02/05/12

Comunicado | Quercus e Oikos pedem a Durão Barroso que dê prioridade aos biocombustíveis com menor impacte climático‏


Comissários Europeus discutem hoje, em Bruxelas, biocombustíveis e impactes sobre usos do solo

Quercus e Oikos pedem a Durão Barroso que dê prioridade aos biocombustíveis com menor impacte climático



Os Comissários Europeus discutem hoje, em Bruxelas, uma proposta que visa reforçar a implementação das Diretivas sobre as Energias Renováveis (RED, na sigla em inglês)(1) e sobre a Qualidade dos Combustíveis (FQD, na sigla em inglês)(2). Está sob discussão a alteração da metodologia de cálculo de emissões de gases com efeito de estufa (GEE) para os biocombustíveis, no âmbito do disposto por estas duas Diretivas.

Numa ação conjunta, a Quercus e a Oikos enviaram na semana passada uma carta ao Presidente da Comissão Europeia, Dr. Durão Barroso, alertando para a absoluta necessidade da Comissão tomar decisões que levem em consideração todos os potenciais impactes dos biocombustíveis, excluindo aqueles que não são ambientalmente ou socialmente sustentáveis. As duas organizações consideram que, sobretudo numa altura de crise económica, é obrigatório garantir de que os incentivos à produção de biocombustíveis, existentes diversos países europeus, sejam aplicados na promoção daqueles que garantam um impacte ambiental e social mais positivo à escala global.

Nos últimos anos, os biocombustíveis têm sido apontados como a solução para a redução da dependência energética externa em relação aos combustíveis fósseis e das emissões de GEE no sector dos transportes. Em 2009, a União Europeia estabeleceu a sua política sobre os biocombustíveis. Na Diretiva sobre as Energias Renováveis, os Estados-Membros comprometeram-se a atingir a meta de 10% de incorporação de energias renováveis nos combustíveis rodoviários - sobretudo à custa de biocombustíveis - até 2020. A RED estabelece ainda que os biocombustíveis teriam de obedecer a critérios de sustentabilidade, sobretudo em termos de redução das emissões de GEE relativamente aos combustíveis fósseis, para serem comercializados no mercado europeu. Estes critérios de redução de emissões apenas contabilizam as alterações diretas de uso do solo, não tendo a Comissão Europeia definido até ao presente momento qualquer metodologia de contabilização das emissões de GEE associadas com as alterações indiretas de uso do solo (ILUC, na sigla em inglês).

Vários estudos europeus evidenciaram a necessidade de implementar medidas urgentes, alertando para a magnitude das emissões de GEE que resultam do efeito ILUC, as quais estão relacionadas com a conversão de novas áreas florestais e de pastagens para a produção agroalimentar como resultado da procura crescente de biocombustíveis. Um estudo em particular(3), realizado para a própria Comissão, refere que os impactes ambientais da produção de biocombustíveis, considerando todo o seu ciclo de vida desde à produção até ao consumo, podem ser ainda mais graves do que os dos combustíveis fósseis, se for considerado o efeito ILUC.

Em Dezembro de 2010 a Comissão Europeia deveria ter submetido ao Parlamento Europeu um relatório de avaliação do impacto das emissões associadas ao ILUC(4). A proposta, sob discussão no Colégio dos Comissários Europeus, vem ultrapassar este impasse e visa introduzir fatores específicos de emissão de GEE associados ao ILUC, por tipo de cultura agrícola destinada à produção de biocombustíveis (por exemplo, soja, colza e palma).

A Quercus e a Oikos, em parceria com outras associações de defesa do ambiente e de desenvolvimento a nível europeu, consideram absolutamente crucial garantir que o cumprimento das metas europeias de biocombustíveis e de redução das emissões de GEE no sector dos transportes não se realize à custa dos impactes ambientais sobre o uso do solo decorrentes da sua produção – nos quais se incluem a desflorestação, a destruição de ecossistemas e áreas de armazenamento de carbono como florestas primárias e turfeiras, em diferentes partes do Mundo – contribuindo para as alterações climáticas a nível global. Além disso, o aumento da procura de biocombustíveis decorrentes das metas europeiastambém pode prejudicar o abastecimento de alimentos no mercado, ampliando o risco de uma crise agrícola e alimentar, sobretudo em países em desenvolvimento. Acresce ainda que a produção industrial de biocombustíveis requer grandes quantidades de terra e outros recursos naturais como a água, que devem ser utilizados para satisfazer as necessidades básicas das populações locais, e não para sustentar o cumprimento das metas europeias de biocombustíveis.
Neste sentido, a Quercus e a Oikos apelaram ao Presidente da Comissão Europeia, Dr. Durão Barroso, para que o Colégio de Comissários tome uma posição firme e consensual no sentido de garantir que apenas os biocombustíveis mais sustentáveis em todo o seu ciclo de vida são comercializados no mercado europeu, mitigando os seus efeitos sobre as alterações climáticas e os usos do solo, e prevenindo os efeitos sobre o preço dos alimentos, à custa da política energética da União Europeia.
Numa altura em que se debate como o sector dos transportes vai cumprir a meta de redução das suas emissões de GEE em 60% até 2050(5), esta metodologia de cálculo de emissões torna-se extremamente importante e necessária para determinar com rigor a pegada carbónica dos biocombustíveis substitutos da gasolina e gasóleo convencionais, avaliando o seu real impacte climático ao longo de todo o seu ciclo de vida e reforçando a liderança da União Europeia para combater as alterações climáticas a nível internacional.

28/04/12

Iniciação ao Birdwatching

Birdwatching na Serra da Estrela 




A grande diversidade paisagística, da Serra da Estrela, e devido à existência de diferentes ecossistemas, nomeadamente zonas húmidas, florestas, montanha, praias fluviais, escarpas, zonas agrícolas, entre outras levou a Quercus – Núcleo regional da Guarda em parceria com a Birds & Nature, com o apoio da autarquia da Guarda, organiza um Workshop de Iniciação ao Birdwatching nos dias 12 e 13 de Maio.

Neste contexto, a Quercus e a Birds & Nature, pretendem promover a reflexão sobre as potencialidades turísticas que os recursos ornitológicos representam, e que valorizam e promovem o património natural em benefício das comunidades, dos operadores económicos e da experiência proporcionada aos visitantes.

Esta formação inclui temas como a iniciação ao Birdwatching, a identificação de grupos específicos de aves, a identificação de aves de determinadas áreas geográficas e assuntos como a fotografia ou a ilustração de aves.

O Workshop compreende uma parte prática e uma parte teórica; esta última, no entanto, incide essencialmente em aspetos como o trabalho de identificação com fotografias e o treino de audição de cantos e vocalizações.
Este curso tem uma duração de dois dias (um dia no caso dos workshops), decorrendo habitualmente durante um fim de semana. A carga horária usual é de 12 horas. O Workshop de Identificação das Aves da Serra da Estrela, de um dia e meio (cerca de 3 horas de parte teórica e cerca de 9 horas de parte prática)

Com o objetivo de obter um elevado nível de aprendizagem e de participação. O workshop é limitado a 25 participantes.


PREÇO: 40€

Inclui
- Acompanhamento técnico permanente do(s) formador(es)/guia(s)
- Manual do Workshop
- Checklist das espécies a observar
- Certificado de Participação
- Disponibilização de binóculos, telescópios e guias de campo
- Seguro de acidentes pessoais por cada participante

guarda@quercus.pt

Faça a sua Inscrição aqui : https://docs.google.com/spreadsheet/viewform?formkey=dE43R0poNm44SVp4WkZMNklNUUVIZ2c6MA#gid=0

22/04/12

Workshop construção fornos solares


Comunicado - 22 de abril, Dia da Terra‏


22 de Abril, Dia da Terra

Quercus considera necessário tomar opções rumo a um futuro mais sustentável do Planeta


A Quercus junta-se a milhares de outras organizações para, em 2012, assinalar, pela quadragésima segunda vez, o Dia da Terra. Infelizmente, mais de quatro décadas passadas desde o momento em que se designou internacionalmente um dia para celebrar o Planeta Terra, o caminho percorrido não tem ido no bom sentido e a nossa capacidade de conhecer e respeitar os limites da sustentabilidade do Planeta não tem progredido.


Casos de más práticas nacionais e opções de futuro

Em Portugal, muitos dos projetos desenvolvidos nos últimos anos são insustentáveis tanto do ponto de vista financeiro como, sobretudo, ambiental: entre inúmeros maus exemplos, avultam a construção de estradas atravessando áreas ecológicas sensíveis e que estimulam o uso do automóvel com a consequente poluição; a construção de barragens com um rendimento muito limitado mas que destruíram património natural único; ou, ainda, a implantação de urbanizações e empreendimentos em zonas de solos produtivos ou ecologicamente relevantes, como áreas da Reserva Ecológica Nacional, Reserva Agrícola Nacional ou Rede Natura 2000.

Num cenário de crise económica nacional e internacional, que tem acabado por relegar as questões ambientais para segundo plano, é importante não esquecer que continuamos a viver uma crise ambiental, com problemas tão graves como o aquecimento global, a perda de biodiversidade, o crescimento exponencial da população humana ou a massificação dos padrões de consumo. Ignorar estes problemas que têm reflexos diretos do ponto de vista ambiental, mas também do ponto de vista social e económico, e adiar decisões que necessitam de ser tomadas urgentemente, não irá resolver as questões, mas agravá-las futuramente, com as inerentes consequências nocivas para todo o planeta e, naturalmente, para a espécie humana também. 

À escala nacional e planetária, o paradigma dominante tem sido o de estimular a produção e o consumo descontrolados, escamoteando que os recursos naturais, que estão na base de toda a economia, são finitos e escassos, e os consumos energéticos devem ser necessariamente limitados. De modo a que se caminhe para uma economia mais sustentável, o futuro deverá passar pela atribuição do valor real às externalidades associadas (como os impactes ambientais dos seus produtos e serviços e o benefício dos serviços prestados pelos ecossistemas naturais), a valorização das boas práticas ambientais pelas empresas e a preferência dos consumidores por bens e serviços com menores impactes ambientais e maior valor acrescentado.

O contributo de cada um de nós

No dia dedicado ao Planeta Terra, não será de mais recordar que todos podemos e devemos ser agentes de mudança e promotores de um desenvolvimento sustentável, nos diversos contextos da nossa vida. Abdicar desse papel equivalerá a contribuir diretamente para a manutenção da atual situação de desequilíbrio. E este é um cenário em que todos perdem, logo, a evitar a todo o custo.

Aqui deixamos algumas propostas:

- Reduzir o consumo de carne proveniente da produção intensiva e preferir alimentos de origem vegetal (frutas, legumes, cereais e leguminosas);
- Preferir alimentos produzidos em modo de produção biológico;
- Não adquirir animais ou produtos de animais em vias de extinção;
- Plantar espécies autóctones;
- Poupar água;
- Reduzir o consumo de energia;
- Pensar bem antes de comprar um qualquer bem ou serviço (refletir sobre a sua necessidade, utilidade e impacto em termos de sustentabilidade/gasto de recursos, poluição e impacto no fim da vida, condições sociais em que foi produzido);
- Preferir produtos nacionais;
- Andar a pé, de bicicleta e de transportes colectivos;
- Respeitar os mesmos princípios em qualquer contexto: trabalho, escola, férias, etc.
- Exigir que os nossos representantes políticos assumam políticas que promovam a sustentabilidade;
- Exigir que as empresas disponibilizem produtos e serviços mais sustentáveis e que o comprovem através de certificações independentes.

A caminho da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável - Rio+20

Vinte anos após a primeira Cimeira da Terra – Rio 92, Governos, instituições internacionais, ONG e sociedade civil de todo o Mundo irão participar na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (CNUDS ou "Rio+20"), em que o foco central será a transição para uma economia verde global, no contexto da erradicação da pobreza, e a governança para um desenvolvimento sustentável.

Na semana em que se comemora o Dia da Terra, a Quercus e a Rede Lusófona para o RIO +20, em parceria com a C.M. Gaia, apresentaram a campanha internacional intitulada “O que nos une a todos”, enquadrada no âmbito da realização da Conferência Rio+ 20, que decorre no Rio de Janeiro, Brasil, de 20 a 22 de junho deste ano. A campanha “O que nos une a todos” vai consistir numa série de ações a realizar ao longo dos próximos dois meses, como o lançamento de uma música com o mesmo título, de um videoclip, a organização de conferências e o lançamento da iniciativa “5 Saídas Para a Crise”.


Lisboa, 21 de abril de 2012

permaculture design 2012


Design (regenerativo) de Permacultura tem ganho, lentamente, aceitação internacional como uma caixa de ferramentas para a sustentabilidade. É uma ciência que mostra a oportunidade de criar respostas práticas aos nossos problemas, quer estes sejam em casa, na horta, numa empresa/comunidade, ou até numa escala maior. Design de Permacultura aplicado pode criar uma nova visão para o Planeta.
É na celebração das diferenças, da riqueza da diversidade, da necessidade de soluções inclusivas que nos unimos para aprender/ensinar.
“tu não fazes Permacultura; aplicas Permacultur ao que fazes.”
-Larry Santoyo
Cuidar da Terra – Cuidar das Pessoas – Partilha Justa
“O primeiro principio da Permacultura é Observação: observação pensativa e demorada em vez de trabalho distraido e demorado.”
-- B. Mollison and D. Holmgren
A Permacultura é a forma mais verdadeira de BIO MIMICRY, aprendendo directamente do Design da Mãe Natureza, ligando tudo em sistemas criativos e produtivos.
O proxima Curso de Design de Permacultura, acreditada com certifcado, vai acontecer na Permalógica, Tábua, 16-30 Junho de 2012, com professor experiente Steve Jones. http://www.sector39.co.uk
Este curso sera de 72horas e será certificado pela Associação de Permacultura (Permaculture Association).
Custos: 450€ incluindo todas as refeições vegetarianas/locais/macrobióticas, campismo (tenda propria) ou dormitório partilhado. Uso dos duches ecológicos e casas-de-banho de compostagem, piscina biológica, água de fonte para beber e uso da cozinha rústica se necessário. 10% de desconto oferecido aos primeiros 10 participantes que pagarem na totalidade e desconto disponível para locais. Maximo de 20 participantes. Inscreva-se com antecedência para evitar desilusão!
Ficha de inscrição disponível quintacabecadomato@gmail.com
O nosso espaço é visivel no cana de Youtube – Quinta Cabeça do Mato

21/04/12

Oficina de Vermicompostagem‏


Já que é o terceiro ano que o fazemos, vai
a Quercus-Braga, levar a cabo uma Oficina de Vermicompostagem, no
Parque de S. João da Ponte, Braga, no sábado, dia 5 de Maio, das 15 às
17h.
Como a actividade resulta de um protocolo com a Câmara Municipal de
Braga, é gratuito e, para se inscrever, basta enviar o nome da pessoa,
idade, e-mail e telemóvel para este endereço, bem como a indicação de
se quer ou não minhocas.
No dia, caso queira minhocas, cada família deverá levar um caixa
pequena (tipo caixa de gelado de 1 litro) e, em casa, ter caixa de
esferovite (pode obter nas farmácias ou peixarias) ou plástico opaco
de aproximadamente (ou nessa proporção) 90 cm de comprimento x 60 cm
de largura x 25 cm de altura.

Comunicado - Em Vagos: Lixeiras promovidas por entidades públicas proliferam‏


Por ocasião da iniciativa “Limpar Portugal”, realizada no dia 24 de março, o Núcleo de Aveiro da QUERCUS tomou conhecimento da existência de algumas situações absurdas em relação à deposição de resíduos. Por incrível que possa parecer, no concelho de Vagos existem pelo menos duas situações em que as Juntas de Freguesia promovem despejos de todo o tipo de resíduos, em terrenos sem qualquer tipo de vedação e sem qualquer controlo do que ali é despejado. Mais grave ainda é a possibilidade de numa destas lixeiras, que a Junta de Freguesia gere como um aterro sanitário, ter havido um apoio financeiro do próprio município.
Nestas lixeiras são despejados entulhos de obras e resíduos de trabalhos de jardinagem, pneus velhos, lixos domésticos, plásticos, de tudo um pouco pelo que está à vista. Mas e o que não está à vista e já foi soterrado pelas Juntas? Com todos os custos associados à eliminação de resíduos perigosos, não será difícil pensar que no meio de tudo o que ali é depositado existam também substâncias contaminantes, muito perigosas para o ambiente, mas também para a saúde das populações, pois as lixeiras estão perto de habitações e podem contaminar as águas subterrâneas.
Normalmente a QUERCUS apresenta queixas sobre situações de ilegalidades e atentados ambientais às entidades competentes, nomeadamente ao SEPNA – Serviço de Proteção da Natureza da Guarda Nacional Republicana. Mas ultimamente são muitos mais os casos que chegam ao nosso conhecimento e fica a sensação que os organismos do Ministério que tutela a área do ambiente não cumprem com a sua função fiscalizadora. Como se explica que existam situações semelhantes a estas, em que as ilegalidades são cometidas durante meses seguidos sem nenhuma fiscalização as detetar? E é muito pior quando são os organismos que deviam zelar pela manutenção de um ambiente saudável e proteger a natureza a cometer algumas atrocidades, como já denunciámos recentemente em relação a entidades tuteladas igualmente pelo Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território - MAMAOT.
Desta vez a situação é realmente absurda e o Núcleo de Aveiro da QUERCUS, ao invés de apresentar queixa às entidades competentes, opta por esta denúncia pública e disponibiliza--se para acompanhar os serviços de fiscalização, os órgãos de comunicação social, ou quem quiser ver as coisas no local, para avaliarem e tomarem as medidas consideradas necessárias. Para além das coimas a aplicar aos infratores e a quem é verdadeiramente responsável, vamos avaliar a capacidade das entidades do MAMAOT em mandar retirar todo o lixo ali depositado, analisar se há infiltração de poluentes perigosos nos solos e mandar recuperar paisagisticamente os locais.
Aveiro, 20 de abril de 2012
A Direção do Núcleo Regional de Aveiro da QUERCUS - ANCN

19/04/12

Concurso Fotográfico "A Biodiversidade na minha Cidade"

Inscrições de 1 de Fevereiro a 15 de Maio

O Concurso “A Biodiversidade na Minha Cidade” é uma iniciativa da Câmara Municipal de Gouveia, que conta com a colaboração do Instituto de Conservação da Natureza e da Biodiversidade (ICNB- PNSE), da Autoridade Florestal Nacional (AFN), da Quercus- Núcleo Regional da Guarda e do Centro de Ecologia, Recuperação e Vigilância de Animais Selvagens (CERVAS).
Poderão participar no concurso de fotografia todos os interessados, residentes no concelho de Gouveia, em nome individual, grupo, turma ou escola com fotografias tiradas nas áreas urbanas das freguesias do Concelho de Gouveia.
Para participar no Concurso “A Biodiversidade na minha Cidade” terá que fazer pré-inscrição devidamente assinada pelo responsável e enviada por e-mail (digitalizada), fax ou correio até ao dia 15 de Maio de 2012.

Regulamento    Ficha de Inscrição

Para mais informações contacte:
Telefone:             238 490 210      

Fax: 238 494 686




































































Comunicado - Cimeira Europeia de Business and Biodiversity com a presença da Quercus e de uma empresa pioneira na aplicação do Biodiversity Check em Portugal‏


Empresas e biodiversidade: 
Cimeira Europeia de Business and Biodiversity com a presença da Quercus e de uma empresa pioneira na aplicação do Biodiversity Check em Portugal

Terminou ontem, 18 de Abril, em Estugarda, Alemanha, a 1ª Cimeira Europeia de Business and Biodiversity, integrada no Fórum de Responsabilidade Social, e reunindo centenas de empresas, sobretudo alemãs e de dimensão internacional. Apesar do formato algo conservador do plenário, com intervenções orais de representantes das empresas, que nem sempre detalharam dados sobre a sua acção na área da biodiversidade, os seminários paralelos temáticos permitiram a apresentação de experiências mais concretas. De Portugal, além da Quercus esteve presente a TAP e a Herdade do Freixo do Meio
1ª Mesa redonda sobre iniciativas e projetos em Business and Biodiversity, na Europa
A Cimeira foi precedida por uma Mesa Redonda de iniciativas de Business and Biodiversity e projetos relacionados, onde intervieram representantes de iniciativas nacionais, internacionais e responsáveis de projetos diversos promovidos por ONG. Paula Silva, na apresentação que fez do projeto da Quercus Empresas e Biodiversidade, aproveitou também para referir a iniciativa estatal portuguesa Business and Biodiversity, lançada em 2007 e que obteve até ao momento a adesão de 63 empresas. O trabalho realizado nesta Mesa Redonda focou temas como a certificação e standards em biodiversidade para empresas, a valorização de serviços de ecossistemas, a auto-avaliação das iniciativas, entre outros, e foi avançado um plano para a cooperação entre as diversas iniciativas existentes.
A 1ª empresa portuguesa a fazer um “Biodiversity Check”
A Quercus, enquanto parceira de cooperação da Campanha Europeia Business and Biodiversity (projeto LIFE) tinha anteriormente proposto a um conjunto de empresas portuguesas, a realização do “Biodiversity Check”, uma ferramenta desenvolvida no âmbito dessa Campanha para as empresas fazerem uma avaliação sobre a sua relação com a biodiversidade, ou seja, uma espécie de “check-up” à performance de cada empresa no que toca à componente ambiental “biodiversidade”. A Herdade do Freixo do Meio respondeu de imediato à sugestão e o check está em curso, seguindo-se em breve a aplicação desta ferramenta numa unidade hoteleira em Sintra.
Herdade do Freixo do Meio intervém na 1º Cimeira Europeia de Business and BiodiversityNa sequência da realização do Check, Alfredo Cunhal Sendim, gestor da Herdade do Freixo do Meio, foi convidado para intervir na Cimeira, no seminário sobre “Avaliação de biodiversidade nas empresas: a escolha da ferramenta correcta para a empresa”, representando desta forma a experiência concreta de uma empresa portuguesa com atividade no setor agro-pecuário e com umcurriculum de boas práticas ambientais, incluindo biodiversidade.
A Quercus, as empresas e a biodiversidade
A Quercus desenvolve, desde há alguns anos, numerosos projetos de conservação da natureza, apoiados por empresas portuguesas. Através do projeto Empresas e Biodiversidade, procura também sensibilizar as empresas relativamente à componente da biodiversidade, ou seja, os impactes e dependências das empresas do meio natural, bem como divulgar as ferramentas disponíveis para o mundo empresarial. Tendo realizado no ano passado algumas acções dirigidas ao setor do retalho alimentar, em 2012 o projeto foca-se sobretudo no setores agrícola e florestal, graças ao co-financiamento do FEADER através do Programa para a Rede Rural Nacional, estando programadas acções que serão oportunamente divulgadas.

Lisboa, 18 de Abril de 2012
A Direcção Nacional da
Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza

18/04/12

Comunicado | No dia 18 de Abril, em Gaia, diversos nomes da música juntam-se à Quercus e à Rede Lusófona para o RIO+20 em Campanha Internacional‏

Campanha Internacional "O que nos une a todos"


NO DIA 18 DE ABRIL, EM GAIA, DIVERSOS NOMES DA MÚSICA JUNTAM-SE

À QUERCUS E À REDE LUSÓFONA PARA O RIO+20


A Quercus e a Rede Lusófona para o RIO +20 vão promover uma campanha internacional, em parceria com a C.M. Gaia, intitulada “O que nos une a todos”, enquadrada no âmbito da realização da Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, que decorre no Rio de Janeiro, Brasil, de 20 a 22 de Junho deste ano. A iniciativa consiste numa série de ações, como o lançamento de uma música com o mesmo título, de um videoclip, a realização de conferências e o lançamento da ideia “5 Saídas Para a Crise”, eventos a anunciar brevemente.

A apresentação da campanha, a cargo do projeto Condomínio da Terra, integrado na Quercus, contará com a presença de Paulo Praça (música) e Walter Hugo Mãe (letra) autores do tema, e decorrerá na próxima quarta-feira, dia 18 de Abril, pelas 16,30 horas, na Quinta da Boeira (Rua Conselheiro Veloso da Cruz, n.º 608, em Vila Nova de Gaia. Estarão presentes outros músicos que emprestaram as suas vozes e rostos à campanha, como Mónica Ferraz (Mesa), Fernando Ribeiro (Moonspel), Rui Reininho, Simão Praça (Plaza), Sónia Tavares (Gift e Amália Hoje), Ana Deus (Três Tristes Tigres), e a escola do Bando dos Gambozinos, que emprestaram as suas vozes a esta campanha, bem como o músico André Indiana, responsável pela instrumentação, juntamente com Paulo Praça.


O videoclipe poderá ser visto na rede youtube no link http://youtu.be/4MQY19pcvXs ou no novo site do projeto emwww.condomíniodaterra.org.


Vinte anos após a primeira Cimeira da Terra – Rio 92, Governos, instituições internacionais, ONG e sociedade civil de todo o Mundo irão participar na Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (CNUDS ou "Rio+20"), e que o foco central da conferência é a transição para uma economia verde global no contexto da erradicação da pobreza e de uma governança para o desenvolvimento sustentável.

CONVIDAMOS TODOS OS ÓRGÃOS DE COMUNICAÇÃO SOCIAL A PARTICIPAR NO EVENTO DE APRESENTAÇÃO NACIONAL DESTA CAMPANHA



Campanha "O que nos Une a Todos":

rio+20

Sistemas Climático e Oceânico

Um Património Natural Intangível para a Humanidade


Uma Proposta Quercus/Rede Lusófona para o Rio+20



Para mais informações à imprensa, contactar por favor Paulo Magalhães pelo telefone 939575888


Para download da música e do vídeo em alta definição siga os links abaixo:

http://www.sendspace.com/file/lhpafv - video

http://www.sendspace.com/file/24tonq - musica

16/04/12

II Edição do Curso de Maneio e Tração Animal, de 21 a 22 de Abril, aldeia de Pena Branca e Paradela, concelho de Miranda do Douro


 
O gado asinino e muar sempre teve uma presença importante nas atividades do meio rural na região de Trás-os-Montes, pela utilização destes animais em diversos trabalhos agrícolas ou, muitas vezes, predominantemente associados a determinadas tarefas, atividades ou ofícios. Ainda hoje estes animais são bastante aproveitados, principalmente, em terrenos mais acidentados, ou em propriedades de menor tamanho onde o emprego de um trator torna-se inviável economicamente. Em grandes propriedades, a tração animal também é utilizada para complementar o trabalho do trator, principalmente, em serviços de cultivo.
Embora seja difícil determinar a aplicação ideal da tração animal entre os agricultores, o conhecimento da realidade indica a necessidade de incentivar seu uso, melhorando a qualidade dos animais, aumentando a quantidade, desenvolvendo tecnologia de trabalhos, inovando, principalmente, nas pequenas áreas, onde o trator seria bastante dispendioso. O melhoramento das raças dos animais de tração, aliado ao aperfeiçoamento das ferramentas agrícolas, proporcionará um processo de mecanização intermediária, coerente com as condições dos pequenos produtores rurais, promovendo um avanço tecnol&oacut e;gico significativo na produção de milhares de agricultores.
Neste âmbito, a AEPGA tenciona realizar entre os dias 21 e 22 de Abril a II Edição do Curso MANEIO E TRAÇÃO ANIMAL, nas aldeias mirandesas de Pena Branca e Paradela. O curso será essencialmente prático e abordará diversas temáticas relacionadas com:
- a etologia dos asininos;
- os cuidados a ter com os animais de tração;o adestramento de asininos e conhecimento dos diferentes arreios e ferramentas associados aos animais de tração;
- a sustentabilidade e tração animal, entre outras.

PARTICIPE!

Fotografia de topo: Cláudia Costa http://claudiacosta.carbonmade.com/

 

PROGRAMA

Sábado, 21 de Abril de 2012
Aldeia de Pena Branca, Concelho de Miranda do Douro

09h30 – 
Receção e apresentação dos participantes. Apresentação dos Trabalhos para o dia; Sessão de abertura dos trabalhos
10h00 – Etologia
adestramento e cuidados a ter com os animais de tração (Jesús de Gabriel. Veterinário Clínico e Presidente de ASZAL http://aszal.com/ )
12h30 - 
Encerramento dos trabalhos: exposição de dúvidas e comentários acerca dos trabalhos apresentados
13h00 
– Pausa para o almoço
14h30
 – Parte Prática
- Maneio e conhecimento dos diferentes arreios e apetrechos.

Introdução ao adestramento de asininos (Trabalho à guia, Trabalho de rédeas longas; Preparação à atrelagem;Atrelar em singular e em parelha)
- Montagem dos apetrechos nos animais e 
lavragem superficial de solo
17h30
 – Fim dos trabalhos

Domingo, 22 de Abril de 2012
Aldeia de Paradela, Concelho de Miranda do Douro
09h30 –
 Encontro dos participantes no café da aldeia de Paradela
10h00
 – Passeio de Burro e em carroça até ao miradouro das Penhas das Torres (arribas do Douro)
11h00
 – Parte prática com os habitantes da aldeia de Paradela
Montagem dos apetrechos nos animais;
Atrelar em singular e em parelha;
- Lavragem superficial de solo.


13h30
 - Piquenique com a população da aldeia de Paradela
16h00
 – Fim da atividade

INFORMAÇÕES:
 http://www.aepga.pt/portal/PT/111/EID/137/DETID/3/default.aspx

ALOJAMENTO (Sugestões): 
http://www.aepga.pt/portal/PT/111/EID/137/DETID/6/default.aspx
INSCRIÇÃO: 
http://www.aepga.pt/portal/PT/111/EID/137/DETID/9/default.aspx


 
De 5 a 6 de Maio: Seminário “O MEIO RURAL E O ECOTURISMO”, Parque Biológico de Vinhais, Vinhais