30/01/11
25/01/11
Comunicado Quercus - IC33 Grândola - Évora ameaça montados de sobro e azinho
![]() | Novo lanço do IC33 ameaça montados de sobro e azinho |
24/01/11
Projecto EcoSaldo
A Câmara Municipal da Guarda e Quercus assinaram no dia 19 de Janeiro de 2011, um protocolo denominado “Projecto EcoSaldo” que tem como principal objectivo calcular o saldo ambiental dos concelhos inseridos na Serra da Estrela e a valorização dos serviços dos ecossistemas no Parque Natural.
Este projecto em que a Guarda participa permite, através da aplicação dos conceitos de Pegada Ecológica e Contra -Pegada, no âmbito do projecto Condomínio da Terra, elaborar um levantamento com vista à obtenção do EcoSaldo do nosso Concelho.
Consulte aqui o protocolo
In Município da Guarda
Alguns momentos da assinatura do protocolo
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20/01/11
Quercus Comunicado: AZEVINHOS E SOBREIROS DESTRUÍDOS NA MATA NACIONAL DO BUÇACO QUERCUS EXIGE APURAMENTO DE RESPONSABILIDADES
Mata Nacional do Buçaco
Quercus exige apuramento de responsabilidades
Na sequência de denúncias sobre o abate ilegal de dezenas de azevinhos e sobreiros remetidas para a QUERCUS, o Núcleo Regional de Coimbra contactou a Fundação Mata do Bussaco, que está actualmente responsável pela gestão da Mata Nacional do Bussaco, para o devido esclarecimento desta situação inaceitável.
A Mata Nacional do Bussaco é considerada área protegida, pelo regime florestal total, pelo que deveria ter o devido acompanhamento da Autoridade Florestal Nacional. Esta mata possui algumas relíquias da floresta autóctone como os azevinhos arbóreos e outras espécies de árvores, algumas de grande porte como o cedro-do-buçaco Cupressus lusitanica.
Dada a gravidade da situação, com abate de espécies protegidas, a QUERCUS remeteu a denúncia para o SEPNA (Serviço de Proteção da Natureza e Ambiente), da GNR, que também já tinha sido alertado para os cortes ilegais, e efectuou-se ainda uma visita à área intervencionada, para constatar os abates dos exemplares de azevinhos, sobreiros e medronheiros no terreno, tendo sido confirmada esta situação, que consideramos inaceitável na gestão de uma Mata Nacional afecta ao regime florestal total.
A justificação da intervenção parece estar relacionada com o corte de pinheiros afectados pela doença da murchidão, provocada pelo nemátodo da madeira do pinheiro, tendo sido entregue o abate das árvores a um madeireiro, em detrimento de empresas de arboricultura, especializadas em retirar árvores sem destruir as que estão próximas. Consta que o referido corte das árvores teria sido efectuado nas últimas semanas sob supervisão técnica da Fundação e que era desconhecido o abate de árvores autóctones.
Parece-nos que da parte da Fundação houve uma demonstração inequívoca de falta de acompanhamento da intervenção do abate das árvores, o que era da sua responsabilidade.
Este caso é bem representativo da falta de cuidado das entidades que fazem a gestão do património florestal português. Pelo que sabemos, vamos assistindo é à contínua degradação da nossa floresta, com os responsáveis falando da sua preocupação em fazer uma boa gestão, mas depois, não fiscalizando a aplicação da legislação e, pior que isso, não dotando as entidades públicas com os meios financeiros necessários a uma gestão florestal responsável.
Mas o mais grave é o abate ilegal de vários azevinhos protegidos (alguns de grande porte). A culpa não pode morrer solteira, nem ser apenas dos trabalhadores que efectuaram os cortes, uma vez que apenas cumpriram ordens do madeireiro contratado e estavam, supostamente, a ser acompanhados por técnicos da Fundação.
Esperamos que este caso venha a forçar a administração pública, no conjunto dos ministérios da agricultura e do ambiente, a fazerem mais no sentido de uma maior sensibilização e fiscalização do abate ilegal de árvores autóctones protegidas.
Aguardamos um relatório com o devido esclarecimento da Fundação Mata do Bussaco, identificando completamente não só os danos causados (abates ilegais de espécies protegidas, cortes e danos noutros exemplares de espécies autóctones), como também identificando os responsáveis pelos danos. Vamos aguardar também pela actuação do SEPNA da GNR e da Autoridade Florestal Nacional.
Neste Ano Internacional das Florestas designado pela UNESCO devido à importância da floresta, continuamos dispostos a colaborar voluntariamente com todos os que pretendem fazer uma gestão florestal sustentável, que dignifique o nosso melhor património natural e contribuindo para a conservação da natureza nas nossas Matas Nacionais.
Lisboa, 20 de Janeiro de 2011
A Direcção Nacional e o Núcleo Regional de Coimbra da
Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza
Para mais informações contactar:
Domingos Patacho: 937 515 218
Comunicado sobre impermeabilização de solos
Quercus acusa governos e autarquias de uma má política de ordenamento
Lisboa é 4ª capital mais impermeabilizada da Europa
Agência Europeia do Ambiente confirma riscos há muito denunciados pela Quercus
A Agência Europeia do Ambiente divulgou hoje, dia 19 de Janeiro, um relatório muito relevante sobre a impermeabilização dos solos na Europa e as suas consequências potenciais (http://www.eea.europa.eu/articles/urban-soil-sealing-in-europe).
A informação divulgada consiste num mapa da impermeabilização do solo no ano de 2006 recorrendo a imagens de satélite. Numa avaliação mais detalhada para 38 capitais europeias, conclui-se que Lisboa se situa em 4º lugar, depois de Bucareste, Tirana e Varsóvia, com uma área impermeabilizada de 60,66% em relação á sua área total, contrastando com Londres com 42,51% ou principalmente com a capital melhor colocada no ranking, Estocolmo, com 22,90%. A área impermeabilizada em Lisboa, tendo em conta a população, é de 105 metros quadrados por habitante.
O solo é um dos recursos mais importantes do planeta porque nos proporciona todo um conjunto de serviços fundamentais como a produção de comida, o armazenamento de água subterrânea, protecção contra cheias, áreas de lazer e recreio, regulação micro-climática, entre outros. É um recurso fundamental que tem vindo a ser sucessivamente impermeabilizado à custa da construção de habitações e de infraestruturas de diversa natureza como parques de estacionamento, estradas e outras ocupações públicas e privadas. A impermeabilização do solo retira muita das suas funções, com implicações directas por exemplo num aumento do risco e da magnitude de diversos acidentes naturais.
Realidade de Lisboa é comum a muitas outras cidades portuguesas
A realidade avaliada pelo relatório é infelizmente comum também noutras cidades portuguesas, onde tem sido comum ao longo das últimas décadas, a ocupação de solos muito produtivos, essenciais no presente e para futuro como fonte de produção agrícola e sistematicamente desafectados da Reserva Agrícola Nacional ou ainda de zonas de risco de cheia que deveriam estar classificadas como Reserva Ecológica Nacional. A especulação imobiliária e a construção de acessibilidades rodoviárias têm sido elementos fomentados por muitos autarcas e viabilizados, senão mesmo implementados, por sucessivos governos, num péssimo exemplo agora avaliado quantitativamente pelo presente Relatório Europeu. A falta de espaços verdes é também consequência deste excesso de betão nas áreas urbanas, reflectido na elevada impermeabilização.
As consequências futuras
A Agência Europeia do Ambiente, em linha com os alertas da Quercus no caso de Portugal, alerta para um temperatura maior a ser atingida nas cidades com forte impermeabilização do solo na sequência das alterações climáticas, tal como uma maior probabilidade de cheias em caso de precipitação elevada em curto espaço de tempo, fenómeno que se tende também a tornar mais frequente. Numa fase em que muitos Planos Directores Municipais estão em revisão, se equaciona uma futura Lei dos Solos e já com uma estratégia de adaptação às alterações climáticas aprovada, é fundamental inverter a forma como temos destruído os nossos solos a bem da qualidade de vida das populações que vivem nos centros urbanos.
Lisboa, 19 de Janeiro de 2011
A Direcção Nacional da Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza
14/01/11
Quotas de sócio e Donativos
| Disponível novo modo de pagamento por débito directo |
A Quercus aderiu ao sistema de referências multibanco da Easypay e disponibiliza agora aos seus associados e simpatizantes a possibilidade regularizarem as suas quotas ou efectuarem um donativo através de débito directo. Para além de mais cómodo e totalmente confiável, este método permite também economizar tempo, evitar deslocações ao Multibanco e reduzir a quantidade de papel gasta. Saiba aqui mais pormenores! |
Pagamento de Quotas: Após o preenchimento do formulário disponível aqui, em que é possível adicionar um pequeno donativo ao valor da quota, basta activar a autorização de débito directo, seguindo as instruções que surgem de seguida e que recebe também no e-mail indicado. A periodicidade desde débito directo é anual (tal como a quota de sócio), sendo que em breve estará disponível a opção de pagamento semestral da quota. Donativos: No formulário disponível aqui, pode optar por um donativo pontual (em breve) ou recorrente (escolhendo entre mensal, semestral, anual) e seleccionar o modo de pagamento por débito directo ou transferência multibanco. |
08/01/11
Comunicado: Quercus lamenta abate de árvores em antigos jardins da Prelada
Petição para salvar as abelhas
Vários estudos científicos mencionam um tipo de agrotóxico que contribui para o extermínio das abelhas. Em quatro países Europeus que baniram estes produtos, a população de abelhas já está se recuperando. Mas empresas químicas poderosas estão fazendo um lobby pesado para continuar vendendo estes venenos. A única maneira de salvar as abelhas é pressionar os EUA e a União Europeia para eles aderirem à proibição destes produto letais - esta ação é fundamental e terá um efeito dominó no resto do mundo.
Não temos tempo a perder - o debate sobre o que fazer está esquentando. Não se trata apenas de salvar as abelhas, mas de uma questão de sobrevivência. Vamos gerar um zumbido global gigante de apelo à UE e aos EUA para proibir estes produtos letais e salvar as nossas abelhas e os nossos alimentos. Assine a petição de emergência agora, envie-a para todo mundo, nós a entregaremos aos governantes responsáveis:
https://secure.avaaz.org/po/
As abelhas são vitais para a vida na Terra - a cada ano elas polinizam plantas e plantações com um valor estimado em US$40 bilhões, mais de um terço da produção de alimentos em muitos países. Sem ações imediatas para salvar as abelhas, poderíamos acabar sem frutos, legumes, nozes, óleos e algodão.
Nos últimos anos, temos visto um declínio acentuado e preocupante a nível global das populações de abelhas - algumas espécies de abelhas estão extintas e outras chegaram a 4% da população no passado. Cientistas vêm lutando para obter respostas. Alguns estudos afirmam que o declínio pode ser devido a uma combinação de fatores, incluindo doenças, perda de habitat e utilização de produtos químicos tóxicos. Mas um importante estudo independente recente produziu evidências fortes culpando os agrotóxicos neonicotinóides. A França, Itália, Eslovênia, e até a Alemanha, sede do maior produtor do agrotóxico, a Bayer, baniram alguns destes produtos que matam abelhas. Porém, enquanto isto, a Bayer continua a exportar o seu veneno para o mundo inteiro.
Este debate está esquentando a medida que novos estudos confirmam a dimensão do problema. Se conseguirmos que os governantes europeus e dos EUA assumam medidas, outros países seguirão o exemplo. Não vai ser fácil. Um documento vazado mostra que a Agência de Proteção Ambiental dos EUA já sabia sobre os perigos do agrotóxico, mas os ignorou. O documento diz que o produto da Bayer é "altamente tóxico" e representa um "grande risco para os insetos não-alvo (abelhas)".
Temos de fazer ouvir as nossas vozes para combater a influência da Bayer sobre governantes e cientistas, tanto nos EUA quanto na UE, onde eles financiam pesquisas e participam de conselhos de políticas agrícolas. Os reais peritos - apicultores e agricultores - querem que estes agrotóxicos letais sejam proibidos, a não ser que hajam evidências sólidas comprovando que eles são seguros. Vamos apoiá-los agora. Assine a petição abaixo e, em seguida, encaminhe este alerta:
https://secure.avaaz.org/po/
Não podemos mais deixar a nossa cadeia alimentar delicada nas mãos de pesquisas patrocinadas por empresas químicas e os legisladores que eles pagam. Proibir este agrotóxico é um caminho necessário para um mundo mais seguro tanto para nós quanto para as outras espécies com as quais nos preocupamos e que dependem de nós.
Com esperança,
Alex, Alice, Iain, David e todos da Avaaz
Leia mais:
Itália proibe agrotóxicos neonicotinóides associados à morte de abelhas:
http://www.ecodebate.com.br/
O desaparecimento das abelhas melíferas:
http://www.naturoverda.com.br/
Alemanha proíbe oito pesticidas neonicotinóides em razão da morte maciça de abelhas:
http://www.ecodebate.com.br/
Campos silenciosos:
http://www2.uol.com.br/sciam/
06/01/11
ONG's fazem “pouco” dada a falta de meios - - Rádio Pax - 101.4FM ...
Segundo o presidente do Núcleo Regional da Quercus mudar as tendências implica que “a ... a administração anunciou o encerramento da unidade da Guarda, ...
www.radiopax.com/noticias.php?
03/11/10
31/10/10
Quercus lança campanha junto dos Associados
| Colaboração mais próxima e novas formas de pagamento são novidades |
No ano em que comemora um quarto de século, a Quercus irá apostar numa campanha de proximidade junto dos seus associados no sentido de os cativar a colaborarem de forma mais próxima com a Associação. Esta campanha decorrerá em diversas fases, em que se tentará por um lado recuperar a colaboração de sócios inactivos e, por outro, disponibilizar-lhes novas formas de pagamento das quotas e/ou donativos. Saiba aqui mais pormenores. |
Numa primeira etapa, será feito um contacto telefónico com o objectivo de reactivar os associados que não têm as suas quotas em dia ou, no caso dos que se mantêm activos, de os convidar a tornarem-se apoiantes mais regulares através, por exemplo, de donativos mensais. Numa segunda fase, o objectivo é disponibilizar novos meios de pagamento e estimular a adesão ao débito directo, por ser um método simples, prático, gratuito e controlável pelo Associado (que pode alterar ou desistir a qualquer momento). Por outro lado, traz também grandes vantagens de gestão à Associação. Caso seja contactado e tenha alguma dúvida ou comentário a fazer, pode entrar falar com a Quercus através do telefone 217788474 ou do correio electrónico quercus@quercus.pt. Desde já agradecemos a sua colaboração e esperamos poder continuar a contar com o seu precioso apoio. A Direcção Nacional da Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza |
07/10/10
Fim-de-semana Europeu de Observação de Aves

21/09/10
Dia Internacional Contra as Monoculturas
![]() Movimento Mundial pelas Florestas Tropicais alerta para problemas das monoculturas |
A Quercus – Associação Nacional de Conservação da Natureza junta-se a outras organizações, como o World Rainforest Movement - Movimento Mundial pelas Florestas Tropicais, que está a promover o “Dia Internacional contra as Monoculturas de Árvores”, que se comemora, amanhã, 21 de Setembro. |
Neste novo Dia Internacional contra as Monoculturas de Árvores, o Movimento Mundial pelas Florestas Tropicais volta a denunciar os graves impactes decorrentes das plantações em grande escala de eucaliptos, pinheiros e outras espécies, para salvaguarda das áreas de florestas tropicais naturais. Os territórios de inúmeros povos da África, Ásia e América Latina vêm sendo invadidos e apropriados por grandes empresas - nacionais e estrangeiras - para serem destinados à plantação de monoculturas de árvores em grande escala, com o intuito de produzir matéria-prima abundante e barata para diversas indústrias (celulose, madeira, energia, borracha), bem como para servir como “sumidouros” negociáveis no mercado de carbono. À destruição dos recursos de flora e fauna soma-se a degradação dos recursos hídricos locais, como resultado da acção combinada do uso massivo de agroquímicos, do consumo excesivo de água por parte das monoculturas, de obras de drenagem e de processos de erosão do solo. A nível nacional Em Portugal a principal espécie de árvore utilizada para plantações em monocultura é o eucalipto, cultivado para produção de pasta de papel. Segundo o novo Inventário Florestal Nacional (2005-06) o eucalipto ocupa já mais de 749 mil hectares em Portugal, tendo aumentado mais dez por cento em relação a 1995, onde apresentava cerca de 672 mil hectares. A Quercus considera negativa a expansão das monoculturas de eucaliptos, devido aos impactes sobre o ecossistema, como a afectação da biodiversidade, sendo um factor crítico na propagação dos grandes incêndios, pelo que devem estar sempre associadas a áreas com outras espécies de folhosas mais resistentes ao fogo. Mais informações: www.wrm.org.uy Lisboa, 20 de Setembro de 2010 A Direcção Nacional da Quercus - ANCN |
20/09/10
Reviver a Malha do Milho
14/09/10
Jantar de apoio ao Centro de Recuperação de Animais Selvagens de Montejunto (CRASM)
07/09/10
Noites Europeias de Borboletas Nocturnas

Podem participar nas diversas saídas dia 10 no Vale do Mondego organizado pela Trepadeira Azul, dia 11 na Reserva Faia Brava, Vale do Côa organizado pela Transumância e Natureza.
Participem....
Ciência Viva no Verão
Recolha Selectiva de Resíduos Urbanos Domésticos e suas Vantagens – Vila Nova de Foz Côa, 7 de Junho de 2010
A Câmara Municipal de Vila Nova de Foz Côa organizou uma palestra cujo tema central foi “Recolha Selectiva de Resíduos Urbanos Domésticos e suas Vantagens”. Esta decorreu durante a manhã do dia 7 de Junho. Para além da representante do núcleo Regional da Quercus da Guarda (Maria Caldeira) esteve também presente uma representante dos Resíduos do Nordeste. A abordagem da bióloga que representou o núcleo da Quercus foi fundamentalmente sobre compostagem doméstica. Foram abordados conceitos muito básicos de compostagem doméstica, visto que as crianças presentes eram de uma faixa etária entre os 7 e os 12 anos de idade.







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