01/04/12

Comunicado | 2011 com pior qualidade do ar em Lisboa - Quercus aplaude alargamento da ZER‏




Várias estações de monitorização da qualidade do ar da cidade de Lisboa voltaram a ultrapassar, em 2011, os valores-limite de proteção da saúde para as partículas inaláveis e para o dióxido de azoto impostos pela legislação nacional e comunitária, agravando-se a situação face a 2010.

As partículas inaláveis (PM10) e o dióxido de azoto (NO2) são dois poluentes atmosféricos emitidos pelos escapes dos automóveis com sérios impactes na saúde das populações sobretudo nas cidades, onde o tráfego rodoviário é mais intenso. Estes poluentes são medidos em estações de monitorização do ar ambiente, algumas localizadas junto dos principais eixos rodoviários. Em concentrações elevadas, podem mesmo ultrapassar os valores-limite impostos pela legislação nacional e comunitária[1], a qual define valores-limite de proteção da saúde para as PM10 e o NO2.

A Quercus analisou os dados disponibilizados pela Base de Dados On-line QualAr da Agência Portuguesa do Ambiente[2] das concentrações de PM10 e NO2 medidas nas estações de qualidade do ar em Lisboa relativamente aos anos de 2010 e 2011. A QualAr disponibiliza os dados já validados de 2010 e os dados provisórios de 2011. Como a compilação dos dados não validados de 2011 não é direta, a Quercus solicitou-os à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo, não tendo obtido qualquer resposta, havendo assim em nossa opinião uma falha grave e lamentável na facilitação de informação ao público por parte do Ministério do Ambiente, obrigação contemplada na legislação.

Partículas inaláveis (PM10)

Relativamente às PM10, as estações de qualidade do ar da Avenida da Liberdade e Santa Cruz de Benfica ultrapassaram, em 2011, o valor-limite anual de proteção da saúde humana (40,0 µg/m3), bem como o número máximo de vezes permitido pela legislação (35 ultrapassagens por ano) que os valores médios diários podem ser superiores a 50,0 µg/m3. Houve um agravamento das concentrações deste poluente na Av. da Liberdade entre 2010 e 2011.

Nº máximo anual de ultrapassagens diárias ao VL

Média anual (µg/m3)

Estação/Ano

2010

2011

2010

2011

Avenida da Liberdade

88

113

41,4

44,5

Santa Cruz de Benfica

90

84

42,7

41,4

Valor-limite

35

35

40,0

40,0

Dióxido de azoto (NO2)

No que diz respeito ao NO2, várias estações de qualidade da cidade de Lisboa ou adjacentes (caso de Alfragide/Amadora), ultrapassaram, em 2011, o valor-limite anual de proteção da saúde humana (40,0 µg/m3), bem como o número máximo de vezes permitido pela legislação (18 ultrapassagens por ano) em que as médias horárias foram superiores a 200,0 µg/m3. Exceto em Santa Cruz de Benfica, verificou-se em todas as outras estações um agravamento da qualidade do ar entre 2010 e 2011.

Nº máximo anual de excedências horárias ao VL

Média anual (µg/m3)

Estação/Ano

2010

2011

2010

2011

Avenida da Liberdade

37

21

61,4

65,5

Entrecampos

0

15

41,1

46,4

Olivais

17

49

35,2

37,1

Santa Cruz de Benfica

25

2

46,4

43,3

Alfragide/Amadora

25

49

37,9

38,8

Valor-limite

18

18

40,0

40,0

O aumento do número de ultrapassagens aos valores-limite de PM10 e NO2 verificado entre 2010 e 2011 na maioria dos casos, deveu-se sobretudo ao efeito de condições climatéricas adversas à dispersão de poluentes, como ventos fracos e elevada estabilidade atmosférica. No caso específico das PM10, algumas das ultrapassagens ficaram a dever-se à influência de eventos naturais, isto é, poeiras transportadas pelos ventos desde o Norte de África e que atingiram a cidade de Lisboa, e que agravaram as concentrações já elevadas motivadas pelo tráfego rodoviário.

O agravamento da má qualidade do ar no total do ano na Avenida da Liberdade não significa, mesmo assim, que não possa ter havido uma melhoria após a implementação da 1ª fase da Zona de Emissões Reduzidas (ZER) entre o Marquês de Pombal e o Terreiro do Paço em Junho de 2011, mas essa análise, por ser muito complexa, não nos foi possível efetuar, competindo às entidades públicas oficiais tal avaliação.

2 de Abril – Expansão da Zona de Emissões Reduzidas e maior exigência na zona já existente são passos importantes mas ainda insuficientes para a melhoria da qualidade do ar

A decisão de se avançar com uma maior exigência da Zona de Emissões Reduzidas (ZER) em Lisboa que tem início na próxima segunda-feira, 2 de Abril, é mais um passo do leque de medidas que fazem parte dos planos e programas para a melhoria da qualidade do ar e do respetivo programa de execução. Desde 2005 que Portugal está a infringir a legislação nacional e comunitária em matéria de qualidade do ar, dado que tem vindo a ultrapassar, e muito, os limites estabelecidos no que respeita às concentrações de partículas inaláveis (PM10), sendo que desde 2010 tal também se verifica para o poluente dióxido de azoto (NO2). As consequências para a saúde, em algumas áreas de Lisboa mais poluídas, significam vários meses de vida retirados à custa da elevada poluição do ar, cuja causa é, evidentemente, o tráfego rodoviário. A atual ZER ainda é insuficiente dado que o seu grau de exigência se tem de aproximar de outras áreas com estas caraterísticas noutras cidades europeias, estando também outras medidas previstas e ainda por aplicar (vias de alta ocupação, por exemplo). Por incumprimento da legislação comunitária, Portugal tem um processo instaurado no Tribunal Europeu de Justiça sobre esta matéria, cujo julgamento já ocorreu, e cuja sentença deverá ser conhecida dentro de alguns meses.

A implementação de uma Zona de Emissões Reduzidas faz todo o sentido, porque retira os veículos mais antigos, anteriores a 1992 (veículos anteriores às normas EURO, nomeadamente sem catalisador), que poluem várias dezenas de vezes mais que os veículos novos (norma EURO 5), de uma área considerável da cidade, havendo agora uma exigência ainda maior nas áreas com piores níveis de poluição do ar em Lisboa (o troço Marquês de Pombal – Terreiro do Paço), onde a proibição nos dias úteis, das 7h às 21h, se estende aos veículos anteriores a 1996.

É perfeitamente compreensível que esta medida deixe de fora os residentes (não se pretende afastar as pessoas do centro da cidade), e algumas outras exceções. A sua incidência apenas nos dias úteis é óbvia, dado ser nesses dias que se regista maior tráfego rodoviário em Lisboa e, logo, maior poluição. É fundamental que a exceção dada aos táxis até ao final de 2012 não se estenda para além dessa data, dado que há uma percentagem significativa de táxis com mais de catorze anos de idade que circula em Lisboa, com impactes grandes na qualidade do ar pelo número de quilómetros que ainda percorrem diariamente.

Para a Quercus, este é um passo fundamental se se cumprir o planeado pela entidade responsável pela gestão da qualidade do ar, a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo, bem como as progressivas metas mais exigentes aprovadas pela Câmara Municipal de Lisboa. Outras medidas como as restrições de estacionamento automóvel no interior da cidade, a promoção do transporte público, os planos de mobilidade das empresas com grande número de trabalhadores (no centro da cidade de Lisboa ou mesmo as vias de alta ocupação), são igualmente necessárias e urgentes.

Em Portugal, e nomeadamente em Lisboa e área envolvente, não temos conseguido promover uma mobilidade mais sustentável, suficiente para melhorar significativamente a qualidade do ar. É preciso pôr em prática, e rapidamente, o que já está decidido, com coragem e determinação.

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[1] Diretiva nº 2008/50/CE de 21 de Maio, transposta para o direito português pelo Decreto-Lei nº 102/2010 de 23 de Setembro.

[2] QualAr: www.qualar.org

28/03/12

Nota de Imprensa | Filme de animação ‘LORAX’ desafia escolas a trocarem Rolhas por Folhas até 22 de Maio‏

Logos


Filme de animação desta Páscoa associa-se, pelas árvores e pela natureza, ao projeto Green Cork


‘LORAX’ DESAFIA ESCOLAS A TROCAREM ROLHAS POR FOLHAS ATÉ 22 DE MAIO

Lisboa, 27 de Março de 2012 – ‘Lorax’, a personagem que dá nome ao filme de animação 3D desta Páscoa, é por excelência um defensor acérrimo das árvores e da preservação da natureza e por isso não podia deixar de se associar ao projeto de reciclagem de rolhas de cortiça Green Cork com o objetivo de mobilizar as escolas nacionais a recolherem para reciclagem o maior número possível de rolhas. O concurso “Rolhas que dão Folhas” promovido pelo Continente no âmbito do projeto Green Cork da Quercus, prolongou, por via deste reforço de peso, a data de entrega de rolhas a passatempo até 22 de maio.

‘Rolhas que dão Folhas’ é um desafio dirigido a crianças de todos os jardins infantis e escolas EB1 e EB2/3 do país, convidadas a inscreverem a sua escola no site do Continente e a recolherem o máximo possível de rolhas de cortiça. Após a recolha devem colocar as rolhas em sacos de plástico da marca e entregá-las nos hipermercados do grupo até ao dia 22 de Maio de 2012. Cada saco cheio dá direito a um vale, sendo os prémios são atribuídos às escolas que tiverem mais vales por aluno.

As rolhas recolhidas no âmbito da campanha ‘Rolhas que dão folhas’ são enviadas para reciclagem, sendo o valor angariado revertido a favor do projeto de reflorestação Floresta Comum da Quercus.

O desafio ‘Rolhas que dão folhas’ tem estado a envolver 840 escolas e mais de 300 mil alunos.

Pelas árvores e por uma maior sensibilização de crianças e adultos para as problemáticas relacionadas com a conservação do meio ambiente, o ‘Lorax’ faz tudo e por isso a Universal Pictures associa-se à campanha com o apoio institucional do filme.

cartazLORAX e José Fidalgo esta quarta-feira no Continente do Colombo para divulgar o desafio

Esta quarta-feira, 28 de Março, o actor José Fidalgo, que dobra a personagem O’Hare no filme, marca presença, pelas 18H00 no Continente do Centro Comercial Colombo. Uma iniciativa que visa a divulgação da ação com o apoio institucional do “LORAX”.

O filme ‘LORAX’

Após o sucesso de ‘Horton e o Mundo dos Quem’, o universo literário do Dr. Seuss volta a ser recriado em animação informática com ‘LORAX’.

Ted, um jovem idealista, tenta encontrar a única coisa que consiga garantir-lhe a afeição da rapariga dos seus sonhos. Para isso, ele tem de descobrir a história do Lorax, uma criatura rabugenta mas encantadora que luta para proteger o seu mundo.

‘LORAX’ é dirigido por Chris Renaud, um dos realizadores de «Gru - O Maldisposto», e produzido por Chris Meledandri, que já fora responsável por «Horton e o Mundo dos Quem», outra adaptação da obra de Dr. Seuss.

27/03/12

Resumo da Caminhada pelo Castanheiro do Guilhafonso 24 de Março



A caminhada pelo castanheiro de guilhafonso correu muito bem no passado dia 24 de Março, tivemos 24 participantes, e ainda participamos no limpar Portugal, apanhamos 900 litros de lixo, ao longo do caminho.
No final tivemos a visita do Gonçalo Amaral, responsável pelas zonas verdes do Município da Guarda, em que explicou o que tinham feito na visita do Luis Martins, técnico da UTAD, especialista em questões de arboricultura.

Recolheram amostras de solo e ramos, no superior da copa, os quais estão podres, mesmo os verdes, por dentro já estão podres,

Vão interditar o transito debaixo do Castanheiro, e fazer um arejamento do solo superficial.

Colocaram uma sonda na base do castanheiro, esta entrou muito cm para dentro, o que quer dizer que está a ficar todo oco por dentro, deveras preocupante.

O relatório ainda não está terminado, só depois se irão tirar as conclusões finais para fazer algumas intervenções que possam ajudar a recuperação do castanheiro gigantes e de outros que estão perto deste.

Ficam algumas fotos do evento, da autoria do Mário Vaz e Ricardo Nabais

















25/03/12

Comunicado - Barragem de Veiguinhas‏

Parque Natural de Montesinho

Quercus condena aprovação da construção da Barragem de Veiguinhas



É com profunda preocupação que a QUERCUS vê a emissão de uma Declaração de Impacto Ambiental (DIA) favorável à construção da Barragem de Veiguinhas no coração do Parque Natural de Montesinho. A construção da barragem de Veiguinhas afectará uma área que, em termos de ordenamento do território e biodiversidade, apresenta um dos mais elevados graus de importância para a conservação da fauna e da flora a nível nacional e internacional, importância esta que se encontra bem patente no zonamento do Plano de Ordenamento do Parque Natural de Montesinho (POPNM).

A QUERCUS considera inadmissível a afectação deste território de espécies emblemáticas do Parque Natural de Montesinho como o Lobo, o Veado, a Lontra e a Toupeira-de-água, tanto mais que existem várias alternativas ao projecto fora e dentro do Parque Natural de Montesinho. Recorde-se que o mesmo projecto teve já parecer negativo em 2005, pela 3ª vez, devido à afectação dos valores naturais do Parque Natural de Montesinho, sendo por isso caso para perguntar agora: o que mudou no Parque Natural de Montesinho? A resposta é: Nos valores naturais do Parque, nada mudou, por enquanto.

O que mudou pelo vistos foi a crescente perda de importância da Conservação da Natureza e Biodiversidade, com o próprio Estado a fazer tábua rasa do imperativo constitucional de defesa do Ambiente e a demitir-se da sua obrigação legal de decidir utilizando critérios técnicos objectivos. O Parque Natural de Montesinho é o elemento mais importante para o desenvolvimento turístico da região de Bragança e a sua afectação poderá ter implicações para a economia da região ainda não quantificadas.

Existem várias alternativas ao projecto sendo que a alternativa de abastecimento de água a partir da barragem do Azibo já tinha sido aprovada pela Agência Portuguesa do Ambiente em 2005. Deste modo as alternativas ao projecto são:

- Barragem do Azibo;

- Barragem de Parada;

-Barragem de Rebordãos;

- Alteamento da Barragem de Gostei, sem a construção de Veiguinhas;

- Alteamento da barragem de Serra Serrada.

Não foi também efectuado qualquer estudo para poupança e racionalização do consumo de água em Bragança que poderia resolver os problemas de abastecimento de água, em vez das soluções baseadas no aumento do consumo de água e na expansão do betão dentro das áreas protegidas. Na nossa opinião há também clara violação de legislação nacional e comunitária como as Leis de Protecção ao Lobo-ibérico; bem como a legislação de protecção de habitats.

A QUERCUS apela a todos os cidadãos e em particular aos cidadãos da região de Bragança para que se oponham a mais esta grave destruição do Património Natural Transmontano e relembra que o modelo de desenvolvimento praticado até à data manteve a Região de Bragança como uma das menos desenvolvidas de Portugal e da Europa.

A área está também classificada nomo Rede NATURA 2000 - Sítio de Importância Comunitária Montesinho - Nogueira” e Zona de Protecção Especial (ZPE) para Aves Selvagens das “Serras de Montesinho - Nogueira”


Lisboa, 25 de Março de 2012

A Direção Nacional da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza

Workshop de introdução à cosmética natural

Workshop de Introdução à cosmética natural

Apresentação: Nada substitui o brilho saudável que resulta de cuidarmos de nós próprios de forma natural. E encontrarmos na natureza todas as respostas para cuidado do rosto e do corpo.

O que lhe propomos neste workshop é a descoberta do prazer de elaborar e aplicar os seus próprios produtos a partir de ingredientes naturais e procedimentos simples.

Objetivo Geral: No final do workshop, os participantes deverão ser capazes de elaborar e saber aplicar cosméticos naturais básicos.

Conteúdos gerais:

- Vantagens dos cosméticos naturais;

- Ingredientes e matérias necessários;

- Tipos de pele e cuidados básicos de rosto e corpo;

- Demonstração de algumas receitas para elaboração de cosméticos naturais;

- Loções de Limpeza;

- Esfoliantes rosto e corpo;

- Máscaras corpo, mãos;

- Máscaras cabelo

Data: 2 de Junho 2012

Duração: 4 horas

Horário: 14:30 ás 18:30 horas

Local: Quinta da Maunça, Rasa 6300 Guarda

Públio alvo: Publico Geral

Pré Requisitos: Maiores de 15 Anos

N. Participantes: Mínimo 12; Máximo 16

Inscrição/Informações: guarda@quercus.pt

Preço por Formando: 30 euros

Recursos Materiais: Os materiais a utilizar pelos formandos serão disponibilizados na formação

Formadora: Irene Morais irene.c.morais@gmail.com . 918265974

20/03/12

Semana da Primavera Biológica



 
A Câmara Municipal da Guarda  comemora,  de 19 a 24 de Março a SEMANA DA PRIMAVERA BIOLÓGICA. Esta iniciativa pretende promover o bem-estar individual e colectivo, sensibilizando a sociedade para a adopção de estilos de vida mais saudáveis, ecológicos e sustentáveis. Hoje, mais do que nunca, precisamos de reforçar o nosso papel enquanto cidadãos que se preocupam e se responsabilizam por levar a cabo iniciativas de carácter cívico, abraçando princípios e valores que contribuam para o nosso desenvolvimento social e económico.
Na Guarda são diversas as iniciativas programadas por forma a sensibilizar sobretudo as crianças para a sustentabilidade do planeta, evocando nomeadamente o Dia da Árvore e da Floresta e o Dia Mundial da Água.
A Autarquia, através do Espaço Educativo Florestal, vai colocar nas  escolas da Cidade, que não têm espaço, “UMA HORTA DO TAMANHO DA PORTA”. Serão fornecidos, a cada escola, uma floreira do tamanho de uma porta  e um compostor, ambos elaborados em material reutilizado, para que todas as crianças possam participar na sua sementeira, plantação, rega e outros cuidados necessários ao longo do ano. Serão também disponibilizadas as soluções para que as crianças possam reproduzir o projecto em casa, incentivando os pais a criar uma pequena horta.
O Espaço Educativo Florestal  desenvolve também o projecto “A ÁGUA QUE NOS UNE” que pretende salientar a importância vital da água, o seu ciclo na natureza, os problemas e consequências da poluição, os habitats aquáticos, bem como os seres vivos que neles habitam. Este projecto é desenvolvido em diversas escolas do nosso concelho.
No dia 21 de Março assinala-se o DIA MUNDIAL DA ÁRVORE e da FLORESTA com a plantação de uma árvore no Jardim José de Lemos.
“BARCO AO LA(R)GO” é a iniciativa que marca o “DIA MUNDIAL DA ÁGUA” e pretende também sensibilizar as crianças para a correcta utilização da água. O lago do Parque Urbano do Rio Diz vai ser o palco de uma iniciativa diferente, os alunos das diversas escolas  vão construir barcos em papel, onde colocam mensagens alusivas ao dia que se comemora e irão depois lançar os barcos no lago.
No  Parque Urbano do Rio Diz realiza-se uma caminhada denominada “ENTRELINHAS” (7 km, grau dificuldade médio /baixo). Os participantes antes de iniciarem a caminhada podem também fazer uma avaliação da sua condição física e no final da podem participar numa aula de aeróbica.

PROGRAMA

De 19 a 22 de Março
“UMA HORTA DO TAMANHO DA PORTA”
19 Março - 14h30  - EB Adães Bermudes  / 20 Março - 14h30 -  EB Bonfim / 21 Março - 14h30 -  EB Lameirinhas / 22 Março - 14h30 - EB Augusto Gil
De 19 a 23 Março - 9h30 às 11h30
“A ÁGUA QUE NOS UNE”
Espaço Educativo Florestal -Quinta da Maúnça
(atividades a desenvolver com os estabelecimentos de ensino inscritos neste tema)
21 de MarçoDIA MUNDIAL DA ÁRVORE
10H00 - Jardim José de Lemos
Plantação de árvore
22 de MarçoDIA MUNDIAL DA ÁGUA
“BARCO AO LA(R)GO”
Lago do Parque Urbano do Rio Diz
24 de Março Parque Urbano do Rio Diz
15h00 – AVALIAÇÃO DA CONDIÇÃO FÍSICA
PERCURSO  “ENTRELINHAS”
(Caminhada 7 km, grau dificuldade médio /baixo)
16H30 - AULA DE AERÓBICA
Dia 24 de MarçoRasa – Castanheiro Gigante
09h00 - “I MARCHA DIA DA ÁRVORE”
Org. Quercus – Núcleo Regional da Guarda     

17/03/12

21 Março/ Sessão de lançamento livro GUIA DO AMBIENTE

C o n v i t e

A editora MONITOR e os autores, JAIME BRAGA e EDUARDO MORGADO, têm o prazer de convidar V. Exa. para a sessão de lançamento do livro
GUIA DO AMBIENTE - Desenvolvimento Sustentável: Oportunidade Inadiável, que terá lugar no dia 21 de Março pelas 18h30
na FNAC do Centro Comercial Colombo, em Lisboa.

Mesa de honra:

Mário Lobo (Director-Geral da DGAE)

António Saraiva (Presidente da CIP)

Agradecemos confirme a sua presença para o telefone 217973656

O Guia do Ambiente foi criado com a finalidade de proporcionar às empresas um meio seguro e rápido de identificação das principais questões ambientais. Pelo seu conteúdo, onde cada capítulo apresenta uma introdução temática, a descrição das obrigações legais e procedimentos a elas ligados e também uma descrição de casos e de soluções tecnológicas, é também útil para estudantes e para a Administração Pública.

Após uma introdução que situa as questões apresentadas dentro do contexto normativo europeu e, de um modo mais lato, no quadro de
desenvolvimento sustentável, são tratadas as áreas normativas do ambiente, ou seja, os Resíduos e o seu caso específico das Embalagens, as Emissões
Atmosféricas, a Água e o Ruído.

Sendo esta obra destinada, sobretudo às empresas e àqueles que as virão a integrar, foram incluídos capítulos dedicados à Energia,
à Prevenção de Acidentes Graves devidos a Substâncias Perigosas, aos Sistemas Voluntários Europeus de Gestão Ambiental e do Rótulo Ecológico, e também ao
licenciamento das actividades, matérias essencial ao funcionamento das empresas. É ainda incluído um Guia de Procedimentos e, em anexo, a relação dos diplomas legais relevantes e a sua caracterização sintética.

Caso não possa estar presente no lançamento e tenha interesse em adquirir o livro, junto se envia Nota de Encomendacom preço especial de lançamento, válida até 30-Março-2012.

Com os nossos melhores cumprimentos,

Mercedes Gomes

Directora Editorial
MONITOR-Projectos e Edições
Av. da Igreja, 66 – 3º Esq

1700-240 Lisboa

www.monitor.pt