25/11/11
Sessão (in)formativa Gestão do Voluntariado | 06 dezembro | Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço
22/11/11
Comunicado: 23 Novembro, Dia da Floresta Autóctone | Quercus alerta para ameaças e aposta na sensibilização
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23 de Novembro - Dia da Floresta Autóctone
O Ano Internacional das Florestas e a Floresta Autóctone
A Assembleia-Geral das Nações Unidas designou o ano de 2011 como o “Ano Internacional das Florestas”, com o tema “Florestas para Todos”. A designação deste Ano comemorativo teve como objectivo promover a conservação das florestas em todo o mundo, assim como sensibilizar a população para a importância que as florestas desempenham no desenvolvimento sustentável global.
Em Portugal, a falta de reconhecimento sobre as funções desempenhadas pela floresta autóctone – floresta composta por espécies arbóreas originárias do próprio território - constitui uma ameaça à sua conservação. A floresta autóctone apresenta uma importância fundamental através dos serviços que desempenha nos ecossistemas, tais como a preservação da biodiversidade, a regulação do ciclo da água, a manutenção da fertilidade e fixação dos solos, o sequestro do dióxido de carbono atmosférico e a produção de oxigénio, contribuindo como tampão face às alterações climáticas. A sua resistência à desertificação e o seu elevado valor paisagístico, são aspectos em grande parte ignorados.
As nossas florestas autóctones, como os carvalhais, azinhais e sobreirais desenvolvidos, são normalmente mais resistentes e resilientes aos incêndios florestais. Em Portugal, a maior parte das florestas naturais desapareceu ou está já muito alterada, pelo que nunca é demais relembrar a importância destes bosques, e das espécies que o compõem, tanto em termos ecológicos, como económicos. O ataque de diversas doenças que afectam as actuais florestas, nomeadamente o pinheiro-bravo com a mortalidade causada pela murchidão do Nemátodo da Madeira do Pinheiro, mas também os problemas fitossanitários em algumas quercíneas, como o sobreiro e a azinheira, colocam em causa a sua conservação.
Ameaças à Conservação da Floresta Autóctone
As plantações de eucalipto – espécie exótica introduzida em Portugal - já ocupam mais de 23% da área florestal no nosso país, e acarretam impactes ambientais consideráveis sobre o território, nomeadamente uma maior erosão do solo, a alteração do regime hídrico, perda de biodiversidade, alteração da paisagem, para além de facilitarem a propagação dos incêndios florestais de forma muito mais significativa do que as florestas constituídas por espécies autóctones.
Numa fase em que assiste a um declínio das florestas de outras espécies, tais como o pinheiro-bravo nas áreas do centro e norte do País, deu-se recentemente um aumento da capacidade industrial de fabrico de pasta de papel, promovido por grupos de pressão que pretendem a expansão das áreas de eucalipto em Portugal e a promoção de novas plantações intensivas, que aumentam a monocultura desta espécie.
A Quercus manifesta desde já a sua preocupação face a esta situação e considera demasiado prematura e pouco adaptada à nossa realidade qualquer intenção que pretenda uma eventual expansão da área de eucalipto em Portugal, dado que uma opção nesse sentido carece de estudos especializados e independentes que demonstrem a sua viabilidade, para além de implicar um alargado debate sobre o que o País pretende efectivamente para a sua Floresta de futuro.
No dia em que se pretende celebrar a Floresta Autóctone, a Quercus recorda que para além da introdução de espécies exóticas na nossa floresta, outros factores tais como a desflorestação para a agricultura, o abate de vastas áreas para construção de infra-estruturas humanas, as más práticas florestais e o aquecimento global, continuam a ser uma ameaça à sua conservação. Defende por isso a preservação dos bosques reliquiais da nossa floresta autóctone e que algumas espécies, mais raras e ameaçadas, devem ser alvo de legislação específica com vista à sua conservação. Para além disso, exige um cumprimento rigoroso da legislação nacional e europeia já existente e que enquadra todo o sector florestal, de forma a que situações irregulares não continuem a acontecer. |
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A Quercus no “Dia da Floresta Autóctone”
Com vista à promoção da Floresta Autóctone, a Quercus tem a decorrer vários projectos e acções com o objectivo de conservar as nossas florestas autóctones, os quais vão continuar neste Ano Internacional das Florestas, com as plantações do programa Criar Bosques, Conservar a Biodiversidade, o programa de reciclagem de rolhas de cortiça – Green Cork, o projecto Floresta Comum, a constituição da rede de Micro Reservas Biológicas, onde se destaca o Tejo Internacional e o restauro da floresta no Cabeço Santo, Peninha e Caramulo. Para além destas iniciativas, estão a ser desenvolvidos projectos LIFE para a gestão de habitats e Conservação da Natureza. |
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| Para celebrar o Dia da Floresta Autóctone, a Quercus, através dos seus Núcleos e estruturas, está a promover diversas acções em escolas, assim como sementeiras e plantação de diversas espécies autóctones de Portugal. Estas acções são realizadas com o objectivo de sensibilizar a população e promover a conservação da Floresta Autóctone, irão decorrer um pouco por todo o país, nomeadamente na Serra do Alvão, Maia, Santo Tirso, Vila do Conde, Braga, Vila Nova de Foz Côa, Figueira de Castelo Rodrigo, Ourém, Águeda, Pontinha e Ponte de Sor. |
Lisboa, 22 de Novembro de 2011
A Direcção Nacional da
Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza
16/11/11
13/11/11
Plantação em Numão
Falamos de um desafio levada a cabo pela Junta de Freguesia de Numão e pela Quercus- núcleo regional da Guarda, a Reserva da Faia Brava e a Transumância e Natureza realiza no próximo dia 3 de Dezembro onde o convite é para que todos plantem uma árvore.
Desta jornada, cujo o horizonte é fazer nascer um espaço verde nesta aldeia .....
Apanha da Bolota em Numão
O Ano Internacional das Florestas - 2011 oferece uma oportunidade única de fomentar a consciência pública para os problemas que afetam grande parte das florestas do mundo. Neste contexto a Quercus - Núcleo Regional da Guarda a Junta de Freguesia de Numão resolveram realizar mais uma experiências positivas e valiosas para promover uma gestão florestal sustentável.
No dia 10 de Novembro assinalou-se o Dia da Bolota, e neste sentido um grupo de Jovens da Aldeia SOS e um grupo de Jovens de Numão, realizaram uma apanha da bolota de forma a comemorar este dia.
A preocupação ambiental e a possibilidade de reunir jovens de forma alerta-los para as preocupações ambientais, de forma a criar laços através de uma maior consciencialização ambiental, foram os objectivos da acção. Dando continuidade a um trabalho de sensibilização que a Quercus têm vindo a desenvolver, deu-se início a mais uma apanha da bolota, recordo que a 1ª tinha acontecido na Guarda (uma semana antes). Na opinião do eng. Ricardo Nabais (dirigente da Quercus)era necessário alargar o âmbito territorial das acções, neste contexto foi decidido realizar esta actividade no Concelho de Vila Nova de Foz Côa.
Numão e a sua população mais uma vez viram a aldeia ser invadida de jovens, que durante um dia mostraram à comunidade as preocupações ambientais que os movem. Cerca de 100kg de bolota foram apanhados, e que serão plantados num futuro próximo os mesmos jovens ajudem na plantação de mais um espaço verde, nesta comunidade.
Assim, o Núcleo da Quercus conta com algumas centenas de Kg de bolotas, sendo pretensão dos dirigentes e voluntários vir a distribuir estas bolotas nas várias escolas do distrito da Guarda, para posterior plantação. Trata-se de uma iniciativa inteiramente independente que não movimenta qualquer quantia monetária, encargo ou obrigatoriedade de fidelização. Neste contexto, aproveitamos para lançar o repto às instituições que queiram colaborar nesta iniciativa, (recepção e plantação das bolotas), que entrem em contacto com o núcleo, uma vez que disponibilizando um dos voluntários o acompanhamento da actividade. Contactos: QUERCUS - Núcleo Regional da Guarda Apartado 156 - 6301-954 Guarda Tlm. 931 104 568 Mail: guarda@quercus.pt
01/11/11
Continente e Quercus vão dar prémios a quem recolher mais rolhas de cortiça
O Continente vai premiar as escolas que recolherem mais rolhas de cortiça até 21 de Março. A acção chama-se “Rolhas que dão Folhas”, conta com a parceria da Quercus e pretende assinalar o Ano Internacional da Floresta.
“Este projecto tem como objectivo sensibilizar as comunidades escolares, familiares e amigos para a reciclagem de rolhas de cortiça e para o apoio à reflorestação de Portugal”, explica o Continente em comunicado.
Assim, podem participar nesta acção todos os Jardins Infantis e escolas EB1 e EB2/3 de Portugal Continental, Madeira e Açores.
A mecânica de participação é simples. As escolas deverão inscrever-se no site do continente, em www.continente.pt, recolher o máximo possível de rolhas de cortiça, colocá-las em sacos de plástico do Continente e entregá-las em qualquer loja Continente até dia 21 de Março de 2012.
Por cada saco cheio de rolhas entregue a escola recebe um vale. As escolas com mais vales, proporcionalmente ao número de alunos, ganham prémios.
As rolhas recolhidas serão depois enviadas para reciclagem e o valor angariado com esta recolha vai permitir à Quercus realizar acções de reflorestação, através do projecto Green Cork.
Este projecto tem como objectivo promover a cortiça enquanto material ecológico e a reflorestação. As verbas angariadas através da recolha das rolhas de cortiça permitem adquirir as árvores autóctones que serão plantadas através de iniciativas apoiadas pelo projecto Floresta Comum.
O Continente é um dos principais parceiros do Projecto Green Cork, sendo já responsável pela recolha de cerca de 30 toneladas de rolhas de cortiça. Com o projecto “Rolhas que dão folhas” agora lançado, o desafio é aumentar significativamente este número e ajudar a reflorestar Portugal. Retirado daqui:
Quercus assinala 26 Anos de existência
Prémio Quercus 2011 para Parque Biológico de Gaia e Viriato Soromenho - Marques
A Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza, Organização Não Governamental de Ambiente com maior intervenção à escala nacional, comemora hoje, dia 31 de Outubro, o seu 26º aniversário, com a realização de um jantar comemorativo onde será atribuído o Prémio Quercus 2011. Este jantar decorrerá pelas 20:00 horas, no Restaurante “Jardim dos Sentidos” (Praça da Alegria) e no final do mesmo terá lugar a cerimónia de entrega do Prémio Quercus, que este ano galardoou o Parque Biológico de Gaia e o Professor Doutor Viriato Soromenho - Marques, ex - aequo.
A Quercus tem constituído uma referência de intervenção ambiental ao longo da sua existência, com uma análise crítica e participada sobre as opções políticas e da sociedade portuguesa nos domínios do ordenamento do território, conservação da natureza, energia e alterações climáticas, recursos hídricos, resíduos, entre outros. A sua implementação regional através de quase duas dezenas de núcleos permite-lhe uma acção próxima dos problemas locais. O trabalho desenvolvido pela Quercus é na grande maioria assegurado por voluntários.
Na comemoração dos seus 26 anos de história, a Quercus decidiu, através de decisão participada dos seus órgãos, atribuir o Prémio Quercus 2011, ex-aequo, ao Parque Biológico de Gaia e ao Professor Doutor Viriato Soromenho Marques, pelo trabalho meritório que ambos têm realizado na área do Ambiente, tanto ao nível nacional, como internacional.
O Parque Biológico de Gaia foi distinguido com o Prémio Quercus 2011 pelos quase 30 anos de trabalho em prol do Ambiente, nomeadamente ao nível da Educação Ambiental em Portugal, onde já recebeu cerca de 2,5 milhões de visitantes, e pela revista “Parques e Vida Selvagem”, o único órgão de informação de temática conservacionista e circulação nacional, já com 10 anos e 36 números editados e distribuídos gratuitamente com o Jornal de Notícias, tornando-se assim a maior iniciativa editorial de sempre na área da divulgação e sensibilização ambiental, com cerca de 4 milhões de exemplares editados. É de destacar também o seu trabalho meritório na salvaguarda de dezenas de hectares de terrenos com importância para a conservação da natureza, nas preocupações ambientais na gestão do Município de Gaia, no apoio à criação da Reserva Natural Local do Estuário do Douro e do Parque de Dunas da Aguda, no assegurar do seu Centro de Recuperação de Animais (o mais antigo do país) e no apoio a várias iniciativas ligadas ao Ambiente, um pouco por todo o país.
Viriato Soromenho - Marques foi distinguido com o Prémio Quercus 2011 pela intensa actividade ligada à defesa do ambiente que desenvolve desde 1978. Do seu extenso e vasto currículo destaca-se, entre 1992 a 1995, a Presidência da Direcção Nacional da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza, a nomeação em 2006 como Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique e durante os anos de 2005 e 2006 a colaboração com a Fundação Calouste Gulbenkian no domínio do Ambiente e da Saúde, onde assumiu, em Fevereiro de 2007 a coordenação científica do Programa Gulbenkian Ambiente, que infelizmente será extinto no final deste ano. Destaca-se igualmente, em Março de 2007, a integração no High Level Group on Energy and Climate Change, composto por 12 personalidades, encarregues de aconselhar a Comissão Europeia na viragem estratégica em matéria de energia sustentável, firmada no Conselho Europeu de 8 e 9 de Março 2007. É actualmente professor catedrático na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, regendo as cadeiras de Filosofia Social e Política e de História das Ideias na Europa Contemporânea e coordenando, igualmente, o mestrado em Filosofia da Natureza e do Ambiente.
O Prémio Quercus
O Prémio Quercus foi instituído com o objectivo de distinguir entidades, empresas ou cidadãos que se evidenciem na defesa do ambiente e na promoção do desenvolvimento sustentável:
- Em 2004, primeiro ano em que o Prémio Quercus foi atribuído nos moldes actuais, a “Plataforma Nunca Mais” foi a distinguida em reconhecimento do excelente trabalho desenvolvido em sequência do desastre ocorrido com o petroleiro “Prestige”, em Novembro de 2002, que contaminou de forma extensa o mar e a costa da Galiza, ameaçando também o território Português.
- Em 2005 o Prémio foi atribuído a Gonçalo Ribeiro Telles e José Sá Fernandes pelo empenho na defesa do ambiente e de um adequado ordenamento do território.
- Em 2006 a Câmara da Chamusca e o Eng. Gomes Pedro foram os distinguidos, respectivamente pela forma exemplar como desenvolveu o processo de participação pública na discussão da instalação de um CIRVER (Centro Integrado de Recuperação, Valorização e Eliminação de Resíduos Perigosos) e por toda uma vida dedicada ao estudo e preservação da flora, quer em Portugal, com um trabalho extenso desenvolvido sobre a vegetação da Arrábida, quer no continente Africano.
- Em 2007 o galardoado pelo Prémio Quercus foi o programa BIOSFERA, produzido para a RTP pela Farol de Ideias, pela forma exemplar como manteve as questões de ambiente em discussão ao longo de um período em que outros temas, nomeadamente económicos e sociais, ganhavam importância nos media portugueses.
- Em 2008 a Junta de Freguesia da Ericeira foi distinguida com o Prémio Quercus por ter vindo a demonstrar, através de um conjunto alargado de projectos, o seu empenho e a sua insistência em ser um contributo para a minimização dos problemas ambientais, juntamente com, a título póstumo, o Dr. José Cardoso da Rocha, reputado Cirurgião-Pediatra, por ter sido um dos pioneiros da Agricultura Biológica em Portugal.
- Em 2009 o Prémio Quercus foi atribuído ao Engenheiro Silvicultor e Arquitecto Paisagista António Facco Viana Barreto pela sua longa carreira dedicada ao ordenamento do território e por ter sido o ideólogo de instrumentos jurídicos essenciais nessa área, juntamente com, a título póstumo, Veríssimo de Freitas da Silva Borges, Biólogo e ambientalista, pelo contributo de toda uma vida à causa ambiental revelando-se um dos mais activos dirigentes da Quercus e, no contexto açoriano, uma das vozes mais insistentes na defesa dos valores ambientais.
- Em 2010, foram distinguidos com o Prémio Quercus, Carlos Pimenta, Engenheiro Electrotécnico, e Luísa Schmidt, Socióloga e Investigadora, o primeiro galardoado destacando-se por ter deixado uma marca de competência e determinação na promoção da sustentabilidade aquando da sua passagem pela governação de Portugal, entre 1983 e 1987, como Secretário de Estado do Ambiente e a segunda galardoada pela promoção da análise social acutilante das questões ambientais e da sustentabilidade, através de projectos de investigação e divulgação destas temáticas junto da sociedade portuguesa.
Lisboa, 31 de Outubro de 2011
A Direcção Nacional da
Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza
_______________________________________________________________________30/10/11
Comunicado Serra do Caramulo - Recuperado Bosquete de Azevinhos
Caramulo -Recuperado Bosquete de Azevinhos
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A Quercus – ANCN, em parceria com a TAFIBRA, e com o apoio da Junta de Freguesia de Guardão (Caramulo), recuperou um bosquete de azevinhos e carvalho-negral, junto a Jueus, em plena Serra do Caramulo.
A intervenção no terreno consistiu na protecção dos azevinhos existentes e na plantação de 100 novas árvores desta espécie. Foi efectuado o controlo de vegetação arbustiva (giestas e urzes) e procedeu-se à limpeza de caminhos e de orlas arbustivas ajudando assim a prevenir o risco de incêndio. Promoveu-se também a regeneração natural (através de limpezas, desbastes e podas), nas árvores mais velhas (carvalhos e azevinhos). A Junta de Freguesia de Guardão (Caramulo) apoiou o projecto com cedência de equipamento e pessoal e no estabelecimento de contactos com os proprietários locais.
A área continuará a ser acompanhada, de modo a reforçar as acções que agora tiveram lugar, promovendo o desenvolvimento do bosquete alvo desta intervenção.
O apoio da Tafibra ao projecto Criar Bosques está directamente relacionado com a sensibilização para a reciclagem de madeira que é depois usada por esta empresa na produção dos seus derivados de madeira, e para a necessidade da adopção de uma plataforma integrada de reciclagem da madeira.
A Serra do Caramulo A Serra do Caramulo possui espécies e habitats de elevado interesse conservacionista, muitos deles ameaçados ou em perigo de extinção. Destacam-se o Narcissus cyclamineus, os endemismos lusitanos Murbeckiella sousae e Teucrium salviastrum, os endemismos ibéricos Phalacrocarpum oppositifolium, Scrophularia sublyrata, Veronica micrantha e Tuberaria globulariifolia, e ainda o teixo (Taxus baccata), o azevinho (Ilex aquifolium) e a adelfeira (Rhododendron ponticum).
Sobre a Tafibra A Tafibra é a marca comercial da Sonae Indústria. A Sonae Indústria é uma das maiores empresas industriais, a nível mundial,, produtora de derivados de madeira. Com presença em nove países, Portugal, Espanha, França, Alemanha, Reino Unido, Canadá, Holanda, Suíça e África do Sul, a empresa totaliza 28 unidades industriais, empregando cerca de 5.500 colaboradores. A gama de produtos da Sonae Indústria inclui aglomerado de partículas de madeira, aglomerados de fibras de madeira (MDF), OSB (Oriented Strand Board) e laminados decorativos, entre outros, materiais com larga utilização nos sectores de produção de mobiliário, da decoração de interiores e da construção.
Lisboa, 27 de Outubro de 2011 A Direcção Nacional da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza |
22/10/11
Abutre Preto volta a nidificar em Portugal
“Idanha” a terceira cria nascida em Portugal nos últimos 40 anos iniciou a sua dispersão.
O Abutre Preto é uma espécie em perigo crítico de extinção em Portugal como nidificante.
“ Idanha” é a terceira cria de abutre-preto nascida em território nacional nos últimos 40 anos e já começou a fazer voos para fora da colónia onde nasceu.
A extinção nos anos 70
O Abutre-preto extinguiu-se como nidificante em Portugal no início da década de 70, devido á perseguição que foi alvo e ao uso de venenos. A destruição de habitat de nidificação também deverá ter contribuído para a sua extinção em Portugal. No entanto, a espécie manteve-se presente na faixa fronteiriça das regiões centro e sul com indivíduos provenientes de Espanha onde existe uma população de 1845 casais. A espécie voltou a nidificar em Portugal com sucesso em 2010. Actualmente a espécie nidifica apenas num único local em Portugal, no Tejo Internacional.
Espécie Nidifica no Parque Natural do Tejo Internacional
Este ano a colónia mantêm-se com três casais, sendo que apenas em dois deles foi possível confirmar a sua nidificação. Os abutres estão a nidificar numa zona de caça, provando que e possível compatibilizar a Caça com a Conservação da Natureza, quando a lei e as boas práticas de gestão cinegética são aplicadas.
Dos dois casais confirmados um dos ninhos caiu no inicio da época de reprodução, tendo perdido a postura. O outro casal, a nidificar numa plataforma ninho construída no ano passado, conseguiu realizar a postura e incubação com sucesso, tendo nascido uma cria em Abril. Esta cria, a terceira cria de abutre negro nascida em território nacional nos últimos 40 anos, foi “baptizada” com o nome Idanha em homenagem ao concelho onde nasceu.
Principais Ameaças
Actualmente as principais ameaças á conservação desta espécie são o uso ilegal de venenos, a perturbação durante o período reprodutor nas zonas de nidificação e a redução de alimento disponível nos campos.16/10/11
Quercus Comunicado:SIRCA - Sistema de Recolha de Animais Mortos nas Explorações Sistema custa 23 milhões de euros e Governo pode poupar muito se proteger as aves necrófagas
Convite
10/10/11
Apanha de bolotas
Esta iniciativa surge no âmbito de outros 2 projetos: o Criar Bosques (garantindo assim sementes para futuras plantações) e o Dia Mundial da bolota (que este ano se assinala a 10 de novembro, mas a Quercus_Guarda reconhece que já há muitas bolotas em altura de serem apanhadas).
Ponto de encontro: Quercus_Guarda (central de camionagem da Guarda)
Hora: 14h
Levar roupa e calçado confortáveis.
Inscrições através do e-mail: guarda@quercus.pt ou 931 104 568.
01/10/11
Comunicado sobre as declarações da Ministra do Ambiente sobre a barragem do Tua
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Quercus
VALE DO TUA: A NOSSA HERANÇA!
sobre as declarações da Ministra do Ambiente sobre a
barragem do Tua
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Quercus participa no Fim-de-semana Europeu de Observação de Aves a 1 e 2 de Outubro de 2011
NOTA DE IMPRENSA
Realiza-se este ano mais um Fim-de-semana Europeu de Observação de Aves. Esta é uma iniciativa promovida pela Associação BirdLife International, que irá decorrer nos dias 1 e 2 de Outubro em todos os países europeus que tenham um parceiro desta Associação, sendo coordenada em Portugal pela Sociedade Portuguesa para o Estudo de Aves (SPEA).
Tal como em anos anteriores, esta comemoração será parte integrante do EuroBirdwatch, que decorrerá durante estes dois dias em diversos países europeus, com actividades tais como caminhadas na natureza, palestras, seminários, mostra de filmes, exposições, etc.
O EuroBirdwatch pretende celebrar a beleza das aves existentes no nosso continente, realçando a sua importância para os ecossistemas, e tem como objectivo o fomento da conservação das aves e dos seus habitats. Pretende de igual forma ser um evento dirigido ao público em geral, alertando para o declínio das espécies de aves, sobretudo as migradoras. Todos os anos o número de participantes na iniciativa tem vindo a crescer e este é, no momento, considerado o maior evento de observação de aves da Europa.
Em Portugal diversas Organizações Não Governamentais de Ambiente vão promover saídas de campo para observação de aves em vários locais do Continente e Regiões Autónomas. Cada saída será guiada por um colaborador com experiência em observação de aves, que irá auxiliar todos aqueles que se desloquem ao local para participar nestas actividades.
A Quercus participará no Fim-de-semana Europeu de Observação de Aves com diversas saídas de campo descentralizadas por todo o país, nos moldes seguintes:
1 de Outubro
Quercus - Núcleo Regional de Castelo Branco
Local: Monte Barata – Monforte da Beira
Duração: 7h00 - 19h00
Inscrições: Sandra Vieira: 272 324 272, castelobranco@quercus.pt
Quercus - Núcleo Regional do Ribatejo e Estremadura
Local: Reserva Natural do Paúl de Boquilobo
Duração: 8h00 às 13h00
Inscrições: Domingos Patacho, 249 544 500, ribatejoestremadura@quercus.pt
Quercus – Núcleo Regional da Guarda
Local: Almofala, Figueira Castelo Rodrigo
Duração: 10h00 - 17h00
Inscrições: Eduardo Realinho, 96 364 69 40, guarda@quercus.pt
2 de Outubro
Quercus - Núcleo Regional de Portalegre
Local: Albufeira do Caia, Arronches
Duração: 16h00 - 19h00
Inscrições: Nuno Sequeira: 96 010 70 80, portalegre@quercus.pt
Quercus – Núcleo Regional de Braga
Local: Parque de S. João da Ponte, Braga
Duração: 10h00 – 12h00
Inscrições: Ana Cristina Costa, 92 798 61 33, braga@quercus.pt
Quercus - Núcleo Regional de Castelo Branco
Local: Monte Barata – Monforte da Beira
Duração: 7h00 - 19h00
Inscrições: Sandra Vieira: 272 324 272, castelobranco@quercus.pt
28/09/11
Apanha tradicional da Amêndoa
A amêndoa do Douro Superior reconhecida e classificada com Denominação de Origem Protegida, este fruto é de primordial importância para esta região. Neste sentido a Quercus e a Junta de Freguesia de Numão promoveram uma apanha tradicional da amêndoa. com esta iniciativa, a Quercus e a Junta de Freguesia pretenderam alertar para a perda de peso da cultura da amêndoa na economia local, uma vez tem vindo a diminuir drasticamente, correndo mesmo o risco de abandono.
Durante os meses de Fevereiro e Março produz-se a floração destas árvores pronunciando o fim do Inverno e a chegada da Primavera, atraindo milhares de visitantes ás terras do Douro Superior. Porém o ciclo da amêndoa continua, distante dos olhares destes visitantes. O fruto lentamente vai crescendo até que chega Setembro. Altura em que o fruto deve ser apanhado.
Logo pela manhã, a azafama de reunir todos os utensílios para que os visitantes possam usufruir de um dia diferente, sendo Abel Pinto (J.F.N) “os visitantes foram convidados a participar respeitando as técnicas e os utensílios tradicionais, acompanhados pela D. Ilda uma sessagenária que durante anos realizou a apanha para ganhar a vida.”Por sua vez Ricardo Nabais (Quercus)refere-nos que um dos objectivo era alertar os visitantes e os participantes para o crescente abandono das actividades agrícolas e o crescente abandono dos terrenos”
A D. Ilda deu inicio à actividade com uma breve explicação do que se iria passar, dividindo o grupo, aos homens compete varejar as amendoeiras enquanto que às mulheres apanham as amêndoas. Assim e após esta divisão por sexos, os homens pouco habituados a estas andanças, começam a varejar enquanto as mulheres de joelhos apanham as amêndoa.
Os protagonistas desta actividade vieram de sítios tão diferentes, destaco um grupo que veio de Lisboa e outro do Sabugal, todos juntos aprenderam e contribuíram para um convívio permanente, ajudando-se mutuamente. No final da actividade os participantes repartiram o resultado do trabalho.




