02/01/12
Comunicado | Quercus cria Micro-reserva Biológica na Serra de Montemuro para preservar Borboleta-azul
24/12/11
Comunicado | Serra de Montejunto em Perigo: Associações contestam Parque Eólico do Cercal com petição online
20/12/11
Próximas actividades
Exposição Quercus Janeiro / Fevereiro A Quercus pelos olhos de uma criança
Aprender a cozinhar saudável 21-01-2012 oficina de comida saudável
Oficina de Reciclagem 04-02-212 Oficina de mascaras de carnaval e enfeites com material reciclado
Curso Educador Ambiental 11 e 12 Fevereiro Formação
Oficina peças decorativas para a Pascoa 17-03-2012 workshop com peças decorativas para a Pascoa
Caminhada pela árvore 24 de Março Visita ao castanheiro
Comemoração dia Monumento 14-04-2012 Dia Internacional dos Monumentos e sitios
Próximas actividades
Exposição Quercus Janeiro / Fevereiro A Quercus pelos olhos de uma criança
Aprender a cozinhar saudável 21-01-2012 oficina de comida saudável
Oficina de Reciclagem 04-02-212 Oficina de mascaras de carnaval e enfeites com material reciclado
Curso Educador Ambiental 11 e 12 Fevereiro Formação
Oficina peças decorativas para a Pascoa 17-03-2012 workshop com peças decorativas para a Pascoa
Caminhada pela árvore 24 de Março Visita ao castanheiro
Comemoração dia Monumento 14-04-2012 Dia Internacional dos Monumentos e sitios
11/12/11
ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS – Cimeira termina em Durban
10/12/11
Pinheiros naturais são ecológicos
Maria Pais contraria a tendência dos ‘pinheiros de plástico’, por questões ecológicas. «Cortar uma árvore pode parecer mau para o ambiente, mas um pinheiro falso tem um impacto maior», explica esta consumidora, lembrando que «os recursos que se gastam para produzir estas árvores artificiais e o resíduo que fica no ambiente quando as deitamos fora é mais grave». De resto, o plástico de que são feitas é o poluente PVC, cuja produção liberta agentes cancerígenos.
Domingos Pataco, da Quercus, explica, aliás, que se a árvore natural for replantada «é uma boa opção» para o ambiente.
Menos clientes para pinheiros verdadeiros
A partir da última semana de Novembro, a loja de Pedro Silva, enfeita-se e enche-se de árvores de Natal naturais. Há pelo menos 20 anos que assim é. No princípio, a Decoflores chegava a ter 30, 40 pinheiros para vender nesta época. Mas os tempos mudaram.
«Agora tenho menos clientes, mas ainda há alguns que não dispensam as árvores naturais», conta. «Aliás, tenho clientes que só vejo mesmo no Natal». In sol
Exposição de Eco Efeites de Natal
O verdadeiro espírito de transformação do Natal
O nosso “lixo” não é jogado “fora”: ele permanece “dentro” do planeta.
O Natal é uma época mágica, uma festa que empolga as pessoas e contamina o os seres humanos. A comemoração inspira-nos à confraternização, ao desejo de felicidade, votos de alegria e, aproveitando isso, é um ótimo momento de reflexão sobre meio ambiente. Uma tradição do Natal é a decoração de casas, edifícios, escolas, ruas, prédios comerciais e o que mais a imaginação ditar com enfeites que representam a data, como guirlandas e a tradicional árvore de Natal.
Neste sentido a Quercus – Núcleo Regional da Guarda aceitou um desafio do Município da Guarda, pretendia-se confeccionar enfeites natalício através utilização de materiais recicláveis. Assim, matérias-primas descartadas não irão para o lixo e o meio ambiente é preservado.
Com este objetivo, através de diversos workshops em diversas instituições de solidárias, Ana Pinheiro, voluntaria da Quercus, orientou a conceção enfeites de natal.
Garrafas pets, garrafas de vidro, jornal, tampinhas de garrafas e outros materiais foram utilizados com criatividade e transformados em peças natalinas. As peças, além de enfeitar, também chamam atenção por estimular a conscientização sobre a importância de preservar o meio ambiente. O resultado desta iniciativa está patente no Município da Guarda.
Importa realçar que a ideia de decoração natalina com materiais recicláveis está cada vez mais difundida. É uma alternativa que une criatividade, baixo custo e, principalmente, consciência ecológica. Existem muitas ideias de enfeites natalinos que podem ser executadas por qualquer pessoa para enfeitar a casa, a rua, o ambiente de trabalho de forma única e especial.
Com este trabalho, A QUERCUS pretende despertar um novo olhar sobre as coisas que estão ao nosso redor, valorizando a perceção que materiais, como a garrafa e o jornal, não são “lixo”, mas uma possibilidade de transformação.
A QUERCUS deixa aqui a mensagem de que nosso “lixo” não é jogado “fora”: ele permanece “dentro” do planeta.
09/12/11
Quercus elogia discurso da Ministra do Ambiente em Durban
| Cimeira do Clima COP17 Quercus elogia discurso da Ministra do Ambiente em Durban |
A Quercus, que se encontra em Durban a acompanhar a reunião da Convenção das Nações Unidas para as Alterações Climáticas, considera que os cerca de cinco minutos que a Ministra do Ambiente, Assunção Cristas, usou para se dirigir ao plenário no segmento de alto nível, merecem ser elogiados.
Em primeiro lugar, foi a primeira vez que um governante se dirigiu ao plenário em português, o que não deixa de ser uma nota relevante. Em segundo lugar, porque, apesar de reafirmar os pontos estratégicos e comuns à União Europeia, foi quem o fez de forma mais directa e explícita, de entre os vários Ministros, citando a necessidade de prorrogar o Protocolo de Quioto. A ministra apelou ainda ao lançamento de um roteiro até 2015 que assegure “um novo quadro global, abrangente e juridicamente vinculativo”, dando uma resposta “mais justa e mais ambiciosa” ao problema das alterações climáticas. Depois, referiu que Portugal conseguirá cumprir as suas metas do Protocolo de Quioto como já é conhecido, mencionando o apoio (presume-se que em parte como ajuda ao desenvolvimento) de 36 milhões de euros entre 2010-2012, apesar das dificuldades financeiras que atravessa. Por fim, mencionou o papel que o nosso país poderá ter como membro do Conselho de Segurança da ONU no que respeita à relação entre a paz e as alterações climáticas e à ligação estreita aos países da CPLP.
Para ter sido perfeito, ficou apenas a faltar a vontade de querer ir mais além que o compromisso de redução de 20% das emissões de gases com efeito de estufa a nível europeu entre 1990 e 2020 (que não é consistente com a exigência da Conferência de Bali que menciona 25 a 40%), e de Portugal poder trabalhar activamente nesse sentido.
O discurso pode ser consultado na íntegra em http://durban.blogs.sapo.pt, onde a Quercus continua a acompanhar diariamente o evoluir da Conferência a partir de Durban.
Durban, 7 de Dezembro de 2011
06/12/11
Jornadas de plantação em Numão
O mundo está confrontado com dois grandes desafios ambientais interligados: as alterações climáticas e a perda da diversidade biológica. Se as alterações climáticas ocupam hoje lugar de destaque na discussão pública, a verdade é que à biodiversidade. Neste sentido o Núcleo Regional da Guarda da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza em parceria com a Associação Transumância e Natureza, a Junta de Freguesia de Numão a Aldeia SOS da Guarda e a Associação Juvenil Guarda para Sempre têm vindo a desenvolver “as jornadas de plantação”.
Trata-se de uma iniciativa cujo objetivo é assinalar o Ano Internacional da Florestas 2011 através de uma de plantação de árvores em diversos pontos do Distrito da Guarda, envolvendo escolas associações locais. Pretende-se que a realização simultânea em vários pontos locais releve publicamente a necessidade de proteger as árvores, principalmente aquelas de espécies autóctones, num país tão atingido por fogos florestais durante o verão. Pretende-se ainda contribuir para uma maior sensibilização da opinião pública, em especial dos jovens.
A primeira iniciativa ocorreu em Numão, uma pequena aldeia do Concelho de Vila Nova de Foz Côa e que juntou cerca de 30 voluntários de várias idades. A junta de freguesia cedeu um terreno público para que pudesse ser criado um espaço verde na aldeia. Na opinião do autarca, Abel Pinto, as áreas verdes públicas constituem-se elementos imprescindíveis para o bem-estar da população, pois influencia diretamente a saúde física e mental da população. Nesta iniciativa foram plantados Castanheiros Pinheiros Mansos, Freixos, Lodãos ( Celtis Australis) Sobreiros, carvalhos negrais e sabugueiros.
A próxima iniciativa será já no próximo dia 8 de Dezembro, na Faia Brava, situada em Algodres, no concelho de Figueira de Castelo Rodrigo. A Faia Brava foi a primeira área protegida privada de Portugal. Participe nesta ação de sensibilização e de valorização da nossa floresta autóctone.Comunicado: Nemátodo da Madeira do Pinheiro continua a avançar de forma descontrolada
Nemátodo da Madeira do Pinheiro
continua a avançar de forma descontrolada
Actualmente existe um Programa de Acção Nacional para o Controlo do Nemátodo da Madeira do Pinheiro (NMP), que estabelece medidas extraordinárias de protecção fitossanitária indispensáveis para o combate ao Nemátodo da Madeira do Pinheiro. Em Novembro de 2010 foi assinado um Protocolo para Controlo do Nemátodo da Madeira do Pinheiro, entre a Autoridade Florestal Nacional, o Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas/Fundo Florestal Permanente, e cinco Federações de Produtores Florestais. Este protocolo apresenta como objectivos principais a prospecção e identificação de exemplares de árvores resinosas com sintomas de declínio, para abate, eliminação de sobrantes e monitorização do insecto vector.
O referido protocolo envolveu cerca de 60 associações de produtores florestais para efectuarem o controlo da propagação da doença do Nemátodo da Madeira do Pinheiro, no entanto a sua execução fica aquém do esperado face às dificuldades operacionais de algumas associações e ao incumprimento dos pagamentos por parte do Estado.
Falta de combate ao Nemátodo provoca mortalidade elevada do pinhal-bravo
A doença do Nemátodo apresenta condições para a sua disseminação, não só devido a um combate deficiente em grande parte da área, mas também devido às questões específicas da região centro: grande mancha de pinhal-bravo, espécie predominante em grande parte dos concelhos, dispersão da propriedade minifundiária, ausência dos proprietários da região e absentismo ou falta de gestão adequada, reunindo-se assim todas as condições para a rápida progressão desta doença.
O problema está a atingir proporções muito elevadas sobre a mortalidade do pinhal-bravo, colocando em causa tanto vastas áreas de pinhal-bravo, como a própria fileira do pinho em Portugal, a qual também é relevante em termos económicos e sociais. A região centro do País apresenta actualmente a zona mais problemática, revelando maior incidência no distrito de Coimbra e uma dimensão já muito preocupante nos distritos de Viseu, Aveiro e Leiria.
Situação crítica em alguns concelhos da zona Centro do País
- No que se refere ao distrito de Coimbra, verifica-se que a doença está em grande expansão nos concelhos de Arganil, Tábua, Oliveira do Hospital, Góis, Lousã, Vila Nova de Poiares, Pampilhosa da Serra e Soure, mesmo existindo alguma intervenção. No entanto, nos concelhos de Penacova, Coimbra, Penela, Miranda do Corvo, Condeixa, Figueira da Foz e Montemor-o-velho não existe intervenção de combate ao Nemátodo, o que é uma situação inaceitável.
- No distrito de Viseu, a doença também está a progredir em Mortágua, Santa Comba Dão, Carregal do Sal, Tondela, mesmo com algumas acções de controlo, no entanto, nos concelhos de Nelas, Mangualde e Viseu, não existe qualquer intervenção.
- No distrito de Aveiro, a doença está a propagar-se pelos concelhos da Mealhada e Anadia onde também não existe intervenção.
- No distrito de Leiria, o Nemátodo está afectar o pinhal nos concelhos da Nazaré, Marinha Grande, Leiria, Pombal, Ansião, Pedrógão Grande, Castanheira de Pêra e Alvaiázere.
Em resumo, os concelhos onde existe mais pinhal-bravo afectado e a situação é mais grave, são Arganil, Tábua, Penacova, Poiares, Lousã, Coimbra, Condeixa, Penela, Santa Comba Dão, Carregal do Sal, Mealhada e Mortágua.
De salientar ainda que a doença está a alastrar rapidamente para o centro e norte do País, onde há muito pinhal adulto, desde a Mata Nacional do Valado de Frades na Nazaré, Leiria, Pombal e Figueira da Foz em matas e perímetros florestais. A situação é ainda catastrófica no Perímetro Florestal do Buçaco onde existem milhares de árvores secas que continuam no local a apodrecer, situação incompreensível porque ocorre em dezenas de hectares geridos pelo Estado.
Quercus exige medidas rigorosas para controlo do Nemátodo
A Quercus exige que os serviços do Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território tomem medidas rigorosas para o controlo do Nemátodo em todas as áreas onde já foi detectado o Nemátodo, promovendo o corte fitossanitário de árvores afectadas, com queima ou destroçamento de sobrantes, para tentar evitar a propagação da doença.
Devido à falta de actuação com medidas de combate eficazes, existem proprietários a converter o pinhal para eucaliptal, a maioria sem qualquer autorização legal. O problema torna-se mais grave devido à falta de qualificação de grande parte dos prestadores de serviços, os quais efectuam mobilizações de terras que destroem o relevo natural, aumentando a erosão dos solos sobre as linhas de água.
A Quercus considera que devem ser evitadas novas plantações de espécies exóticas de rápido crescimento que vão aumentar as monoculturas existentes, sugerindo antes promover a regeneração natural das espécies autóctones bem adaptadas aos nossos solos e clima, como o carvalho-alvarinho, o sobreiro, a cerejeira-brava e o freixo, de forma a diversificar a nossa floresta.
Lisboa, 5 de Dezembro de 2011
A Direcção Nacional da
Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza
Domingos Patacho - 937 515 218 - Coordenador para área das Florestas na Quercus
Comunicado conjunto Árvores de Portugal/Associação Transumância e Natureza - Castanheiro de Guilhafonso
Confiantes que as causas para esse fenómeno possam ser revertidas, com a intervenção pronta de técnicos especializadas em fitopatologias relacionadas com esta nobre espécie, as ditas associações apelam à urgente intervenção da Autoridade Florestal Nacional, uma vez que estamos perante um espécime classificado como sendo de interesse público, desde 27 de outubro de 1971.
De igual modo, uma vez que a árvore está localizada em espaço público, apelamos igualmente à intervenção da Junta de Freguesia de Pera do Moço e da Câmara Municipal da Guarda, no sentido de se envolverem diretamente na procura de uma solução para este caso, nomeadamente através da cobertura dos custos financeiros que a intervenção na árvore possa exigir.
Estamos confiantes que as ditas instituições públicas saberão estar à altura das suas responsabilidades e zelar pela proteção de um património natural contemporâneo da Era dos Descobrimentos.
Associação Transumância e Natureza
Associação Árvores de Portugal



