Edifício C2, 5º Piso, Sala 2.5.46 Campo Grande
1749-016 Lisboa
Portugal
Ciudad Rodrigo acoge del 30 de mayo al 1 de junio el VIII Foro de Biodiverdad del Comité Español de la UICN, que versará sobre los "Agrosistemas Ibéricos". A acção de sensibilização ambiental foi promovida pelo Governo Civil da Guarda com o objectivo de assinalar o Dia da Europa e de alertar os mais novos para a temática da preservação do ambiente.
Munidos de luvas e de sacos, os alunos recolheram os lixos que foram abandonados pelos turistas durante os meses de inverno e que são visíveis após o desaparecimento da neve.
A iniciativa simbólica permitiu recolher cerca de uma tonelada de detritos como papéis, plásticos, latas, garrafas, pedaços de trenó, restos de luvas, entre outros.
Participaram alunos de agrupamentos de escolas dos concelhos de Seia, Gouveia, Guarda e Manteigas, que deram o seu contributo para a promoção do património natural da região e a valorização da Torre, o mais conhecido ex-líbris da Serra da Estrela. In Diário Digital

AZEITE CEGONHA PRETA
Em Pleno Parque Natural do Tejo Internacional, no olival centenário do Monte Barata, é produzido este Azeite Virgem Extra em modo de Agricultura Biológica, fomentando a conservação da Biodiversidade. Azeite de categoria superior, obtido directamente de azeitonas, Galega e Cordevil da Beira Baixa, unicamente por processos mecânicos e pressão a frio.
Contacto: Quercus Castelo Branco -272324272 castelobranco@quercus.pt
Destruição de Azevinhos no Perímetro Florestal do Buçaco
Autoridade Florestal Nacional responsável
A Quercus já tinha alertado, em Agosto de 2009, para a falta de gestão do Perímetro Florestal do Buçaco após ter sido detectado um forte ataque do Nemátodo da Madeira do Pinheiro, doença que provoca a murchidão e a morte dos pinheiros afectados. Agora com o abate fitossanitário do pinhal, os madeireiros contratados estão a destruir o maior núcleo de azevinhos protegidos em Portugal perante a passividade da AFN - Autoridade Florestal Nacional.
Gestão danosa do Perímetro Florestal do Buçaco pela AFN
No passado mês de Janeiro alertámos para o abate de azevinhos na vizinha Mata Nacional. Todavia, nas últimas semanas tem ocorrido o corte do pinhal por madeireiros, destruindo dezenas de azevinhos arbóreos protegidos legalmente, assim como a abertura de acessos sobre linhas de água existentes no Perímetro Florestal do Buçaco, nos baldios próximos da localidade de Cerquêda, freguesia de Carvalho, no concelho de Penacova.
Consideramos inaceitáveis e injustificáveis estas acções, especialmente estando em causa uma área da responsabilidade dos serviços da Autoridade Florestal Nacional.
A Quercus visitou o local esta semana e apesar de já termos alertado o Serviço de Protecção da Natureza e Ambiente da GNR e a própria Direcção Regional de Florestas do Centro da AFN, a realidade é que não existe acompanhamento nem condicionantes impostas pela AFN enquanto dona da obra, aos madeireiros contratados para conservarem o bosque de azevinhos protegidos, resultando numa gestão danosa do património público florestal.
Temos informação de que o SEPNA da GNR tem levantado autos de notícia por contra-ordenação aos madeireiros, quando consideramos que a entidade responsável pela infracção é a AFN, a qual deve também instruir os processos de contra-ordenação, o que torna esta situação muito grave.
A Quercus já tinha alertado para a má gestão efectuada pelos serviços da Autoridade Florestal Nacional no Perímetro Florestal do Buçaço devido à propagação do Nemátodo da Madeira do Pinheiro, agora com o abate indiscriminado de azevinhos protegidos, exige-se o devido apuramento de responsabilidades por estas situações.
Neste Ano Internacional das Florestas promovido pela UNESCO, com o lema “Florestas para Todos”, a Quercus considera fundamental a reestruturação dos serviços florestais, para que estes possam ser eficazes na promoção de um desenvolvimento florestal sustentável.
A Direcção Nacional da Quercus
Lisboa, 23 de Abril de 2011
A Direcção Nacional da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza

Não precisamos de recorrer a tecnologias que não desenvolvem sustentabilidade, degradam o território e põe em risco o futuro das populações e do ambiente.
Contra o urânio, contra a nuclear aqui e onde estas indústrias de alto risco surgem apresentamos outras ideias, outros projectos.
Em Nisa a sustentabilidade económica e social, em Portugal e na Península Ibérica, poupanças e eficiência energética e energias renováveis, para um desenvolvimento equilibrado, com bem estar social e ambiente cuidado.
Alternativas ao nuclear e à exploração de urânio em Portugal e pelo encerramento das centrais nucleares em Espanha e de Almaraz aqui no Tejo serão apresentadas.
Na semana do 25º aniversário do acidente da central nuclear de Chernobil e quando ainda não se conhece a extensão definitiva do acidente da central nuclear de Fukoshima, é importante reflectir sobre o nuclear e simultaneamente pensar alternativas energéticas sustentáveis.
Nesse sentido irá ser exibido o documentário “Energias Sem Fim”, seguido de um debate público.
Na iniciativa irão participar:
António Eloy, CEEETA
António Minhoto, AZU,
Gabriela Tsukamoto, Município de Nisa
Miguel Manzanera, Plataforma Ciudadana Refinería No,
Nuno Sequeira, Direcção Nacional da Quercus
Paca Blanco Diaz, Plataforma Antinuclear Cerrar Almaraz
Paco Castejón, Fisico Nuclear
Paulo Bagulho, José Moura, Movimento Urânio em Nisa Não
A iniciativa decorrerá no cine-teatro de Nisa, pelas 21h00, com entrada gratutita.
"Sinopse
Portugal Energias Sem Fim é um documentário sobre a situação das energias alternativas em Portugal, a tradição lado a lado com as mais recentes tecnologias.
Neste documentário mostramos:
A situação privilegiada de Portugal para a produção de energias renováveis e para a diminuição
da dependência energética face ao exterior.
Como as características do nosso território e o desenvolvimento de tecnologia de ponta a nível
nacional, colocam Portugal numa posição de destaque no panorama das energias renováveis
na Europa.
Projectos concretos que se estão a desenvolver no nosso país com a energia eólica, a energia geotérmica, a energia solar, a energia hídrica, as energias da biomassa e a eficiência energética.
O que se perspectiva para o futuro das energias renováveis e da eficiência energética.
Fazemos uma viagem por Portugal Continental, Madeira e Açores para mostrar o que de melhor se faz no nosso país no campo das energias renováveis.
Este é o caminho, na direcção de um desenvolvimento que se quer sustentável, fundamental à construção
de um novo paradigma, alternativo à era das dispendiosas, poluentes e já escassas energias fósseis."
23.4.11
Quercus considera que Portugal e o mundo ainda não souberam mudar de paradigma rumo a um Planeta Sustentável
O Dia da Terra foi celebrado pela primeira vez a 22 de Abril de 1970, associado ao lançamento do movimento ambientalista moderno, realçando os seus propósitos de acção nas diferentes áreas de promoção de um desenvolvimento sustentável.
A Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza aproveita esta data para lembrar a importância da cidadania e de toda a sociedade em assumirem comportamentos e políticas que assegurem uma cada vez melhor qualidade de vida das populações, sem prejuízos agravados para as futuras gerações, preservando e inclusive reabilitando os valores naturais.
Por uma economia verde com um novo paradigma
Infelizmente, para além da insustentabilidade financeira de muitos dos projectos desenvolvidos em Portugal nos últimos anos, os custos ambientais e para a conservação da natureza têm sido enormes: quer autoestradas com pouco tráfego atravessando áreas sensíveis, quer vias que estimularam o uso do automóvel com consequente poluição; barragens com um rendimento muito limitado mas que destruíram património único; urbanizações e empreendimentos turísticos em zonas de solos produtivos ou ecologicamente relevantes.
À escala do país e no mundo, o paradigma para se ultrapassar a crise mantém-se: estimular a produção e o consumo, sabendo-se que os recursos materiais são finitos e escassos, e os consumos energéticos devem ser limitados no caminho para uma transição onde predomine a utilização de energia renovável.
O consumo actual de recursos naturais ultrapassa em 50% a capacidade do planeta suportar e regenerar esses recursos, uma tendência que tem mantido uma trajectória de crescimento contínuo. A pegada ecológica do planeta duplicou desde 1966, porque a pegada de carbono (uma das suas componentes) aumentou 11 vezes desde 1961. Contudo, existem grandes diferenças entre os países do mundo relativamente à pegada ecológica, devido ao seu nível de desenvolvimento económico e social (WWF, 2010). Cerca de um sexto da população mundial é responsável por quase 80% do consumo mundial em termos de bens e serviços. Actualmente, 75% das pessoas à escala mundial consome um décimo em comparação com um cidadão europeu médio (Worldwatch Institute, 2010).
É necessária uma mudança radical no modo como as empresas desenvolvem os seus negócios. As bases dos lucros e perdas, do progresso e da criação de valor têm de ser redefinidas para considerar os impactes ambientais a longo prazo e o bem-estar pessoal e social. Os preços deverão reflectir todas as externalidades de produtos e serviços (custos e benefícios) e as empresas têm de procurar uma maior eficiência na aquisição de materiais, concepção de produtos, produção, marketing e distribuição. A economia tem de criar emprego suficiente, aumentando ao mesmo tempo, a produtividade do trabalho. A criação de sistemas de produção de bens em circuito fechado e em rede têm de impulsionar a indústria e reduzir a necessidade de extracção de recursos primários. Os sistemas em circuito fechado deverão passar a utilizar os resíduos como recursos, eliminando a sua deposição no solo, no ar ou na água. Para os mercados globais, a sustentabilidade passará pela atribuição do valor real às externalidades associadas (como os impactes ambientais dos seus produtos e serviços e o benefício dos serviços prestados pelos ecossistemas naturais), a valorização das boas práticas ambientais pelas empresas e a preferência dos consumidores por bens e serviços com menores impactes ambientais e maior valor acrescentado.
Um milhar de milhões de acções verdes - a caminho da Cimeira Rio+20
O tema do Dia da Terra em 2011 é a mobilização através de todo um conjunto de pequenas acções que cada um de nós pode tomar para reduzir a sua pegada ecológica. Em causa está uma redução do uso dos materiais, da água em particular, da energia, das emissões de carbono causadoras das alterações climáticas, de resíduos. Todas essas contribuições deverão fazer parte de um caminho para uma mobilização que é urgente acontecer e cuja oportunidade existe através do trabalho e com o apelo das populações de todo o mundo, conjugada com a presença (e espera-se, decisões) dos chefes de Estado e de Governo de todos os países na Cimeira que terá lugar no próximo ano no Rio de Janeiro, com igual propósito que a ECO/92, que teve um enorme efeito na mobilização e actuação em prol de um desenvolvimento sustentável há quase 20 anos atrás.
Lisboa, 21 de Abril de 2011
A Direcção Nacional da
Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza
| Hora | Sábado, 28 de Maio às 10:00 - 29/5 às 17:30 |
|---|---|
| Local | Área Protegida Privada da Faia Brava, Figueira de Castelo Rodrigo |
| Criado por | |
| Mais informação | Com a Sociedade Portuguesa de Botânica Esta actividade realiza-se ao longo de 2 dias e pretende dar a conhecer a diversidade de espécies e habitats da Reserva e simultâneamente os conhecimentos básicos para identificar plantas à lupa e no campo. No primeiro dia, durante a manhã, será feito um percurso pedestre para observar e identificar a diversidade florística da Reserva, e o restante período será passado à lupa, a observar estruturas de flores e outros pequenos pormenores morfológicos essenciais para distinguir as espécies e as principais famílias botânicas. Ponto de Encontro: 10h – Figueira de Castelo Rodrigo, junto à Casa da Cultura. O que trazer? Botas de montanha ou calçado desportivo, roupa confortável, chapéu, protector solar, almoço-volante (de Sábado) e água, máquina fotográfica. Preço: 35€/pax. Inclui seguro de acidentes pessoais. 8 a 15 participantes. Inscrições através do geral@atnatureza.org |

| Seminário |
| Desertificação e despovoamento - Um olhar sobre a Beira Interior |
| Auditório da Escola Superior Agrária de Castelo Branco 6 de Maio de 2011 |
| PROGRAMA | |
| 9h00 | Recepção dos Participantes |
| 9h30 | Sessão de Abertura |
| 10h00 | PAINEL I – A Desertificação e o Despovoamento da Beira Interior |
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| Desertificação Vs Despovoamento Maria José Roxo (FCUN) |
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| Implementação do Plano de Combate à Desertificação na Região Centro António Realinho (ADRACES) |
| 10h45 | PAINEL II – Desenvolver rumo à Sustentabilidade do Território |
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| Os Fenómenos da Erosão e o Despovoamento no Interior Fragoso de Almeida (Escola Superior Agrária de Castelo Branco) |
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| Desenvolvimento Local: uma ferramenta para a Sustentabilidade Territorial Camilo Mortágua (Associação para as Universidades Rurais Europeias)** |
| 11h15 | Coffee Break |
| 11h30 | PAINEL III – Aprender a Empreender e Inovar em Meio Rural |
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| Empreendedorismo como forma de Combate ao Despovoamento Domingos Santos (Escola Superior de Educação de Castelo Branco) |
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| Inovação em produtos tradicionais, uma ferramenta para o desenvolvimento sustentável Nuno Caseiro (Escola Superior Agrária de Castelo Branco) |
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| Boas Práticas para a reversão dos fenómenos de Desertificação na Beira Interior José Bernandino (Autoridade Florestal Nacional)** |
| 12h30 | DISCUSSÃO |
| 13h30 | Almoço |
| 15h00 | Saída de Campo – Visita ao Monte Barata |
Nota: A inscrição é gratuita, mas carece de inscrição através do link https://spreadsheets.google.com/viewform?hl=pt_PT&formkey=dGZQaTdGdm15UXJlM2tMWEZSWThSLWc6MQ#gid=0
| CONTACTOS PARA INFORMAÇÕES: Quercus | Madalena Martins | E-mail: madalena.quercus@gmail.com colocar no assunto: Seminário Desertificação. |
** Presenças a confirmar

