17/03/12

21 Março/ Sessão de lançamento livro GUIA DO AMBIENTE

C o n v i t e

A editora MONITOR e os autores, JAIME BRAGA e EDUARDO MORGADO, têm o prazer de convidar V. Exa. para a sessão de lançamento do livro
GUIA DO AMBIENTE - Desenvolvimento Sustentável: Oportunidade Inadiável, que terá lugar no dia 21 de Março pelas 18h30
na FNAC do Centro Comercial Colombo, em Lisboa.

Mesa de honra:

Mário Lobo (Director-Geral da DGAE)

António Saraiva (Presidente da CIP)

Agradecemos confirme a sua presença para o telefone 217973656

O Guia do Ambiente foi criado com a finalidade de proporcionar às empresas um meio seguro e rápido de identificação das principais questões ambientais. Pelo seu conteúdo, onde cada capítulo apresenta uma introdução temática, a descrição das obrigações legais e procedimentos a elas ligados e também uma descrição de casos e de soluções tecnológicas, é também útil para estudantes e para a Administração Pública.

Após uma introdução que situa as questões apresentadas dentro do contexto normativo europeu e, de um modo mais lato, no quadro de
desenvolvimento sustentável, são tratadas as áreas normativas do ambiente, ou seja, os Resíduos e o seu caso específico das Embalagens, as Emissões
Atmosféricas, a Água e o Ruído.

Sendo esta obra destinada, sobretudo às empresas e àqueles que as virão a integrar, foram incluídos capítulos dedicados à Energia,
à Prevenção de Acidentes Graves devidos a Substâncias Perigosas, aos Sistemas Voluntários Europeus de Gestão Ambiental e do Rótulo Ecológico, e também ao
licenciamento das actividades, matérias essencial ao funcionamento das empresas. É ainda incluído um Guia de Procedimentos e, em anexo, a relação dos diplomas legais relevantes e a sua caracterização sintética.

Caso não possa estar presente no lançamento e tenha interesse em adquirir o livro, junto se envia Nota de Encomendacom preço especial de lançamento, válida até 30-Março-2012.

Com os nossos melhores cumprimentos,

Mercedes Gomes

Directora Editorial
MONITOR-Projectos e Edições
Av. da Igreja, 66 – 3º Esq

1700-240 Lisboa

www.monitor.pt

14/03/12

Saída Patada da Mula dia 25 de Março

Passeio Fotográfico




  • O centro interpretativo e a junta de freguesia de Numão, com o apoio da Quercus- Núcleo Regional da Guarda, organizam no próximo dia 17 de Março um passeio de fotografia e observação da paisagem, um roteiro específico para os amantes da fotografia em espaço natural.

    O passeio é realizado na freguesia de Numão (nas aldeias de Numão e Arnozelo) em pleno Douro Vinhateiro, os participantes serão acompanhadas por um técnico especializado na área da fotografia, que ao longo do percurso irá dar dicas Ele vai dar dicas sobre equipamentos, luz, enquadrarmentos, entre outras técnicas.

    Através do aperfeiçoamento do olhar na arte de fotografar em caminhadas ecológicas, que a organização busca a conscientização que cada um de nós deve ter com preservação do meio ambiente.


    Formador: Rui Ferreira— Global Images
    Inscrições: guarda@quercus.pt
    Material necessário: Os formandos devem dispor de uma câmara fotográfica digital


    17 de Março de 2012
    Horário: 10h às 17h
    Preço: 10€
    Almoço : 5€


“Um olhar diferente sobre Trás-os-Montes” Exposição 17 de Março




Quando falamos numa região referimo-nos ao processo de organização do espaço, analisada pelo viés cultural que permite visualizar uma gama de aspectos materiais e imateriais que perpassam o tempo e se materializam no espaço, como um legado cultural, que se manifesta atrav...és da descendência. Analisar uma região, é observar aspetos culturais, como a expressividade e a manifestação do sistema simbólico que acompanha cada sociedade em sua relação com o espaço e com os seus semelhantes. Salienta-se que, a identificação dos principais códigos culturais que emanam de cada grupo social.

Assim a expª “Um olhar diferente sobre Trás-os-Montes” reflete um inventário do quotidiano de uma região, por vezes esquecida pelos políticos, mas também por aqueles que um dia tiveram de partir em busca de melhores condições de vida. Esta exposição pretende ser uma homenagem aos homens e mulheres que ficaram e que mantiveram a sua identidade, as suas tradições.

“Um olhar diferente sobre Trás-os-Montes” estará patente no Centro Interpretativo de Numão até o dia 28 de Abril.

Local:Centro Interpretativo de Numão
Horário Sábados e Domingos: 10h-17 (excepto de 26 de março a 7 de Abril: 14h-17H)
de 17 de março a 28 de abril

Alberto Cruz - Expo. fotográfica - Não Lápide




NÃO LÁPIDE

Não sabemos o dia em que foi plantada…

Não sabemos o dia em que foi abatida…

Não sabemos a sua espécie…

Julgo dizer que é um presente obscuro:

- da nossa capacidade de monopolizar a natureza;

- que permanece dia após dia na nossa vida citadina

Multiplicámo-nos,

Ocupamos a “mãe” natureza a nosso belo prazer,

e construímos um mundo de betão, asfalto e calçada.

Aqui e acolá damos-lhe um espaço quadrado ou circular,

para que uma simples árvore possa existir.

Cresce, depois é simples

- a final as árvores morrem de pé.

E resta simplesmente o tronco, os troncos quase todos da mesma altura.

E há sempre aquele que resiste ao percurso de ser apenas um ponto negro que se desfaz ano após ano, e mostra essa arte tão bela que é a Primavera.

Nota explicativa:

Fotografias (cor - 20x25cm) de troncos, espaços vazios e rebentos de árvores que se encontram nos passeios de algumas ruas de Lisboa.

Estão coladas em cartão canelado (castanho).

Não quis colocar as fotografias fechadas em molduras, creio que desta forma o conteúdo e mensagem da imagem sobrepõe-se a qualquer aspecto técnico ou artístico que o observador queira retirar.

Fotos: 2008 /2010 - Lisboa

Alguns troncos de árvores já foram retirados e plantadas novas árvores
Galeria da Gest'Arte - Edificio do INDEG - Lisboa

Patente entre os dias 15 de Março e 4 de Abril/2012
Alberto Cruz

13/03/12

Nota de Imprensa | Moviflor associa-se ao projecto Ecocasa da Quercus para promover consumo sustentável‏

Moviflor associa-se ao projecto Ecocasa da Quercus para promover consumo sustentável

A Moviflor, empresa de mobiliário e decoração presente em casa dos portugueses há mais de 40 anos, associa-se ao projecto EcoCasa da Quercus, numa parceria assente na divulgação de produtos de mobiliário com certificação ambiental, enquanto promotora de um consumo sustentável.
A colaboração entre as duas entidades permitirá informar melhor o consumidor sobre as preocupações ambientais inerentes a este sector de mercado, nomeadamente no que respeita à minimização do impacto ambiental causado na produção de mobiliário em madeira.
A Moviflor disponibiliza produtos certificados com os selos de gestão florestal do FSC (Forest Stewardship Council) e do PEFC (Sistema Português de Certificação da Gestão Florestal Sustentável), garantindo que as matérias-primas utilizadas provêm de florestas geridas de acordo com as necessidades sociais, económicas e ambientais das gerações presentes e futuras.
Adicionalmente, alguns produtos são ainda certificados com o Indoor Climate Label, um selo dinamarquês que avalia o impacto dos produtos e materiais construtivos na qualidade do ar interior de uma habitação.
As certificações ambientais são, para o consumidor, uma garantia da sustentabilidade de um determinado produto, desde a sua produção à utilização, sendo também, em alguns casos, uma segurança do ponto de vista da saúde humana.

Através desta colaboração, o projecto EcoCasa, da Quercus, estabelece uma importante parceria na área do consumo sustentável, que já conta com uma secção de conteúdos específica na página 
www.ecocasa.pt, onde podem ser consultados em pormenor os parâmetros de atribuição das diversas certificações sectoriais.
Lisboa, 12 de Março de 2012

Comunicado | Projeto EcoSave: utilização incorreta dos eletrodomésticos pode aumentar o seu consumo em 40%‏


Apresentação de resultados do projeto EcoSave decorreu hoje, em Setúbal

Utilização incorreta dos eletrodomésticos pode aumentar o seu consumo em 40% 
Decorreu hoje, 13 de Março, pelas 15h00, na Casa da Baía, em Setúbal, a apresentação de resultados do Projeto ECOSAVE, que juntou cerca de 50 pessoas, entre agências de energia, entidades públicas, empresas e consumidores. Este projeto analisou o impacte real da utilização dos eletrodomésticos no consumo de energia, cuja fatia no consumo total de uma habitação é de 33%.
Até que ponto a eficiência energética na compra pode ser anulada pelos hábitos incorretos dos utilizadores?
Foi a pergunta a que o projeto EcoSave se propôs a responder, e que o Prof. Carlos Banha, do Instituto Politécnico de Setúbal desenvolveu durante a sua intervenção. Foram apresentadas várias situações em que o comportamento influencia negativamente o consumo dos equipamentos. Por exemplo, abrir a porta do frigorífico de forma brusca pode fazer aumentar 16% do consumo do mesmo. No caso do forno, os testes mostraram que leva cerca de 20 minutos a temperatura do forno cair cerca de 100ºC e portanto é viável desligar o forno 10 a 15 minutos antes do cozinhado estar pronto. As simulações realizadas mostraram ainda que lavar a roupa a 60ºC pode gastar 3 vezes mais energia do que um programa de lavagem de roupa a frio.
Orlando Paraíba, coordenador do projeto, fez a apresentação do projecto e das ferramentas daí resultante: sitio na internet (www.ecosave.org.pt), simulador e guia de informação ao consumidor. Acrescentou ainda que estão a ser visitadas mais de 350 lojas do segmento, nas quais se irão distribuir 40 mil brochuras relativas ao projeto, abrangendo também formação aos vendedores sobre a utilização eficiente de eletrodomésticos.
Em representação da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), esteve Cristina de Barros, que mostrou a importância do Plano de Promoção para a Eficiência no Consumo (PPEC), evidenciando que o benefício dos projectos corresponde a 9 vezes o investimento realizado pelo PPEC.
João Francisco, do Instituto Politécnico de Setúbal e Valter Sousa, da DECO, vieram mostrar como é importante consumidores informados para conseguir a alcançar uma melhor gestão do consumido de energia.
Rui Bento da Míele veio mostrar como os fabricantes também podem ter um papel importante na eficiência energética pela inovação tecnológica dos eletrodomésticos, com a redução do consumo de energia no seu funcionamento e outras medidas como a utilização de fontes renováveis de água quente, pela ligação de máquinas de lavar aos painéis solares de aquecimento de água.   

Breve descrição da metodologia dos ensaios
Através de ensaios experimentais desenvolvidos pela Escola Superior de Tecnologia de Setúbal simulou-se o aumento do consumo de energia causado por más práticas em seis eletrodomésticos: frigorífico combinado, arca congeladora, forno, máquinas de lavar roupa, de secar roupa e de lavar loiça. Os resultados obtidos serviram de base a um simulador online, disponível em www.ecosave.org.pt, que permite calcular a influência da utilização dos equipamentos no seu consumo de energia. Foi também elaborado um guia informativo, a ser distribuído gratuitamente em lojas de eletrodomésticos, juntas de freguesia e bibliotecas, nos concelhos abrangidos pelo projecto (Alcochete, Amadora, Barreiro, Cascais, Lisboa, Moita, Montijo, Oeiras, Palmela, Seixal, Sesimbra, Setúbal e Sintra).

Coordenação e Parceiros
Este projecto é coordenado pela ENA, Agência de Energia e Ambiente da Arrábida e financiado pelo PPEC, Plano de Promoção da Eficiência no Consumo de Energia Elétrica (PPEC), promovido pela ERSE. Como parceiros de projeto, o EcoSave conta com a colaboração da AMES (Agência Municipal de Energia de Sintra), AMEC (Agência Municipal de Energia de Cascais), OEINERGE (Agência Municipal de Energia de Oeiras), S.ENERGIA (Agência Regional de Energia do Barreiro, Moita, Montijo e Alcochete), AMESEIXAL (Agência Municipal de Energia do Seixal), da Quercus – A.N.C.N. e da Escola Superior de Tecnologia de Setúbal.

Setúbal, 13 de Março de 2012

“Um olhar diferente sobre Trás-os-Montes”



Quando falamos numa região referimo-nos ao processo de organização do espaço, analisada pelo viés cultural que permite visualizar uma gama de aspectos materiais e imateriais que perpassam o tempo e se materializam no espaço, como um legado cultural, que se manifesta atrav...és da descendência. Analisar uma região, é observar aspetos culturais, como a expressividade e a manifestação do sistema simbólico que acompanha cada sociedade em sua relação com o espaço e com os seus semelhantes. Salienta-se que, a identificação dos principais códigos culturais que emanam de cada grupo social.

Assim a expª “Um olhar diferente sobre Trás-os-Montes” reflete um inventário do quotidiano de uma região, por vezes esquecida pelos políticos, mas também por aqueles que um dia tiveram de partir em busca de melhores condições de vida. Esta exposição pretende ser uma homenagem aos homens e mulheres que ficaram e que mantiveram a sua identidade, as suas tradiçoes.

“Um olhar diferente sobre Trás-os-Montes” estará patente no Centro Interpretativo de Numão até o dia 28 de Abril.

Local:Centro Interpretativo de Numão
Horário Sábados e Domingos: 10h-17 (excepto de 26 de março a 7 de Abril: 14h-17H)
de 17 de março a 28 de abril

08/03/12

Nota de Imprensa | QUERCUS e 3M celebram parceria para sensibilização na área do consumo sustentável‏

Nota de Imprensa


logo quercus logo 3M

QUERCUS e 3M celebram parceria para sensibilização na área do consumo sustentável

A 3M, empresa multinacional de tecnologia diversificada, a operar em mercados diversos, desde a saúde e produtos de proteção a produtos de escritório, adesivos e abrasivos, associa-se ao projeto EcoCasa da Quercus, numa parceria assente na troca de informação com vista à produção de conteúdos de sensibilização ambiental relacionados com a área do consumo responsável.

A colaboração entre as duas entidades permitirá assim o acompanhamento e posterior informação do consumidor sobre as novas soluções sustentáveis existentes nestes setores do mercado, nomeadamente ao nível das linhas de produtos de baixo impacto ambiental comercializados pela 3M, alguns deles certificados.


Para a 3M, esta parceria surge de forma natural: está impresso na sua cultura enquanto empresa a vontade de reduzir o impacto ambiental que provocamos diariamente. Há muito que a 3M se preocupa com as questões ambientais, procurando diminuir, num esforço transversal a toda a sua atividade e presente em todos os produtos, a sua pegada ambiental. “É mais do que natural que tenhamos como parceiro a Quercus, defensores do planeta a que chamamos casa. E cuidar da nossa casa é um tema muito sensível a todos na 3M”, refere Patrícia Correia, responsável pelo Marketing Corporativo da 3M.

Através desta colaboração, o projeto EcoCasa da Quercus estabelece uma importante parceria na área do consumo sustentável, que já conta com uma área de conteúdos específicos no site do projecto, em www.ecocasa.pt, e na qual a adoção de melhores práticas ambientais depende diretamente da sensibilização do consumidor.

Lisboa, 7 de março de 2012


05/03/12

MINUTO VERDE: 6 anos, mais de 1500 episódios, um programa que tem mudado as atitudes a favor do ambiente


Amanhã, dia 6 de Março de 2012, assinalam-se seis anos de emissão do “Minuto Verde”, rubrica ambiental produzida pela Quercus e exibida todos os dias úteis, um pouco antes das 8h, 9h e 10h, no Bom Dia Portugal, programa informativo das manhãs da RTP1, mas também transmitido na RTP Informação, RTP África e RTP Internacional.
 
Desde a sua estreia, em 2006, foram emitidos mais de 1530 episódios, que apresentam, em 60 segundos, conselhos ambientais práticos nas mais diversas áreas e divulgam locais ou práticas de interesse natural e ecológico. O programa é um caso único de sucesso na área da sensibilização ambiental não apenas em Portugal, mas também no resto da Europa, onde tem sido apresentado como exemplo de educação e formação ambiental em várias conferências, até ao seu uso como apoio ao ensino da língua portuguesa.
 
Seis anos depois, a rubrica alargou o âmbito dos temas abrangidos, complementando conselhos domésticos e urbanos com a divulgação de locais prioritários em termos de conservação da natureza ou boas práticas de empresas e autarquias.
 
Por outro lado, tentou-se descentralizar da capital os bons exemplos apresentados, tendo sido percorridas diversas regiões do país. Das Aldeias de Xisto na Região Centro ao Litoral Alentejano, do Douro a Castro Marim, passando ainda por cidades ou vilas como Porto, Viseu, Aveiro, Vila Real, Coimbra, Palmela, Serpa ou Portimão, foram inúmeros os locais de filmagem, não tendo sido esquecidas as Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, que mereceram particular destaque.
 
O Minuto Verde é assegurado voluntariamente pela Quercus através dos apresentadores Francisco Ferreira, Susana Fonseca e Sara Campos, responsáveis pela preparação e selecção dos temas, assegurando a RTP os custos associados à produção. A Quercus recebe também sugestões do público e comentários ou pedidos de informação enviados principalmente através de correio electrónico, a que tem procurado dar sempre resposta em tempo útil.
 
 
Sétimo ano vai além fronteiras


A entrada no sétimo ano de emissão coincidirá com as primeiras gravações internacionais do Minuto Verde, que dedicará, em 2012, um conjunto de episódios a dois países africanos de língua portuguesa: Cabo Verde e Moçambique. Além da tomada de consciência da audiência significativa do programa nestes países, através da RTP África e RTP Internacional, tem-se registado um crescente investimento dos governos locais e empresas em práticas de sustentabilidade, que ganham ainda mais importância no caso de países em desenvolvimento e com fortes valências naturais.

A deslocação aos países de língua portuguesa terá o apoio financeiro da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), do Programa Ambiente da Fundação Gulbenkian e de empresas portuguesas
 1. Os temas a abordar resultarão de um diálogo que a Quercus tem mantido com todos os mecenas e também com os Ministérios do Ambiente de Cabo Verde e Moçambique.

Outro destino do Minuto Verde em 2012 será Londres, por ocasião dos Jogos Olímpicos de Verão que se realizarão nesta cidade no próximo mês de Junho, e cuja organização tem vindo a assumir várias preocupações e compromissos de sustentabilidade, desde as infra-estruturas à gestão de recursos. Durante o período da realização dos jogos serão emitidos episódios relativos às boas práticas ambientais associadas ao evento e previamente gravados nos diversos locais das provas. A deslocação a Londres teve o apoio organizativo da Embaixada do Reino Unido em Lisboa e também de algumas empresas
2.

Todos os episódios do Minuto Verde ficam disponíveis online em www.rtp.pt, no próprio dia da sua emissão televisiva. Os telespectadores poderão continuar a colocar as suas dúvidas ou sugestões pelo endereço de correio electrónico quercus@quercus.pt.


Lisboa, 5 de Março de 2012

A Direcção Nacional da
Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza

04/03/12

De Naumen ao Douro Vinhateiro - passeio fotográfico


    • Sábado, 17 de Março de 2012

    • 10:00 até 13:00
  • Numão - Vila Nova de Foz Côa
  • O centro interpretativo e a junta de freguesia de Numão, com o apoio da Quercus- Núcleo Regional da Guarda, organizam no próximo dia 17 de Março um passeio de fotografia e observação da paisagem, um roteiro específico para os amantes da fotografia em espaço natural.

    passeio é realizado na freguesia de Numão (nas aldeias de Numão e Arnozelo) em pleno Douro Vinhateiro, os participantes serão acompanhadas por um técnico especializado na área da fotografia, que ao longo do percurso irá dar dicas Ele vai dar dicas sobre equipamentos, luz, enquadrarmentos, entre outras técnicas.

    Através do aperfeiçoamento do olhar na arte de fotografar em caminhadas ecológicas, que a organização busca a conscientização que cada um de nós deve ter com preservação do meio ambiente.


    Formador: Rui Ferreira— Global Images
    Inscrições: guarda@quercus.pt
    Material necessário: Os formandos devem dispor de uma câmara fotográfica digital


    17 de Março de 2012
    Horário: 10h às 17h
    Preço: 10€
    Almoço : 5€ 

29/02/12

Comunicado | Recolha de animais protegidos feridos pela GNR deixa de ser efetuada e particulares são incentivados a cometer ilegalidades‏

SEPNA recusa recolher animais selvagens

De acordo com o que Quercus apurou, em dezembro de 2011, o Comando Geral da Guarda Nacional Republicana deu indicações para o SEPNA - Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente da GNR - suspender a recolha de fauna selvagem devido a restrições orçamentais.

A recolha de animais selvagens feridos é uma das responsabilidades do SEPNA, que funciona desde 2002, recolhendo anualmente milhares de animais selvagens feridos de espécies protegidas e ameaçadas de extinção, no âmbito da rede nacional de recolha e recuperação de animais selvagens. Estes animais são recolhidos pelas autoridades e transportados para os 10 centros de recuperação de fauna selvagem que atualmente existem a nível nacional. Alguns destes centros são governamentais, outros são de Organizações Não Governamentais de Ambiente e funcionam em regime de voluntariado.

GNR incentiva particulares a cometer ilegalidades

A Quercus tem vindo a receber denúncias de que a GNR está a encaminhar os cidadãos que pretendem entregar animais feridos para os centros de recuperação e a incentivar que sejam cometidas ilegalidades no transporte dessas espécies protegidas.

De salientar que o transporte de animais selvagens só pode ser realizado por agentes da autoridade ou técnicos devidamente credenciados pelo Ministério do Ambiente, pois a sua recolha tem muitas vezes implicações legais e judiciais, nomeadamente no caso de espécimes que foram feridos, envenenados ou capturados por atos ilegais.

Quercus lança apelo ao Governo e cidadãos

A Quercus vai sensibilizar o Governo para esta questão e, caso não se encontre uma solução adequada, promover uma campanha nacional. A recolha de espécimes selvagens, além de ser uma obrigação legal do Estado Português, tem implicações diretas na conservação de espécies ameaçadas de extinção, pelo que se apela aos cidadãos que continuem a entrar em contacto com a Quercus sempre que a GNR se recuse a recolher animais selvagens.


Lisboa, 28 de Fevereiro de 2012

A Direção Nacional da Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza


Para mais informações contactar: Samuel Infante (Quercus), 96 294 64 25

Comunicado | Recolha de animais protegidos feridos pela GNR deixa de ser efetuada e particulares são incentivados a cometer ilegalidades‏

SEPNA recusa recolher animais selvagens

De acordo com o que Quercus apurou, em dezembro de 2011, o Comando Geral da Guarda Nacional Republicana deu indicações para o SEPNA - Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente da GNR - suspender a recolha de fauna selvagem devido a restrições orçamentais.

A recolha de animais selvagens feridos é uma das responsabilidades do SEPNA, que funciona desde 2002, recolhendo anualmente milhares de animais selvagens feridos de espécies protegidas e ameaçadas de extinção, no âmbito da rede nacional de recolha e recuperação de animais selvagens. Estes animais são recolhidos pelas autoridades e transportados para os 10 centros de recuperação de fauna selvagem que atualmente existem a nível nacional. Alguns destes centros são governamentais, outros são de Organizações Não Governamentais de Ambiente e funcionam em regime de voluntariado.

GNR incentiva particulares a cometer ilegalidades

A Quercus tem vindo a receber denúncias de que a GNR está a encaminhar os cidadãos que pretendem entregar animais feridos para os centros de recuperação e a incentivar que sejam cometidas ilegalidades no transporte dessas espécies protegidas.

De salientar que o transporte de animais selvagens só pode ser realizado por agentes da autoridade ou técnicos devidamente credenciados pelo Ministério do Ambiente, pois a sua recolha tem muitas vezes implicações legais e judiciais, nomeadamente no caso de espécimes que foram feridos, envenenados ou capturados por atos ilegais.

Quercus lança apelo ao Governo e cidadãos

A Quercus vai sensibilizar o Governo para esta questão e, caso não se encontre uma solução adequada, promover uma campanha nacional. A recolha de espécimes selvagens, além de ser uma obrigação legal do Estado Português, tem implicações diretas na conservação de espécies ameaçadas de extinção, pelo que se apela aos cidadãos que continuem a entrar em contacto com a Quercus sempre que a GNR se recuse a recolher animais selvagens.


Lisboa, 28 de Fevereiro de 2012

A Direção Nacional da Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza


Para mais informações contactar: Samuel Infante (Quercus), 96 294 64 25

22/02/12

Comunicado | Caça - Calendário venatório 2012-2013: quatro espécies de patos ameaçadas retiradas da lista‏

Calendário venatório deve manter-se anual 
No passado dia 30 Janeiro, a convite da Secretaria de Estado das Florestas, decorreu uma reunião com as ONGA para apresentar a proposta do governo e recolher contributos das associações. A caça é um recurso natural que está dependente dos ciclos periódicos naturais, pelo que não se podem fixar por períodos tão longos como um biénio ou triénio as espécies cinegéticas, os efetivos e os locais para abate, quando podem ocorrer alterações imprevistas, como já aconteceu no passado com os incêndios florestais, secas, etc. Nesse sentido, a Quercus entende que o calendário venatório deve voltar a ser anual, corrigindo um grave erro da Portaria 147/2011 de 7 de Abril. Recordamos que as zonas de caça têm planos de exploração anuais, pelo que é fundamental estas reportarem à administração os resultados da atividade anualmente, permitindo assim um melhor acompanhamento dos recursos.
 
Melhorias na proposta do Ministério – 4 espécies de patos ameaçadas retiradas da lista
Esta proposta apresenta, ainda assim, melhorias significativas ao cumprimento da legislação comunitária, nomeadamente da Diretiva Aves, em especial no que diz respeito ao início e fim dos períodos de caça e à opção tomada de retirar quatro espécies ameaçadas de anatídeos (Frisada, Pato-trombeteiro, Zarro–comum, Zarro-negrinha), dando um contributo para uma gestão sustentável dos recursos biológicos e para a preservação da biodiversidade. Destacamos ainda o facto de, pela primeira vez na história, as ONG de ambiente terem sido ouvidas previamente à publicação do calendário pela Secretaria de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural, e de os antigos institutos ICNB e AFN finalmente falarem a uma só voz na defesa dos recursos naturais.
 
Caça continua a contaminar com chumbo
Há muito que é reconhecido o papel negativo do chumbo nas aves. Estas, ao ingerirem grãos de areia e pequenas pedras para ajudar a digestão, acabam por também ingerir as pequenas esferas de chumbo dos cartuchos usados na caça. Daí resulta a intoxicação conhecida por saturnismo, com efeitos adversos na saúde das aves, podendo levar à sua morte. Calculando os largos milhões de cartuchos usados anualmente na caça no nosso País, são muitas as toneladas de chumbo que, ano após ano, se vão acumulando nas nossas áreas naturais, com especial impacte nas zonas húmidas. Estima-se que a utilização de chumbo nas munições provoca anualmente a morte de 2,6 milhões de patos por envenenamento na América do Norte, pelo que a sua utilização na caça às aves aquáticas está proibida em vários países (EUA, França, Espanha). Estudos recentes obtiveram valores de envenenamento que chegam perto dos 60% para o Pato- -real (para alguns períodos) em Portugal, ficando provada a ocorrência de mortalidade devido a esta causa no nosso país. A Quercus considera que tem sido positiva a proibição da sua utilização começando de forma gradual pelas zonas húmidas dentro das áreas classificadas sendo, contudo, claramente insuficiente. Com a Portaria 147/2011 de 7 de Abril, vai permitir-se que se continue a usar munições com chumbo em zonas húmidas na caça a outras espécies que não aves aquáticas.

Além disso, vai ser permitido que, por mais 3 anos, perdure a contaminação por chumbo em todas as outras zonas húmidas e restante território nacional, pese embora o preâmbulo da Portaria assuma expressamente o contrário, e reconheça a grande incidência de saturnismo, pelo que a Quercus defende a interdição imediata e total do uso de chumbo como munição em todo o território nacional, à semelhança de outros países como a Bélgica, Holanda, Dinamarca e Noruega. 


Lista de espécies
A atual proposta mantém algumas espécies na listagem que não eram exploradas desde 1991, nomeadamente a Gralha-preta (Corvus corone) e a Pega-rabuda (Pica pica), sem que haja qualquer fundamentação técnico-cientifica que a suporte. A Quercus reconhece que, em algumas regiões, estas espécies podem causar prejuízos, contudo, existem mecanismos legais de controle, nomeadamente a correção de densidades que têm sido já utilizados. A Gralha-preta, pode ainda ser confundida com espécies protegidas e ameaçadas segundo o livro vermelho dos vertebrados portugueses como o Corvo (Corvus corax) e a Gralha-de-bico-vermelho (Phyrrocorax phyrrocorax). A Quercus defende assim que estas duas espécies sejam retiradas da listagem de espécies cinegéticas.

Moratória em defesa da Rola
Dada a regressão acentuada das populações de Rola-comum (Streptopelia turtur) - mais de 50% nos últimos 20 anos - é inaceitável o facto de a caça a esta espécie começar a 15 de Agosto, quando ainda existem alguns juvenis no ninho e, pontualmente, ovos de posturas tardias ou segundas posturas. A Quercus defende a suspensão da caça a esta espécie por um período de 3 a 5 anos, de modo a favorecer a recuperação das respectivas populações. A Quercus compromete-se a promover ações com outras ONGAS e organismos nacionais e internacionais, de forma a que esta moratória seja também adotada noutros países.
 
Sobreposição da caça com períodos migração e reprodução
Apesar das melhorias significativas, continuam a existir sobreposições de uma década (10 dias) para algumas espécies como a Rola-comum, o Pombo-torcaz , os Tordos e o Pato-real, violando assim o Dec. Lei n.º 140/99, de 24 de Abril (alterado pelo Dec. Lei n.º 49/2005, de 24 de Fevereiro) e o calendário do Comité ORNIS, entidade responsável pela aplicação da Diretiva Aves a nível comunitário. A Quercus entende que a caça à Rola, a ocorrer, se deveria iniciar-se apenas na primeira década de Setembro, enquanto para o Pombo-torcaz e os tordos esta deveria terminar na última década de Janeiro. Também período de caça aos patos se sobrepõe ao período de reprodução e de migração pré-nupcial destas espécies, pelo que a respetiva caça deveria iniciar-se na primeira década de Outubro e terminar na segunda década de Janeiro. Em relação à Galinhola (Scolopax rusticola) continua a ocorrer um período de sobreposição de 10 dias com o período migratório pré-nupcial, pelo que a caça a esta espécie deve terminar na primeira década de Janeiro.
 
Número de efetivos para abate
A Quercus entende que existem dados e estudos suficientes para algumas espécies que devem fundamentar a tomada de decisão por parte do Estado Português no que diz respeito ao número de efectivos que podem ser abatidos. Na dúvida, deve ser aplicado o princípio da precaução. A titulo de exemplo referira-se o caso da Narceja-galega (Lymnochryptes minimus), espécie classificada como DD (Informação Insuficiente) no Livro Vermelho dos Vertebrados Portugueses, e que mantém o mesmo número de indivíduos para abate por dia por caçador (8 aves por dia por jornada de caça) quando esta espécie é rara. A Quercus entende que devem ser efetuados os cruzamentos dos dados de efetivos abatidos, dados de censos do ICNB e da AFN, e de outros trabalhos de monitorização existentes em Portugal ou em outros países europeus. Existem estudos de longo termo para muitos países, que demonstram as tendências populacionais de algumas espécies.

Lisboa, 21 de Fevereiro de 2012

A Direcção Nacional da Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza