no âmbito da renovação da licença da atual entidade gestora de embalagens (Sociedade Ponto Verde) e da eventual atribuição de uma licença a outra entidade.
Para além destas questões, a Quercus também está a acompanhar outros aspetos desta licença, considerando fundamental que, no caso de se licenciar mais do que uma entidade gestora, sejam garantidas condições de concorrência leal entre as entidades, nomeadamente:
- Existência de obrigações iguais, em função da quota de mercado, para a receção por cada entidade gestora das embalagens urbanas e das não urbanas. Evitando-se assim que uma entidade se dedique mais às embalagens não urbanas, as mais fáceis de recolher, e abandone as urbanas.
- Existência de obrigações iguais, em função da quota de mercado, para a receção de embalagens urbanas provenientes das diversas fontes, nomeadamente da recolha seletiva, do tratamento mecânico e biológico e das escórias de incineração (metais).
- Preparação do Estado para auditar todo este sistema, de forma a saber-se com exatidão qual a quantidade de embalagens colocada no mercado pelas empresas e a correspondente quantidade que deve ser gerida por cada entidade.
Lisboa, 2 de Novembro de 2012
A Direção Nacional da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza
Este apoio deve-se, por um lado, ao facto de uma maior taxa de reciclagem ter inegáveis vantagens ambientais e sociais, mas também porque esta meta é exequível, tendo em conta o cada vez maior envolvimento da população na recolha seletiva, os novos sistemas de recolha (como o porta-a-porta), assim como as novas tecnologias de triagem de embalagens entre as quais se destaca a do Tratamento Mecânico e Biológico de resíduos urbanos.
A proposta também aponta para a clara existência de metas de reciclagem separadas para as embalagens urbanas (de origem doméstica) e para as não urbanas (de origem industrial ou comercial), posição que a Quercus apoia como forma de tornar todo o processo mais transparente.
Esta proposta está agora a ser avaliada pelo Ministério do Ambiente, no âmbito da renovação da licença da atual entidade gestora de embalagens (Sociedade Ponto Verde) e da eventual atribuição de uma licença a outra entidade.
Para além destas questões, a Quercus também está a acompanhar outros aspetos desta licença, considerando fundamental que, no caso de se licenciar mais do que uma entidade gestora, sejam garantidas condições de concorrência leal entre as entidades, nomeadamente:
- Existência de obrigações iguais, em função da quota de mercado, para a receção por cada entidade gestora das embalagens urbanas e das não urbanas. Evitando-se assim que uma entidade se dedique mais às embalagens não urbanas, as mais fáceis de recolher, e abandone as urbanas.
- Existência de obrigações iguais, em função da quota de mercado, para a receção de embalagens urbanas provenientes das diversas fontes, nomeadamente da recolha seletiva, do tratamento mecânico e biológico e das escórias de incineração (metais).
- Preparação do Estado para auditar todo este sistema, de forma a saber-se com exatidão qual a quantidade de embalagens colocada no mercado pelas empresas e a correspondente quantidade que deve ser gerida por cada entidade.
Lisboa, 2 de Novembro de 2012
A Direção Nacional da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza
02/11/12
Comunicado | Tribunal Central Administrativo Sul aceita o recurso apresentado pela Quercus no âmbito da providência cautelar da Cascata do Tâmega

Plano Nacional de Barragens
Tribunal Central Administrativo Sul aceita o recurso apresentado pela Quercus
no âmbito da providência cautelar da Cascata do Tâmega
O Tribunal Central Administrativo Sul (TCAS) decidiu favoravelmente relativamente ao recurso (interposto pela Quercus em Março) do indeferimento da Providência Cautelar para suspensão de eficácia da declaração de impacte ambiental favorável das barragens da Cascata do Tâmega (Gouvães, Alto Tâmega e Daivões), datada de 2010.
Na prática, esta decisão judicial impede, para já, a construção de 3 grandes barragens na bacia do Rio Tâmega a cargo da multinacional espanhola IBERDROLA.
A Quercus congratula-se com esta decisão e agradece o esforço de todos os que lutam contra a construção das barragens da Cascata do Tâmega, em especial os habitantes e autarquias locais que apoiaram esta acção.
Esta decisão judicial vem demonstrar que, neste caso concreto, o interesse das populações e da conservação da Natureza se sobrepôs aos interesses das grandes companhias energéticas.
Na opinião da Quercus, este projeto causaria prejuízos socioeconómicos diretos e indiretos na Região do Alto Tâmega, com especial impacto na agricultura (e em particular, na viticultura), pesca desportiva e turismo de natureza.
Por esse motivo, a Quercus apresentou, em Setembro de 2011, uma queixa formal à União Europeia relativa ao Projeto Hidroeléctrico do Sistema Electroprodutor do Tâmega (SET), por incumprimento da legislação comunitária – nomeadamente a Diretiva Quadro da Água e as Diretivas Aves e Habitats.
Com efeito, este projeto apresenta impactes ambientais muito significativos, entre os quais a transformação, fragmentação e degradação dos ecossistemas na bacia do rio Tâmega, incluindo a criação de barreiras incontornáveis para espécies migradoras como a enguia (já dizimada nas bacias do Douro e do Tâmega) e a degradação dos habitats de algumas das últimas alcateias do lobo, uma espécie prioritária, de acordo com a Diretiva Habitats, classificada ‘Em Perigo’ pelo LVVP, no caso em concreto a sub-espécie lobo-ibérico, Canis lupus signatus.
A Quercus considera pois que o Projeto Hidroeléctrico do SET apresenta um balanço negativo em termos ambientais e sociais, além de impactes gravosos, como as perdas irreversíveis de habitats de espécies ameaçadas; o desaparecimento do rio Tâmega enquanto meio lótico; a afetação de diversas espécies com estatuto de proteção; a afetação dos corredores de passagem do lobo. Em causa está também a integridade do Sítio de Importância Comunitário (SIC) Alvão-Marão e de espécies e habitats prioritários aí presentes, conforme reconhecido no próprio Estudo de Impacte Ambiental que refere que “as áreas a submergir implicam a afetação de extensas áreas de habitat com importante valor conservacionista”.
Mais concretamente, a construção da Cascata do Tâmega iria afetar diretamente o SIC “Alvão-Marão”, através da construção do aproveitamento hidroeléctrico (AH) de Gouvães e de uma pedreira do AH Alto Tâmega. Indiretamente, seriam afetados os seus valores, quer pelo impacto cumulativo dos vários AH deste projeto, quer pelo impacte cumulativo com outros projetos já existentes, aprovados ou em avaliação no SIC Alvão-Marão, impactes cumulativos esses que não foram avaliados.
Acresce que, de acordo com o n.º 10 do artigo 10.º do DL 49/2005, de 24 de Fevereiro, um projeto que tenha impactos significativos sobre um SIC ou ZPE, realizado dentro ou fora da área, só pode ser autorizado se não houver alternativas, o que não se verifica no caso vertente.
De resto, tanto o ICNB e, posteriormente, a CAIA, como o Município de Vila Pouca de Aguiar, manifestaram parecer desfavorável ao empreendimento, tendo este último aprovado uma moção que expressamente referia: “Os impactes negativos são inúmeros e significativos e estão diretamente relacionados com as alterações microclimáticas, a degradação da qualidade das águas superficiais, a redução do potencial de biodiversidade, a destruição e alteração profunda da paisagem, a submersão de explorações agrícolas, património histórico, etc.”.
Parcerias público-privadas e rendas às empresas energéticas
A construção destas barragens custará centenas de milhões de euros que acabarão por ser pagos pelos consumidores na factura da luz. Também são do conhecimento público as rendas pagas às empresas energéticas pela garantia de potência das barragens.
A Quercus considera que o Estado Português (através do então Secretário de Estado do Ambiente), ao aprovar a Declaração de Impacte Ambiental nos termos em que o fez, incorreu em violação flagrante de várias diretivas europeias e da legislação nacional, nomeadamente a Diretiva Quadro da Água, a Diretiva Aves e a Diretiva Habitats, bem como a Lei da Água e os instrumentos de gestão territorial aplicáveis, entendimento agora sufragado pelo TCAS.
Lisboa, 2 de novembro de 2012
A Direção Nacional da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza
Para mais informações contactar João Branco, Vice-Presidente da Direção Nacional da Quercus | +351 937 788 472 begin_of_the_skype_highlighting +351 937 788 472 end_of_the_skype_highlighting
Carla Graça, Vice-Presidente da Direção Nacional da Quercus | +351 938 600 252 begin_of_the_skype_highlighting +351 938 600 252 end_of_the_skype_highlighting
Plano Nacional de Barragens
Tribunal Central Administrativo Sul aceita o recurso apresentado pela Quercus
no âmbito da providência cautelar da Cascata do Tâmega
no âmbito da providência cautelar da Cascata do Tâmega
Na prática, esta decisão judicial impede, para já, a construção de 3 grandes barragens na bacia do Rio Tâmega a cargo da multinacional espanhola IBERDROLA.
A Quercus congratula-se com esta decisão e agradece o esforço de todos os que lutam contra a construção das barragens da Cascata do Tâmega, em especial os habitantes e autarquias locais que apoiaram esta acção.
Na opinião da Quercus, este projeto causaria prejuízos socioeconómicos diretos e indiretos na Região do Alto Tâmega, com especial impacto na agricultura (e em particular, na viticultura), pesca desportiva e turismo de natureza.
Por esse motivo, a Quercus apresentou, em Setembro de 2011, uma queixa formal à União Europeia relativa ao Projeto Hidroeléctrico do Sistema Electroprodutor do Tâmega (SET), por incumprimento da legislação comunitária – nomeadamente a Diretiva Quadro da Água e as Diretivas Aves e Habitats.
Com efeito, este projeto apresenta impactes ambientais muito significativos, entre os quais a transformação, fragmentação e degradação dos ecossistemas na bacia do rio Tâmega, incluindo a criação de barreiras incontornáveis para espécies migradoras como a enguia (já dizimada nas bacias do Douro e do Tâmega) e a degradação dos habitats de algumas das últimas alcateias do lobo, uma espécie prioritária, de acordo com a Diretiva Habitats, classificada ‘Em Perigo’ pelo LVVP, no caso em concreto a sub-espécie lobo-ibérico, Canis lupus signatus.
A Quercus considera pois que o Projeto Hidroeléctrico do SET apresenta um balanço negativo em termos ambientais e sociais, além de impactes gravosos, como as perdas irreversíveis de habitats de espécies ameaçadas; o desaparecimento do rio Tâmega enquanto meio lótico; a afetação de diversas espécies com estatuto de proteção; a afetação dos corredores de passagem do lobo. Em causa está também a integridade do Sítio de Importância Comunitário (SIC) Alvão-Marão e de espécies e habitats prioritários aí presentes, conforme reconhecido no próprio Estudo de Impacte Ambiental que refere que “as áreas a submergir implicam a afetação de extensas áreas de habitat com importante valor conservacionista”.
Mais concretamente, a construção da Cascata do Tâmega iria afetar diretamente o SIC “Alvão-Marão”, através da construção do aproveitamento hidroeléctrico (AH) de Gouvães e de uma pedreira do AH Alto Tâmega. Indiretamente, seriam afetados os seus valores, quer pelo impacto cumulativo dos vários AH deste projeto, quer pelo impacte cumulativo com outros projetos já existentes, aprovados ou em avaliação no SIC Alvão-Marão, impactes cumulativos esses que não foram avaliados.
Acresce que, de acordo com o n.º 10 do artigo 10.º do DL 49/2005, de 24 de Fevereiro, um projeto que tenha impactos significativos sobre um SIC ou ZPE, realizado dentro ou fora da área, só pode ser autorizado se não houver alternativas, o que não se verifica no caso vertente.
De resto, tanto o ICNB e, posteriormente, a CAIA, como o Município de Vila Pouca de Aguiar, manifestaram parecer desfavorável ao empreendimento, tendo este último aprovado uma moção que expressamente referia: “Os impactes negativos são inúmeros e significativos e estão diretamente relacionados com as alterações microclimáticas, a degradação da qualidade das águas superficiais, a redução do potencial de biodiversidade, a destruição e alteração profunda da paisagem, a submersão de explorações agrícolas, património histórico, etc.”.
Parcerias público-privadas e rendas às empresas energéticas
A construção destas barragens custará centenas de milhões de euros que acabarão por ser pagos pelos consumidores na factura da luz. Também são do conhecimento público as rendas pagas às empresas energéticas pela garantia de potência das barragens.
A Quercus considera que o Estado Português (através do então Secretário de Estado do Ambiente), ao aprovar a Declaração de Impacte Ambiental nos termos em que o fez, incorreu em violação flagrante de várias diretivas europeias e da legislação nacional, nomeadamente a Diretiva Quadro da Água, a Diretiva Aves e a Diretiva Habitats, bem como a Lei da Água e os instrumentos de gestão territorial aplicáveis, entendimento agora sufragado pelo TCAS.
Lisboa, 2 de novembro de 2012
A Direção Nacional da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza
Para mais informações contactar João Branco, Vice-Presidente da Direção Nacional da Quercus | +351 937 788 472 begin_of_the_skype_highlighting +351 937 788 472 end_of_the_skype_highlighting
Carla Graça, Vice-Presidente da Direção Nacional da Quercus | +351 938 600 252 begin_of_the_skype_highlighting +351 938 600 252 end_of_the_skype_highlighting
01/11/12
Comunicado | AMIANTO - Governo parece brincar com a saúde dos Portugueses
AMIANTO
Governo parece brincar com a saúde dos Portugueses
Continua AINDA por fazer a avaliação do estado de degradação dos materiais com amianto nos edifícios públicos. No passado mês de Fevereiro o Secretário de Estado do Ambiente e Ordenamento do Território, Pedro Afonso Paulo, garantiu ter a lista elaborada em Outubro.
Certamente que essa lista não está concluída por falta de lembrança, nomeadamente pela Quercus, que no dia 14 de Fevereiro denunciou publicamente o incumprimento da Lei n.º 2/2011 (onde está expressa a obrigação da referida avaliação – ver link).
Ainda no passado dia 24 de Maio a QUERCUS, ao apoiar a contestação da Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola EB 2-3 Dr.º Rui Grácio de Montelavar que reclamava a análise do estado do fibrocimento do telhado da escola, voltou publicamente a exigir que a legislação fosse cumprida.
Mais recentemente, a 26 de Julho, a Quercus enviou uma comunicação para o Secretário de Estado, Pedro Afonso Paulo, a pedir informações sobre o assunto, nomeadamente todas as acções que já foram desenvolvidas desde 14 de Fevereiro do corrente ano. Passados 3 meses, a Quercus ainda está a aguardar uma resposta à referida comunicação.
Perante esta situação a Quercus não vê alternativa que não seja denunciar a situação ao Comité de Altos Responsáveis da Inspecção do Trabalho (CARIT). O CARIT tem por finalidade acompanhar a aplicação efectiva e harmonizada da legislação comunitária em matéria de segurança e saúde no trabalho e de analisar as questões práticas envolvidas nessa aplicação.
É demasiada a demora do Governo em resolver este problema de eventual gravidade para a saúde pública. Já a Resolução da Assembleia da República n.º 24/2003, publicada há quase uma década, recomendava ao Governo que se fizesse um levantamento em relação ao Amianto. A Quercus na altura também denunciou publicamente o não cumprimento da referida Resolução.
O amianto é um material constituído por fibras finas e facilmente inaláveis, que poderão causar problemas de saúde, como cancro do pulmão ou outras doenças respiratórias. Apesar de proibido, é ainda hoje possível encontrar amianto em diversas utilizações como no revestimento de paredes, alcatifas ou no isolamento de condutas e tectos.
Certamente que essa lista não está concluída por falta de lembrança, nomeadamente pela Quercus, que no dia 14 de Fevereiro denunciou publicamente o incumprimento da Lei n.º 2/2011 (onde está expressa a obrigação da referida avaliação – ver link).
Ainda no passado dia 24 de Maio a QUERCUS, ao apoiar a contestação da Associação de Pais e Encarregados de Educação da Escola EB 2-3 Dr.º Rui Grácio de Montelavar que reclamava a análise do estado do fibrocimento do telhado da escola, voltou publicamente a exigir que a legislação fosse cumprida.
Mais recentemente, a 26 de Julho, a Quercus enviou uma comunicação para o Secretário de Estado, Pedro Afonso Paulo, a pedir informações sobre o assunto, nomeadamente todas as acções que já foram desenvolvidas desde 14 de Fevereiro do corrente ano. Passados 3 meses, a Quercus ainda está a aguardar uma resposta à referida comunicação.
Perante esta situação a Quercus não vê alternativa que não seja denunciar a situação ao Comité de Altos Responsáveis da Inspecção do Trabalho (CARIT). O CARIT tem por finalidade acompanhar a aplicação efectiva e harmonizada da legislação comunitária em matéria de segurança e saúde no trabalho e de analisar as questões práticas envolvidas nessa aplicação.
É demasiada a demora do Governo em resolver este problema de eventual gravidade para a saúde pública. Já a Resolução da Assembleia da República n.º 24/2003, publicada há quase uma década, recomendava ao Governo que se fizesse um levantamento em relação ao Amianto. A Quercus na altura também denunciou publicamente o não cumprimento da referida Resolução.
O amianto é um material constituído por fibras finas e facilmente inaláveis, que poderão causar problemas de saúde, como cancro do pulmão ou outras doenças respiratórias. Apesar de proibido, é ainda hoje possível encontrar amianto em diversas utilizações como no revestimento de paredes, alcatifas ou no isolamento de condutas e tectos.
Lisboa, 1 de Novembro de 2012
A Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza
Comunicado | Quercus aplaude obrigatoriedade da nova etiqueta europeia de pneus, a partir de hoje em vigor
1 de novembro | Entra hoje em vigor
Quercus satisfeita com obrigatoriedade da nova etiqueta europeia de pneus
Quercus satisfeita com obrigatoriedade da nova etiqueta europeia de pneus
A partir de hoje, 1 de novembro, os novos pneus fabricados na União Europeia deverão obrigatoriamente conter uma etiqueta para cumprirem com a legislação em vigor(1) e assim tornar o transporte rodoviário mais eficiente, seguro e menos poluente, à semelhança do que já acontece com outros equipamentos de uso doméstico. Na nova etiqueta, o consumidor poderá encontrar informação harmonizada sobre as características técnicas dos pneus que estão a comprar, como o seu desempenho em termos de eficiência energética (poupança de combustível), aderência em piso molhado e o nível de ruído exterior.
A nova etiqueta europeia deverá ser aplicável a todos os pneus para veículos ligeiros de turismo (Classe C1), veículos comerciais ligeiros (Classe C2) e veículos comerciais pesados (Classe C3). As exceções serão os pneus recauchutados, pneus de competição, pneus sobressalentes, pneus cujo índice de velocidade é inferior a 80 km/h, pneus com pregos, pneus para utilização profissional fora de estrada, e pneus de veículos antigos.
O desempenho em termos de eficiência energética está classificado em 7 classes, medidas em termos de resistência ao rolamento, de A (mais eficiente) a G (menos eficiente). A diferença de eficiência entre as classes A e G pode resultar numa poupança de combustível até 7,5%, num conjunto completo de pneus, representando uma poupança de mais de 300 euros/ano, dependendo do veículo e das condições de condução.
A aderência em piso molhado está dividida em 7 classes, de A (menor distância de travagem) a G (maior distância de travagem). A diferença entre as classes A e G de aderência em piso molhado pode equivaler a uma distância de travagem até 18 metros mais curta, para uma velocidade média de 80 km/h e um conjunto completo de pneus com as mesmas características.
Os níveis de ruído exterior estão divididos em 3 categorias e são medidos em decibéis (dB), numa escala gráfica que é comparada com os novos níveis de ruído exterior para pneus europeus a serem introduzidos até 2016. Uma onda de som destacada a preto indica um pneu menos ruidoso e 3 dB inferior ao futuro limite europeu do Regulamento (CE) 661/2009, enquanto três ondas de som destacadas a preto indica um pneu mais ruidoso e em conformidade com o atual limite europeu em vigor no Regulamento (CE) 2001/43. A seta preta indica o nível de ruído em valor absoluto.
Francisco Ferreira da Quercus disse: “Tendo em conta que 20% das emissões de dióxido de carbono (CO2) dos veículos estão associadas à resistência causada pelos pneus, o que ainda é um contributo significativo, esta nova etiqueta vai permitir ajudar os consumidores a escolher os pneus mais eficientes e também com menor emissão de ruído, beneficiando o ambiente e também reduzindo os seus gastos com combustível. Com a manutenção dos pneus à pressão certa, os consumidores poderão ainda reduzir até 5% o consumo de combustível.”
A ACAP (Associação Automóvel de Portugal), em parceria com os fabricantes de pneus, está a promover uma campanha de sensibilização pública para a nova etiqueta europeia dos pneus(2), à qual se associaram o IMTT – Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres e a VALORPNEU – Sociedade de Gestão de Pneus que, através dos seus websites vão difundir informação sobre como melhorar a segurança, a eficiência económica e ambiental do transporte rodoviário.
A nova etiqueta europeia deverá ser aplicável a todos os pneus para veículos ligeiros de turismo (Classe C1), veículos comerciais ligeiros (Classe C2) e veículos comerciais pesados (Classe C3). As exceções serão os pneus recauchutados, pneus de competição, pneus sobressalentes, pneus cujo índice de velocidade é inferior a 80 km/h, pneus com pregos, pneus para utilização profissional fora de estrada, e pneus de veículos antigos.
O desempenho em termos de eficiência energética está classificado em 7 classes, medidas em termos de resistência ao rolamento, de A (mais eficiente) a G (menos eficiente). A diferença de eficiência entre as classes A e G pode resultar numa poupança de combustível até 7,5%, num conjunto completo de pneus, representando uma poupança de mais de 300 euros/ano, dependendo do veículo e das condições de condução.
A aderência em piso molhado está dividida em 7 classes, de A (menor distância de travagem) a G (maior distância de travagem). A diferença entre as classes A e G de aderência em piso molhado pode equivaler a uma distância de travagem até 18 metros mais curta, para uma velocidade média de 80 km/h e um conjunto completo de pneus com as mesmas características.
Os níveis de ruído exterior estão divididos em 3 categorias e são medidos em decibéis (dB), numa escala gráfica que é comparada com os novos níveis de ruído exterior para pneus europeus a serem introduzidos até 2016. Uma onda de som destacada a preto indica um pneu menos ruidoso e 3 dB inferior ao futuro limite europeu do Regulamento (CE) 661/2009, enquanto três ondas de som destacadas a preto indica um pneu mais ruidoso e em conformidade com o atual limite europeu em vigor no Regulamento (CE) 2001/43. A seta preta indica o nível de ruído em valor absoluto.
Francisco Ferreira da Quercus disse: “Tendo em conta que 20% das emissões de dióxido de carbono (CO2) dos veículos estão associadas à resistência causada pelos pneus, o que ainda é um contributo significativo, esta nova etiqueta vai permitir ajudar os consumidores a escolher os pneus mais eficientes e também com menor emissão de ruído, beneficiando o ambiente e também reduzindo os seus gastos com combustível. Com a manutenção dos pneus à pressão certa, os consumidores poderão ainda reduzir até 5% o consumo de combustível.”
A ACAP (Associação Automóvel de Portugal), em parceria com os fabricantes de pneus, está a promover uma campanha de sensibilização pública para a nova etiqueta europeia dos pneus(2), à qual se associaram o IMTT – Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres e a VALORPNEU – Sociedade de Gestão de Pneus que, através dos seus websites vão difundir informação sobre como melhorar a segurança, a eficiência económica e ambiental do transporte rodoviário.
Lisboa, 1 de novembro de 2012
A Direção Nacional da
Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza
Para mais informações contactar:
Francisco Ferreira, Quercus
Telemóvel: 937 788 470 | E-mail: franciscoferreira@quercus.pt
Mafalda Sousa, Quercus
Telefone: 213 462 210 | E-mail: mafaldasousa@quercusancn.pt
31/10/12
Comunicado | Quercus assinala hoje 27 Anos de existência: Prémio Quercus 2012 para Raimundo Quintal e Herdade do Freixo do Meio
Quercus assinala hoje 27 Anos de existência
Prémio Quercus 2012 para Raimundo Quintal e Herdade do Freixo do Meio
A Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza, Organização Não Governamental de Ambiente com maior intervenção à escala nacional, comemora hoje, dia 31 de Outubro, o seu 27º aniversário, com a realização de um jantar comemorativo onde será atribuído o Prémio Quercus 2012. Este jantar decorrerá pelas 19:30 horas, no Hotel Radisson Blu Lisboa (Campo Grande) e no final do mesmo terá lugar a cerimónia de entrega do Prémio Quercus, que este ano galardoou o Professor Doutor Raimundo Quintal e a Herdade do Freixo do Meio, ex-aequo.
A Quercus tem constituído uma referência de intervenção ambiental ao longo da sua existência, com uma análise crítica e participada sobre as opções políticas e da sociedade portuguesa nos domínios do ordenamento do território, conservação da natureza, energia e alterações climáticas, recursos hídricos, resíduos, entre outros. A sua implementação regional através de quase duas dezenas de Núcleos permite-lhe uma acção próxima dos problemas locais. O trabalho desenvolvido pela Quercus é na grande maioria assegurado por voluntários.
Na comemoração dos seus 27 anos de história, a Quercus decidiu, através de decisão participada dos seus órgãos, atribuir o Prémio Quercus 2012, ex-aequo, ao Professor Doutor Raimundo Quintal e à Herdade do Freixo do Meio, pelo trabalho meritório que ambos têm realizado na área do Ambiente, tanto ao nível nacional, como internacional.
Raimundo Quintal nasceu no Funchal (Madeira), em 1954, tendo-se licenciado e doutorado em Geografia, pela Universidade de Lisboa. É autor de diversos livros e numerosos artigos nas áreas da Ecologia, Biogeografia e Educação Ambiental, assim como realizador de documentários sobre património natural e cultural, exibidos em televisões nacionais e internacionais. É igualmente sócio fundador e Presidente da Direcção da Associação dos Amigos do Parque Ecológico do Funchal.
Foi Vereador do Pelouro do Ambiente, Educação e Ciência da Câmara Municipal do Funchal, de Janeiro de 1994 a Janeiro de 2002. Entre os projectos de conservação da natureza, de requalificação paisagística e de educação ambiental que liderou, destacam-se a criação do Parque Ecológico do Funchal. Posteriormente tem tido uma acção muito prática na reflorestação das serras do Funchal e na defesa do património natural da região, manifestando-se contra alguns projectos megalómanos que atentam contra o Ambiente e defendendo políticas mais interventivas, nomeadamente no que respeita aos inúmeros riscos que a Região corre devido à acção humana e orografia, por exemplo aquando aluviões (como o de 20 de Fevereiro de 2010) e os incêndios (como o de 2010 e 2012).
A Herdade do Freixo do Meio é uma herdade alentejana, actualmente com 440ha de montado de sobro e azinho, próxima de Montemor-o-Novo, totalmente convertida ao Modo de Produção Biológico, desde 2001. A actual gestão, efectuada pela Sociedade Agricola Freixo do Meio, Lda, iniciou-se em 1990 após o período em que a herdade foi nacionalizada. Na procura de uma actuação responsável, o projecto do Freixo do Meio desenvolveu-se centrado no desempenho de funções sociais de forma compatível com o funcionamento do nosso planeta. Trabalho, alimento, energia, saúde, lazer, formação, investigação, preservação, cultura, procurando uma redução progressiva da pegada ecológica, a transição para uma realidade pós-carbono e uma crescente autonomia de recursos. Para além da produção da maioria das matérias-primas da dieta mediterrânica, a Herdade apostou também nos serviços turístico-didacticos, que surgiram naturalmente com o objectivo principal de aproximar a sociedade em geral do projecto. Compreendem hoje a visita guiada, percursos pedestres, refeições tradicionais, alojamento, passeios de burros, a cavalo. O projeto compreende ainda uma área de gestão ambiental e de preservação, onde se destaca o plano de conservação do gato bravo, a reserva genética do Cavalo sorraia, e a Microreserva do Carvalhal da Barranca da loba. Iniciou-se em 2012 a multiplicação certificada de sementes regionais de leguminosas e de hortícolas.
O Prémio Quercus
O Prémio Quercus foi instituído com o objectivo de distinguir entidades, empresas ou cidadãos que se evidenciem na defesa do ambiente e na promoção do desenvolvimento sustentável:
- Em 2004, primeiro ano em que o Prémio Quercus foi atribuído nos moldes actuais, a “Plataforma Nunca Mais” foi a distinguida em reconhecimento do excelente trabalho desenvolvido em sequência do desastre ocorrido com o petroleiro “Prestige”, em Novembro de 2002, que contaminou de forma extensa o mar e a costa da Galiza, ameaçando também o território Português.
- Em 2005 o Prémio foi atribuído a Gonçalo Ribeiro Telles e José Sá Fernandes pelo empenho na defesa do ambiente e de um adequado ordenamento do território.
- Em 2006 a Câmara da Chamusca e o Eng. Gomes Pedro foram os distinguidos, respectivamente pela forma exemplar como desenvolveu o processo de participação pública na discussão da instalação de um CIRVER (Centro Integrado de Recuperação, Valorização e Eliminação de Resíduos Perigosos) e por toda uma vida dedicada ao estudo e preservação da flora, quer em Portugal, com um trabalho extenso desenvolvido sobre a vegetação da Arrábida, quer no continente Africano.
- Em 2007 o galardoado pelo Prémio Quercus foi o programa BIOSFERA, produzido para a RTP pela Farol de Ideias, pela forma exemplar como manteve as questões de ambiente em discussão ao longo de um período em que outros temas, nomeadamente económicos e sociais, ganhavam importância nos media portugueses.
- Em 2008 a Junta de Freguesia da Ericeira foi distinguida com o Prémio Quercus por ter vindo a demonstrar, através de um conjunto alargado de projectos, o seu empenho e a sua insistência em ser um contributo para a minimização dos problemas ambientais, juntamente com, a título póstumo, o Dr. José Cardoso da Rocha, reputado Cirurgião-Pediatra, por ter sido um dos pioneiros da Agricultura Biológica em Portugal.
- Em 2009 o Prémio Quercus foi atribuído ao Engenheiro Silvicultor e Arquitecto Paisagista António Facco Viana Barreto pela sua longa carreira dedicada ao ordenamento do território e por ter sido o ideólogo de instrumentos jurídicos essenciais nessa área, juntamente com, a título póstumo, Veríssimo de Freitas da Silva Borges, Biólogo e ambientalista, pelo contributo de toda uma vida à causa ambiental revelando-se um dos mais activos dirigentes da Quercus e, no contexto açoriano, uma das vozes mais insistentes na defesa dos valores ambientais.
- Em 2010, foram distinguidos com o Prémio Quercus, Carlos Pimenta, Engenheiro Electrotécnico, e Luísa Schmidt, Socióloga e Investigadora, o primeiro galardoado destacando-se por ter deixado uma marca de competência e determinação na promoção da sustentabilidade aquando da sua passagem pela governação de Portugal, entre 1983 e 1987, como Secretário de Estado do Ambiente e a segunda galardoada pela promoção da análise social acutilante das questões ambientais e da sustentabilidade, através de projectos de investigação e divulgação destas temáticas junto da sociedade portuguesa.
- Em 2011, o Prémio Quercus foi atribuído ao Parque Biológico de Gaia e a Viriato Soromenho-Marques, o primeiro pelos quase 30 anos de trabalho em prol do Ambiente, nomeadamente ao nível da Educação Ambiental em Portugal e o segundo, pela intensa actividade ligada à defesa do ambiente que desenvolve desde 1978, destacando no seu percurso a coordenação científica do Programa Gulbenkian Ambiente.
Lançamento do novo site da Quercus
Por ocasião do seu 27º aniversário, a Quercus lança também uma versão totalmente nova do seu site oficial na Internet - em www.quercus.pt - com uma imagem mais limpa, moderna e organizada, permitindo uma pesquisa de conteúdos e um conhecimento do universo da Associação mais eficaz. Neste novo site, que conta com uma loja online em breve disponível, está também integrada a Quercus TV, uma plataforma de vídeo que mostrará conteúdos da autoria da Quercus, entre outros.
Lisboa, 31 de Outubro de 2012
Quercus assinala hoje 27 Anos de existência
29/10/12
Workshop Prático de Recuperação de Animais Silvestres, 14ª Edição
Gouveia/Seia, 7 a 9 de Dezembro de 2012
Toda a informação em www.aldeia.org
PROGRAMA:
Sexta-feira, 7 de Dezembro
17:00 - Abertura do secretariado e recepção dos participantes
18:00 – Abertura, apresentação do curso e das entidades organizadoras
18:30 – Módulo 1 – Identificação de Animais Silvestres
- Identificação de espécies mais frequentes em centros de recuperação
- Determinação de idade e sexo em espécies que ingressam mais frequentemente
- Causas de ingresso mais comuns para cada espécie
- Particularidades e características relevantes para os procedimentos de recuperação
18:00 – Abertura, apresentação do curso e das entidades organizadoras
18:30 – Módulo 1 – Identificação de Animais Silvestres
- Identificação de espécies mais frequentes em centros de recuperação
- Determinação de idade e sexo em espécies que ingressam mais frequentemente
- Causas de ingresso mais comuns para cada espécie
- Particularidades e características relevantes para os procedimentos de recuperação
20:30 - Final da sessão.
Sábado, 8 de Dezembro
Sábado, 8 de Dezembro
09:00 - Módulo 2 – Introdução e Princípios Básicos
- Centros de Recuperação de Fauna Silvestre em Portugal
- Conceitos gerais básicos sobre a Recuperação de Fauna silvestre
- Aspectos relacionados com a Gestão e Funcionamento de um Centro de Recuperação
- Potencialidades e Responsabilidades de um Centro de Recuperação
- Estratégias e ferramentas de Educação Ambiental
- Recursos Bibliográficos, Internet e Oportunidades de Formação
11:00 – Intervalo
11:15 – Módulo 3 - Desenho e Estruturação de Instalações - Espaços, material e equipamento necessário
- Enriquecimento ambiental
- Pontos críticos
13:00 – Pausa para Almoço
15:00 – Módulo 3 – Visita guiada às instalações do CERVAS – Centro de Ecologia, Recuperação e Vigilância de Animais Selvagens no Parque Natural da Serra da Estrela em Gouveia
- Apresentação dos diferentes espaços de trabalho
- Discussão sobre trabalho desenvolvido e potencialidades futuras
- Identificação de pontos críticos
17:00 – Intervalo
17:30 - Módulo 4 – Manipulação de Animais Silvestres
- Captura, contenção e manuseamento de animais selvagens
- Aspectos relacionados com a Segurança e Protecção de animais e pessoas
- Particularidades relevantes de cada espécie que condicionam as técnicas utilizadas
18:30 – Módulo 5 - Exame Físico
- Aspectos anatómicos
- Aspectos fisiológicos
- Protocolos e sistematização de procedimentos
19:30 – Discussão e esclarecimentos de dúvidas
20:00 – Fim dos trabalhos
Domingo, 9 de Dezembro
10:00 – Módulos 4 e 5 (cont.) – Treino de Técnicas de Manipulação e Exame Físico
12:30 – Pausa para Almoço
14:30 – Módulo 6 - Ligaduras - Tipos de ligaduras e indicações para diferentes casos clínicos e espécies
- Treino das diferentes técnicas de aplicação de ligaduras
- Problemas e dificuldades mais frequentes
16:30 – Pausa para Café
17:00 – Módulo 7 – Fluidoterapia e Administração de Medicamentos e Alimentos
- A importância da avaliação de grau de desidratação e administração de fluidos
- Cálculo de doses
- Técnicas e vias de administração
- Alimentação em função da espécie e caso clínico
- Conceitos e técnicas de disponibilização de alimento
- Riscos e problemas mais frequentes
18:30 – Esclarecimento de dúvidas
19:00 – Encerramento do curso
- Centros de Recuperação de Fauna Silvestre em Portugal
- Conceitos gerais básicos sobre a Recuperação de Fauna silvestre
- Aspectos relacionados com a Gestão e Funcionamento de um Centro de Recuperação
- Potencialidades e Responsabilidades de um Centro de Recuperação
- Estratégias e ferramentas de Educação Ambiental
- Recursos Bibliográficos, Internet e Oportunidades de Formação
11:00 – Intervalo
11:15 – Módulo 3 - Desenho e Estruturação de Instalações - Espaços, material e equipamento necessário
- Enriquecimento ambiental
- Pontos críticos
13:00 – Pausa para Almoço
15:00 – Módulo 3 – Visita guiada às instalações do CERVAS – Centro de Ecologia, Recuperação e Vigilância de Animais Selvagens no Parque Natural da Serra da Estrela em Gouveia
- Apresentação dos diferentes espaços de trabalho
- Discussão sobre trabalho desenvolvido e potencialidades futuras
- Identificação de pontos críticos
17:00 – Intervalo
17:30 - Módulo 4 – Manipulação de Animais Silvestres
- Captura, contenção e manuseamento de animais selvagens
- Aspectos relacionados com a Segurança e Protecção de animais e pessoas
- Particularidades relevantes de cada espécie que condicionam as técnicas utilizadas
18:30 – Módulo 5 - Exame Físico
- Aspectos anatómicos
- Aspectos fisiológicos
- Protocolos e sistematização de procedimentos
19:30 – Discussão e esclarecimentos de dúvidas
20:00 – Fim dos trabalhos
Domingo, 9 de Dezembro
10:00 – Módulos 4 e 5 (cont.) – Treino de Técnicas de Manipulação e Exame Físico
12:30 – Pausa para Almoço
14:30 – Módulo 6 - Ligaduras - Tipos de ligaduras e indicações para diferentes casos clínicos e espécies
- Treino das diferentes técnicas de aplicação de ligaduras
- Problemas e dificuldades mais frequentes
16:30 – Pausa para Café
17:00 – Módulo 7 – Fluidoterapia e Administração de Medicamentos e Alimentos
- A importância da avaliação de grau de desidratação e administração de fluidos
- Cálculo de doses
- Técnicas e vias de administração
- Alimentação em função da espécie e caso clínico
- Conceitos e técnicas de disponibilização de alimento
- Riscos e problemas mais frequentes
18:30 – Esclarecimento de dúvidas
19:00 – Encerramento do curso
INFORMAÇÕES EM: http://www.aldeia.org/portal/PT/5/EID/263/DETID/3/default.aspx
Comunicado | Aquecimento global dispara para 3,5 ºC | Quercus acompanha a Conferência das Alterações Climáticas 2012
Aquecimento global dispara para 3,5 ºC
Quercus acompanha a Conferência das Alterações Climáticas 2012
Quercus acompanha a Conferência das Alterações Climáticas 2012
A atual falta de ambição à escala mundial na redução das emissões de gases de efeito de estufa (GEE) está a levar o mundo para o caminho de um aquecimento entre 3,5º e 6,0º Celsius e de uma enorme crise climática. A 18ª Conferência das Partes da Convenção das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (COP18) que terá lugar em Doha, Qatar, de 26 de Novembro a 7 de Dezembro, terá de tomar decisões para inverter o sentido dos acontecimentos que se adivinham.
A Quercus estará em Doha e já está a acompanhar as discussões e trabalhos preparativos através do Blog http://doha.blogs.sapo.pt/.
Os acordos alcançados em Durban, em 2011, abriram novamente a possibilidade de reverter, pelo menos em parte, os piores cenários de aquecimento global e recolocar o mundo num caminho de emissões reduzidas, pronto para tirar partido das oportunidades que surgem pelos novos mercados e inovação tecnológica das tecnologias limpas, pelo investimento, emprego e crescimento económico. Para alcançar este potencial são necessárias ações decisivas na COP18. O nível de ambição a curto prazo tem de ser mais elevado e tem de ser acordado um calendário de negociações para conseguir um regime climático global justo, ambicioso e vinculativo, num acordo que terá de estar finalizado até 2015 para entrar em vigor até 2020.
Os elementos essenciais para serem concluídos em Doha, incluem:
· O compromisso para a continuação em vigor do Protocolo de Quioto (PQ) num segundo período que se poderá estender até 2017 ou 2020, com um objetivo de redução de emissões de gases de efeito de estufa entre os 25% e 45% para os países desenvolvidos (para 2020), com base nas emissões de 1990, e um procedimento de ajustamento a níveis de ambição mais elevados.
· A demonstração pelos países desenvolvidos que não têm obrigações no âmbito do PQ que conhecem as suas responsabilidades através da adoção de compromissos rigorosos e quantificáveis de redução de emissões de GEE, num esforço comparável e transparente em relação aos países com compromissos no âmbito do PQ.
· O registo pelos países em desenvolvimento das suas ações de mitigação, para além de assumirem reduções voluntárias – incluindo o Qatar.
· O acordo para um pico global de emissões a ser alcançado em 2015, o que significa que os países desenvolvidos precisam de reduzir as suas emissões de forma mais rápida e providenciarem apoio aos países em desenvolvimento para estes poderem tomar mais medidas de mitigação.
O atraso sucessivo na tomada de decisões à escala global depois do insucesso da Conferência das Nações Unidas em Copenhaga (em 2009) está a pôr em causa o futuro do planeta, com consequências visíveis e dramáticas como o recente recorde de degelo verificado no Ártico neste Verão de 2012. Com um Protocolo de Quioto mais fragilizado, com o Canadá de fora para além dos Estados Unidos da América, a Rússia e Japão a não se quererem comprometer com novas metas, é fundamental o compromisso e trabalho para alcançar um acordo mundial em 2015, como aprovado na Conferência de Durban no ano passado.
À escala da União Europeia, é possível e urgente aumentar o nível de ambição de redução de emissões para pelo menos 30% entre 1990 e 2020 (em 2011 já se tinha atingido 17,5% de redução, próximo do objetivo de 2020 que é uma redução de 20%).
Em Portugal, que de acordo com o relatório mais recente da Agência Europeia de Ambiente, em 2011 teve um aumento de 16,5% de emissões em relação a 1990, mais de 10% abaixo do permitido pelo Protocolo de Quioto, é fundamental traçar metas mais ambiciosas e dar sequência ao Roteiro Nacional de Baixo Carbono, elaborando até final do ano o Programa Nacional para as Alterações Climáticas 2013-2020, e respetiva distribuição setorial de emissões.
A Quercus estará em Doha e já está a acompanhar as discussões e trabalhos preparativos através do Blog http://doha.blogs.sapo.pt/.
Os acordos alcançados em Durban, em 2011, abriram novamente a possibilidade de reverter, pelo menos em parte, os piores cenários de aquecimento global e recolocar o mundo num caminho de emissões reduzidas, pronto para tirar partido das oportunidades que surgem pelos novos mercados e inovação tecnológica das tecnologias limpas, pelo investimento, emprego e crescimento económico. Para alcançar este potencial são necessárias ações decisivas na COP18. O nível de ambição a curto prazo tem de ser mais elevado e tem de ser acordado um calendário de negociações para conseguir um regime climático global justo, ambicioso e vinculativo, num acordo que terá de estar finalizado até 2015 para entrar em vigor até 2020.
Os elementos essenciais para serem concluídos em Doha, incluem:
· O compromisso para a continuação em vigor do Protocolo de Quioto (PQ) num segundo período que se poderá estender até 2017 ou 2020, com um objetivo de redução de emissões de gases de efeito de estufa entre os 25% e 45% para os países desenvolvidos (para 2020), com base nas emissões de 1990, e um procedimento de ajustamento a níveis de ambição mais elevados.
· A demonstração pelos países desenvolvidos que não têm obrigações no âmbito do PQ que conhecem as suas responsabilidades através da adoção de compromissos rigorosos e quantificáveis de redução de emissões de GEE, num esforço comparável e transparente em relação aos países com compromissos no âmbito do PQ.
· O registo pelos países em desenvolvimento das suas ações de mitigação, para além de assumirem reduções voluntárias – incluindo o Qatar.
· O acordo para um pico global de emissões a ser alcançado em 2015, o que significa que os países desenvolvidos precisam de reduzir as suas emissões de forma mais rápida e providenciarem apoio aos países em desenvolvimento para estes poderem tomar mais medidas de mitigação.
O atraso sucessivo na tomada de decisões à escala global depois do insucesso da Conferência das Nações Unidas em Copenhaga (em 2009) está a pôr em causa o futuro do planeta, com consequências visíveis e dramáticas como o recente recorde de degelo verificado no Ártico neste Verão de 2012. Com um Protocolo de Quioto mais fragilizado, com o Canadá de fora para além dos Estados Unidos da América, a Rússia e Japão a não se quererem comprometer com novas metas, é fundamental o compromisso e trabalho para alcançar um acordo mundial em 2015, como aprovado na Conferência de Durban no ano passado.
À escala da União Europeia, é possível e urgente aumentar o nível de ambição de redução de emissões para pelo menos 30% entre 1990 e 2020 (em 2011 já se tinha atingido 17,5% de redução, próximo do objetivo de 2020 que é uma redução de 20%).
Em Portugal, que de acordo com o relatório mais recente da Agência Europeia de Ambiente, em 2011 teve um aumento de 16,5% de emissões em relação a 1990, mais de 10% abaixo do permitido pelo Protocolo de Quioto, é fundamental traçar metas mais ambiciosas e dar sequência ao Roteiro Nacional de Baixo Carbono, elaborando até final do ano o Programa Nacional para as Alterações Climáticas 2013-2020, e respetiva distribuição setorial de emissões.
Lisboa, 26 de outubro de 2012
A Direção Nacional da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza
Para mais esclarecimentos contactar:
Francisco Ferreira, Coordenador do Grupo de Energia e Alterações Climáticas, Quercus
Tlm: (+351) 93 7788470 | E-mail: franciscoferreira@quercus.pt
Ana Rita Antunes, Grupo de Energia e Alterações Climáticas, Quercus
Tlm: (+351) 93 4794359 | E-mail: ritaantunes@quercusancn.pt
21/10/12
Workshop de cozinha vegetariana_20 de outubro_Quinta da Maunça
No
âmbito da Semana da Alimentação, o Núcleo Regional da Guarda da Quercus ANCN organizou,
no dia 20 de outubro de 2012, um workshop de Cozinha Vegetariana. Com lugar na
Quinta da Maunça, esta atividade contou com a presença de 12 pessoas que, desde
o início, se mostraram bastante interessadas.
Este workshop
realizou-se com a colaboração da voluntária e amiga Paula Barbosa e foram
condicionados dois pratos diferentes, uma sopa, bolachas e uma sobremesa.
Ao
início da noite todos os participantes e colaboradores puderam usufruir de um
jantar com todos os pratos elaborados ao longo da tarde.
Fica também o link da reportagem feita pela LocalVisão.
20/10/12
Alerta do Google - Quercus Guarda
O Interior - Diário da Guarda - 18-10-2012 - Sociedade - Quercus ...
O Núcleo Regional da Guarda da Quercus organiza no sábado, entre as 14h30 e as 22 horas, na Quinta da Maúnça (Guarda), um workshop de cozinha ...
www.ointerior.pt/noticia.asp? idEdicao=676&id...
O Núcleo Regional da Guarda da Quercus organiza no sábado, entre as 14h30 e as 22 horas, na Quinta da Maúnça (Guarda), um workshop de cozinha ...
www.ointerior.pt/noticia.asp?
11/10/12
09/10/12
Comunicado | Quercus identifica os 66 modelos de automóveis mais eficientes em Topten.pt em 7 categorias
Mais veículos híbridos, mas sem novos elétricos
Quercus identifica os 66 modelos de automóveis mais eficientes em Topten.pt em 7 categorias
Com esta renovação, contabiliza-se um total de 66 modelos automóveis distribuídos por sete categorias, tendo-se registado um maior número de veículos híbridos nesta seleção. Já ao nível dos veículos elétricos, a quantidade de modelos manteve-se em relação à última atualização, realizada há cerca de um ano.
A Toyota, a Ford e a Volkswagen lideram, por esta ordem, a lista das marcas automóveis com mais modelos eficientes representados nas várias subcategorias. Esta atualização fica ainda marcada pela entrada no Topten.pt do Toyota Prius Plug-in, um híbrido que pode ser carregado nos pontos de carregamento dos elétricos.
Observando os 66 modelos, selecionados depois de analisadas as suas emissões de dióxido de carbono (responsáveis pelo aquecimento global e consequentes alterações climáticas) e de outros poluentes atmosféricos, o nível ruído produzido e os recursos utilizados na sua produção, constata-se que os consumos de combustível dos automóveis têm vindo a diminuir, refletindo-se na consequente redução da poluição associada ao seu funcionamento.
O Topten.pt está inserido no projeto europeu Euro-Topten Max, que reúne 21 parceiros de 18 países na tentativa de mostrar aos consumidores que estes têm um papel ativo no combate às alterações climáticas, através das escolhas que fazem no seu dia-a-dia em termos de impacto ambiental. Esta pretende ser também uma ferramenta de pressão junto dos fabricantes, para incentivar a uma melhoria contínua dos equipamentos fabricados.
Em Portugal, o projeto é gerido pela Quercus e financiado pelo programa europeu Intelligent Energy Europe e pela ADENE – Agência para a Energia.
Mais eficiência é também vantagem fiscal
O peso dado pelos consumidores à eficiência dos automóveis deve ser reconhecido e tornar-se uma prioridade para os fabricantes, uma vez que, em muitos países (entre os quais Portugal), isso traduz-se numa redução da carga fiscal e portanto numa vantagem ao nível do preço de venda e dos impostos anuais. Numa análise atenta a muitas marcas e modelos, verificam-se casos em que a variação é muito significativa, de acordo com o combustível usado e as diferentes potências dos motores associados. Ou seja, não é necessariamente a versão com menor potência a que apresenta um menor consumo e emissões poluentes mais reduzidas.
Mais ou menos ecológicos, é assim cada vez mais necessária uma avaliação informada e quantificada das especificações e das tecnologias dos automóveis para que o consumidor possa fazer a sua escolha a bem da economia e do ambiente.
Lisboa, 9 de outubro de 2012
A Direção Nacional da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza
08/10/12
Workshop de cozinha vegetariana
Se
tem curiosidade em aprender a confeccionar pratos que o farão ver os vegetais
com outros olhos, todos eles confeccionados com amor e dedicação, e muito
saudáveis, venha participar neste workshop organizado pelo Núcleo Regional da
Guarda da Quercus e verá que o vegetariano não é assim tão mau.
Serão
confeccionados 2 pratos diferentes e 1 sobremesa. No final do workshop será
servido um jantar com os pratos confeccionados.
É
já no próximo dia 20 de outubro entre as 14h30 e as 22h00 na Quinta da Maúnça.
O
preço 12,50€ já incluiu todos os alimentos necessários.
Inscrições
e/ou informações através do e-mail guarda@quercus.pt
ou telemóvel 931 104 568.
Faça
a sua inscrição pois na Semana da Alimentação este workshop é uma sugestão.
01/10/12
Festival Tempo D’Aldeia | 28 a 30 de setembro | São Pedro do Rio Seco (Almeida)
O
Festival Tempo d’Aldeia pretendeu apresentar a aldeia de São Pedro do Rio Seco,
os seus habitantes, os seus saberes, a sua gastronomia e as suas vivências a
quem quis conhecer e envolver-se mais com esta aldeia. Os intervenientes,
simultaneamente convidados e participantes, foram convidados a partilhar temas
de domínio - artísticos, ou sob a forma de workshops ou palestras.
O
Núcleo Regional da Guarda da Quercus ANCN teve o prazer de participar neste
festival nos dias 28, 29 e 30 de Setembro. Começámos por dar um workshop de
fornos solares a alguns alunos da escola de Almeida que, apesar da falta de
sol, se mostraram bastante entusiasmados e recetivos a novas ideias.
O sol
começou a mostrar-se apenas a partir das 11 horas do dia 29 e assim pudemos
mostrar aos participantes/voluntários do festival e aos habitantes de S. Pedro
que estes fornos realmente funcionam. Demos a provar comida cozinhada em fornos
solares e as reações das pessoas foram fantásticas. No dia 30 os cozinhados
foram ainda melhores dado o sol constante que se fez sentir por São Pedro do
Rio Seco.
O
balanço deste festival foi bastante positivo, desde a maneira simpática com que
nos receberam, à boa comida vegetariana e à diversidade de atividades em que
pudemos participar.
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